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Galileu Corunilha, de Alberto Tiellet Miorim, divide a raia e vence Clássico Cidade de Porto Alegre [26/03/2026]

Internet

Quinta vitória seguida de Galileu Corunilha no Cristal


Mantido em estado atlético exuberante pelo treinador Elsiar Santos, Galileu Corunilha, um filho de Goldikovic e União Corunilha por Siphon, de criação do Haras Corunilha, e propriedade de Alberto Tiellet Miorim, obteve a sua quinta vitória consecutiva, ao vencer o Clássico Cidade de Porto Alegre, 2ª etapa da Taça de Fundistas, realizada hoje à tarde no Hipódromo do Cristal.

Galileu Corunilha foi a segunda força do páreo, enquanto o favorito absoluto com pile de R$ 1,00 foi Único Lô.

Para os 2200 metros, em pista de areia, o tempo foi de 2m25s9/10.

Leonardo Gouvea conduziu com serenidade o ganhador.

Como foi o páreo:

Na largada, eleito favorito, Único Lô, tomou a ponta, mas foi logo seguido de perto por Galileu Corunilha. Kempes Love, seu companheiro de farda, ficou na terceira colocação, com Maximal em quarto, e Pink Blue Hotel na última posição.

Antes de entrar na reta final, Leonardo Gouvea percebeu que seu pilotado sobrava e dominou logo Único Lô, que não teve forças para tentar reagir. Galileu Corunilha, ajustado, fugiu para o espelho para conquistar com sobras o clássico.

Seu companheiro de farda, Kempes Love, sob direção de Kauã Gonçalves, atropelou para formar a dobrada.

Pink Blue Hotel, o maior azar do páreo (pule de R$ 39,80) saiu do fundo do lote para o terceiro posto, com Maximal, na quarta colocação, enquanto Único Lô fechou a raia, pois Claudinei Farias abandonou a corrida.

Intimidador não foi apresentado.

Veja o replay do páreo:
https://www.youtube.com/watch?v=sDWXs_KjRtU

Da Redação


 



Clássico Cidade de Porto Alegre é destaque de hoje no Cristal [26/03/2026]

Ricardo Romoli

Tribuna do Hipódromo do Cristal


A diretoria do Jockey Club do Rio Grande do Sul promove reunião de 7 páreos, hoje à tarde, das 16h35, até às 19h36, no Hipódromo do Cristal, em Porto Alegre.

O Clássico com o nome da capital, a segunda etapa a Taça Fundistas, no percurso de 2200 metros, na areia, vai reunir fundistas de qualidade.

E a maior expectativa é por um possível duelo, entre Único Lô, ganhador do Grande Prêmio Bento Gonçalves, e, Galileu Corunilha, que recentemente bateu o recorde dos 1600 metros.

A largada da competição está prevista para às 17h35, no terceiro páreo da jornada turfística gaúcha.

Eis o campo completo da prova, com montarias e os proprietários dos seis competidores inscritos:

3º Páreo - Clássico Cidade de Porto Alegre - 2200 metros - Areia- 17h35

1- Único Lô - C. Farias - Luiz Henrique Flores dos Santos
2- Pink Blue Hotel - C.D.Carvalho - Stud Xaxá Boy
3- Intimidator - M.B.Costa - Alberto Tiellet Miorim
4- Kempes Love - K. Gonçalves - Alberto Tiellet Miorim
5- Galileu Corunilha - L. Gouvea - Alberto Tiellet Miorim
6- Maximal - Jacob Garcia - Stud Rancho Flash 

Da Redação

 



Knock Down, o caso da égua que não apareceu na TV até a entrada da reta e venceu brilhante corrida [25/03/2026]

Sylvio Rondinelli/JCB

Knock Down vencendo por cabeça


Nesta noturna de segunda-feira, às 21:44h, no sétimo páreo no Hipódromo da Gávea, o turfe simplesmente parou.

Algo inédito na vida turfística, e também para a maioria das pessoas que acompanhavam as corridas.

Defendendo as cores do Stud Escorial, a alazã Knock Down, 5 anos, uma filha de Que Fenômeno e Rabanada (ARG), por Forestry (USA), chamou atenção logo na partida. Após uma má largada, ficou cerca de 10 a 12 corpos atrás das ponteiras e simplesmente saiu da tela das TV’s.

Para os muitos jogaram nela, não largar, mesmo a porta do box abrindo normalmente, e sendo a terceira força do páreo de 12 competidores entre machos e fêmeas, devem ter pensado, estou morto !

Mas Leandro Henrique, seu jóquei, não se apertou, saiu com calma sem tirar a égua do natural. E para quem prestava atenção no páreo, nada da égua aparecer na tela da TV.


Knock Down, que não aparece na tela, estava a 9 corpos do último cavalo que aparece isolado na tela, que está 4 ½ corpos dos 10 cavalos que correm próximos.

Conduzida com maestria, L. Henrique veio de mais para mais, mas a égua simplesmente não aparecia na tela. Enquanto isso, o páreo que saiu com ritmo muito forte – 10 dos 12 cavalos corriam com diferença de 5 ½ corpos, L. Henrique fazia seu cálculo de corrida.


Somente quando estavam no final da curva é que Knock Down apareceu no canto da tela, uns 8 corpos atrás do último.

Na entrada da reta, ainda figurava longe, um cenário que, para muitos entendidos, já definia o desfecho.

Foi então que começou algo especial, a pupila de Teófilo Oliveira iniciou uma atropelada impressionante. Com galões vistosos, quem jogou nela, deve ter pensado: acho que não morri, e gritado: vamos braço de mola, o apelido de L. Henrique.

Enquanto os adversários davam sinais de desgaste, ela crescia a cada metro. Nos 200 finais, já era claro: ela daria trabalho.


Nos 150 metros finais, Knock Down, mais aberta de todos, com um fôlego impressionante, ia brigar pela vitória.

E deu! Sob o rigor de um dos melhores jóqueis do país e 2º lugar na estatística carioca, Leandro Henrique, Knock Down fez o improvável — descontou toda a desvantagem e venceu, em final emocionante, por pescoço sobre Monteleone. Uma vitória que foi muito além do resultado.

Após o disco, sorrisos dos que jogaram nela, e olhares incrédulos dos que perderam, e muita emoção no ar. Turfistas experientes, tocados por um momento raro.


Treinador Téofilo Oliveira

Após o páreo, Teófilo celebrava como um menino — a essência mais pura do turfe. Seu proprietário, José Mandarino, que não pode comparecer as corridas, de casa, vibrou intensamente e confessou depois que mal conseguiu dormir de tanta emoção.

Esse é o turfe que nos move.

Veja a corrida e tire suas conclusões:
https://www.youtube.com/watch?v=qgmF9R9CIPM

Da Redação

 



Human, maior preço do Leilão do Stud J.C.R. vai para o Uruguai [25/03/2026]

TBS

Human, filho da clássica Gaya do Jaguaretê foi o mais disputado do leilão


Encerrado a pouco, o Leilão do Stud J.C.R, realizado de forma virtual pela APPS. o leilão contou com a participação de 58 lotes inscritos, tendo NN Ocean Queen feito forfait. Com exceção dos quatro potros preteridos nas parelhas, todos foram vendidos.

O Total das vendas alcançou R$ 473.00,00 , proporcionando uma média de R$26.300,00 entre potros da geração 2025 e reprodutoras.

O maior preço da noite foi de Human, da geração 2025, filho de First Captain (USA) e Gaya do Jaguaretê, por Holding Glory, vendido por R$ 75.600,00 em 18 parcela de R$ 4.200,00, para Marlus Dall Stella, do Uruguai.

O segundo maior preço foi para a reprodutora Havana Gold, filha de Agnes Gold (JPN) e Belle Tapit (USA), por Tapit (USA), prenha de Vin de Garde, com parição prevista para 03.11.2026, vendida para Navajas Win por R$ 72.000,00 em 18 parcela de R$ 4.000,00

Da Redação

 



MGA de domingo, despenca no Rio, não chega a R$ 380 mil, e a passividade do JCB preocupa o turfe [25/03/2026]

O movimento geral de apostas (MGA) no Rio de Janeiro vem caindo sucessivamente, e o turfe assiste, incrédulo, à aparente passividade da diretoria do Jockey Club Brasileiro diante da situação.

Não se vê e nem há um plano de ação divulgado claramente.
Não há metas divulgadas.
Não há relatórios explicando resultados.
Não há pesquisas de mercado.
Não há transparência sobre estratégias.

O chamado Plano Diretor do JCB, cuja ausência foi citada vários meses atrás por um diretor em plena reunião de diretoria, até hoje não foi apresentado aos sócios.

Se existe, não foi divulgado.

E estamos falando de um clube que movimenta mais de R$ 170 milhões por ano, mas que, na prática, parece operar sem planejamento estratégico formal.

A sensação predominante é de imobilismo.
Não existe um planejamento estratégico consistente, para agora, daqui a um ano, e 5 anos.
Não existe uma campanha de marketing estruturada, seja de curto, médio ou longo prazo.
Não existe horizonte definido para a atividade.

Curiosamente, em entrevista de agosto de 2020, concedida a Veja Rio antes de assumir a presidência, o atual dirigente afirmou que iria profissionalizar a gestão do turfe, implantar planejamento estratégico de marketing e recuperar o prestígio do clube, chegando a declarar que o marketing era praticamente inexistente e que havia grande potencial de crescimento. Também afirmou que o Jockey deveria voltar a ser um ponto turístico relevante da cidade, com mais eventos, mais público e aumento de receita.

Passados anos, o que se vê na prática é exatamente o oposto do discurso.

Não há planejamento estratégico divulgado.
Não há diretrizes claras para crescimento do movimento de apostas.
Não há estudos sobre o perfil do apostador.
Não há política consistente para fortalecimento da atividade.

O único ponto positivo recente é o programa Domingo no Jockey, que consegue levar um público relativamente maior ao hipódromo da Gávea, mas é um público de passagem. Não há abordagem para identificação do público, muito menos busca-se interação destes com a corrida. Não há registros ou relatórios.

Ainda assim, trata-se de uma ação isolada, com pouca efetividade no conjunto da atividade, sem continuidade estratégica e sem reflexo significativo continuo no movimento geral de apostas.

Sem planejamento, sem metas e sem campanha permanente, o turfe fica dependente de iniciativas pontuais, que geram impacto momentâneo, mas não mudam a tendência de queda.

Enquanto isso, o clube divulga um caixa com cerca de R$ 41 milhões, o que levanta uma pergunta inevitável:

Qual é o objetivo dessa gestão?

Em vez de investir fortemente na atividade — que há anos pede socorro — a impressão é que o saldo bancário se tornou mais importante do que o futuro da atividade principal do clube: O turfe.

Todos os meses, o clube recebe aproximadamente:

R$ 4 milhões em taxas de manutenção de sócios;
Perto de R$ 1 milhão em transferências de novos sócios;
Mesmo assim, não há um programa consistente para aproximar os sócios da atividade turfística;
Não há estímulo para que conheçam os cavalos, os treinadores, os bastidores, as corridas.

O resultado aparece na pista.
O número de páreos diminuiu.
O número de animais em treinamento diminuiu.
Com menos corridas, proprietários se desestimulam, vendem seus cavalos e boa parte deles vão embora.

Cavalos indo embora do hipódromo

E, embora tenha havido aumento nos valores dos prêmios nos últimos anos, eles ainda se encontram muito distantes dos patamares do período pré-pandemia, especialmente quando considerada a correção monetária do período. Na prática, o valor real das premiações caiu, reduzindo ainda mais o estímulo para proprietários manterem ou adquirirem animais.

Hoje, a formação dos programas se tornou um problema crônico.

Páreos com seis ou menos animais frequentemente são descartados, na busca por provas mais cheias, mas o efeito colateral tem sido grave: há constantes cancelamentos por falta de inscrição, o que gera êxodo de animais, desânimo de proprietários e insegurança para quem investe na atividade.

A prioridade passou a ser apenas formar páreos cheios, quando na verdade o desafio deveria ser aumentar a base de animais e de proprietários, e não simplesmente restringir o programa.

Sem corridas formadas, não há calendário confiável.
Sem calendário confiável, não há investimento.
Sem investimento, o ciclo de queda se acelera.

Outro ponto preocupante é a ausência total de estudos sobre o próprio apostador.

Não se veem pesquisas de perfil.
Não se analisam hábitos de jogo.
Não há estudos sobre quais apostas são mais atrativas.
Não há avaliação técnica sobre qual deve ser o caminho para melhorar o cardápio de apostas, aumentar o MGA e tornar o produto mais competitivo.

Busca-se soluções internas, o oposto da campanha para a eleição, que era profissionalizar a gestão do turfe.

Em um mercado que hoje disputa atenção com bets, cassinos online e outras modalidades, trabalhar sem dados é administrar no escuro.

Hoje, estima-se que 80% dos cerca de 80 treinadores da Gávea não consigam renda mensal de R$ 3.000, uma realidade incompatível com a importância histórica do turfe carioca.

Isso precisa ser enfrentado.

Quem não consegue enxergar o turfe como um sistema completo — criador, proprietário, treinador, jóquei, apostador e público — talvez não devesse estar ocupando cargo de gestão.

Fica aqui uma previsão.

Se nada mudar, em poucos anos o Jockey Club de São Paulo estará pagando prêmios maiores do que o Rio de Janeiro.

E quando isso acontecer, ficará claro que o atual estado melancólico do Jockey Club Brasileiro não foi obra do acaso.

Foi consequência de escolhas.

Ou da falta delas.

Da Redação

 



Coluna Páreo Corrido, por Paulo Gama [25/03/2026]

Internet

Único Lô, na foto vencendo o GP Bento Gonçalves, terá pela frente o recordista Galileu Corunilha


Amanhã, no Cristal, o esperado duelo entre Único Lô e Galileu Corunilha

O Clássico, Cidade de Porto Alegre, 2ª etapa da Taça Fundistas, na distância de 2200 metros, em pista de areia, 3º páreo da programação de amanhã à tarde, no Hipódromo do Cristal, em Porto Alegre, reunião com 7 páreos, das 16h35, até, às 19h36, vai proporcionar um confronto bastante aguardado, entre os turfistas do Rio Grande do Sul.

Único Lô, de propriedade de Luiz Henrique Flores dos Santos, tríplice-coroado do turfe gaúcho, e ganhador do Grande Prêmio Bento Gonçalves de 2025, enfim terá pela frente um grande rival.

Galileu Corunilha, de Alberto Juarez Tiellet Miorim, no melhor momento de sua campanha, vem de bater o recorde dos 1600 metros, e alguns dos seus fãs, acreditam que possa desbancar o grande campeão.


Recordista da milha em 12/03, Galileu Corunilha, vem de 4 vitórias seguidas. Mas 2200 metros é um desafio.

Numa prova de campo dos mais interessantes, além dos dois puros-sangues mais visados, a prova abre a semana do turfe nacional, na próxima quinta-feira à tarde. Pink Blue Hotel, Intimidator, Kempes Love, companheiro de farda de Galileu Corunilha, e Maximal, completam o perfil da competição.

Em período de muito calor na região sul do país, mais uma vez, a Comissão de Corridas do Jockey Club do Rio Grande do Sul deixou para dar o ponto de partida da programação no final da tarde, o que irá preservar os puros-sangues inscritos, e, também, os profissionais envolvidos na jornada turfística gaúcha. Parabéns para a Comissão de Corridas.

 

Must Be Happy vence e fica pronta para o Osaf

                                                                 Foto Porfírio Menezes/JCSP

Must Be Happy, filha de Goldikovic, será uma das favoritas no OSAF

Na tarde do último sábado, em Cidade Jardim, a pequenina Must Be Happy, de criação do Haras Niju, e propriedade do Stud A.M.L, bem conduzida por João Moreira, e apresentada em perfeito estado atlético por Zeferino de Moura Rosa, ganhou com autoridade a prova preparatória para o Osaf, GP Prefeito Fábio da Silva Prado, Grupo 2, em 2000 metros, na grama. A filha de Goldikovic e Happy Camper, por Wild Event, deixou impressão que defenderá o favoritismo da prova no mês de maio.

 

Que Emoção atropelou forte e levantou Clássico Derby Paranaense

                                                               Foto @felipenevesphoto/JCP

Que Emoção, do Stud My Hero Dad. Filhos de Syncrony estão dando show no turfe Paranaense

Numa tarde emoldurada pelos filhos de Synchrony, que ganharam cinco, das 9 provas realizadas, Que Emoção, do Stud My Hero Dad, e criado pelo Haras Palmerini, com direção inspirada de Valdinei Gil, e apresentação de Márcio Ferreira Gusso, levantou o Clássico Derby Paranaense, no Hipódromo do Tarumã. Trinca Ferro, segundo colocado, e, Uffizio Santo, o terceiro, depois de disparar na primeira parte do percurso, também correram demais

 

Joqueada da semana


João Moreira, o fantasma de Cidade Jardim

No dorso de Must Be Happy, João Moreira produziu direção impecável. Num páreo em que o resultado se alterna a cada vez que é realizado devido ao equilíbrio de força entre as concorrentes, ele esteve tão perfeito, que a filha de Goldikovic acabou por alcançar o triunfo com surpreendente facilidade. Magic Man estava em estado de graça.

 

Puro-Sangue melhor apresentado


Paid in Full não deu chance aos adversários

Paid In Full, de propriedade do Stud HRN, foi apresentado em estado atlético exuberante por Luiz Esteves no Clássico José Calmon, Listed, que apresentou alguns dos potros de 2 anos mais precoces da temporada. O filho de Hofburg e Double Care, por Wild Event, pareceu flutuar na raia de grama do Hipódromo da Gávea, e, Henderson Fernandes não teve o menor trabalho para o conduzir ao triunfo.

 

Personagem


Pedro Assis, o P. Assis nos programas, está em forte evolução 

O aprendiz Pedro Assis tem evoluído a olhos vistos no prado carioca. E numa semana em que foi muito requisitado por proprietários e treinadores produziu ótimas direções. Na segunda-feira esteve impecável no dorso de Nobello, do Stud One Guyana Racing, e preparo de Lênio Roberto Vieira. E, na mesma reunião, confiante, brlhou na direções a Zadig Votaire, do Stud Turfe Cearense, aos cuidados de Venâncio Nahid, e, de Fling Ling Ling, de Ricardo Correa, e a chancela de V. S. Lopes, numa jornada de três triunfos, algo difícil para um aprendiz.

Movimentos de Apostas na Gávea


No domingo, um pífio Movimento de Apostas na Gávea 

A semana teve início com um tremendo vacilo dos Jockeys Clubs do Rio e do Paraná. Tarde de sol, com tempo bom, pistas em boas condições e bom público nos dois prados. Dividiram em duas partes as programações. No Tarumã, a jornada teve início ao meio-dia. E a Gávea começou as carreiras num horário que o público turfistas não está acostumado. Tivessem feito um simulcasting normal, com páreo intercalados, um a um, entre os dois hipódromos, e o resultado financeiro teria sido bem melhor. Do jeito que foi só poderia dar errado. 

 



Brasileira Truco e Flor, criação Di Cellius, vence Clássico Diana, G 3, em Maronãs [24/03/2026]

Internet

Mais um Grupo 3 para o Haras Di Cellius em Maroñas como criador


Corrido neste domingo, 22, no Hipódromo de Maroñas, na capital uruguaia, o Clássico Diana, prova de Grupo 3, para éguas de 3 amos e mais, em 1600 metros na areia.

A vitória coube a Truco e Flor, de 3 anos, filha de Verrazano e Society Girl, por Agnes Gold, de propriedade do Stud Los Trico e criação do Haras Di Cellius, localizado em Bagé, Rio Grande do Sul.

Direção mais que precisa do jóquei brasileiro Carlos Lavor e treinamento de Ricardo Colombo.

O tempo foi de 1m36s23 para a pista que se encontrava leve.

Como foi o páreo:

Dada a largada, Albion na baliza 5, foi logo buscando a ponta, Namaste Índia ficou em segundo e Gata de Verano é a terceira, Sapacara a quarta e Truco e Flor a quinta. La belle júlia era a última, porém todas perto uma das outras.

Pouco mais adiantem Gata de Verano tomou o segundo e Namaste Índia sobrou para terceiro.

Na entrada da curva, Truco e Flor acelera e vai assumindo o segundo lugar de forma bem fácil.


Na entrada da reta, a brasileira Albion, criação Stud Quintella, junto a cerca tenta manter a primeira posição, Truco e Flor pela baliza 2, já vai tomando a ponta, Gata de Verano, criação Haras Santa Maria de Araras, com Frederico F. Píriz lá por dentro na baliza 2 é a terceira, e outra brasileira, Sapacara é a quarta.

La Belle Julia, de criação Ulisses Lignon, é a quarta pela baliza 5.

Na reta, Truco e Flor vai progressivamente se distanciando das demais, Albion resiste lá por dentro, mais, por fora Sapacara atropela junto com Gata de Verano e Albion já não resiste mais.

Truco e Flor trás a vitória assegurada com 6 corpos de vantagem, enquanto nos metros finais Gata de Verano passa para segundo, deixando Sapacara com Luis Cáceres em terceiro a ½ corpo. Albion foi a quarta a 8 corpos, Namaste India a quinta a 9 corpos e La Belle Júlia chegou a 13 corpos, na última posição.

Veja o replay do Clássico:
https://youtu.be/FzW9tcKNQLo

 






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