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Valparaiso - Stud Blue Mountain

Like It Hot - Stud Verde

Núcleo Terrestre - Stud H & R

Oviedo - Stud H & R

Night Street - Stud Dona Cecília

Tenuta Poggione - Haras do Morro

Off the Curve - Stud H & R

Sonho Bom - Stud H & R

Online - Stud Verde

Olympic Maurren - Stud H & R

Oteque - Stud H & R

Kempes Love - Stud Verde

The Lord - Stud H & R

Submarino - Haras Figueira do Lago

Ronigol - Stud Verde

Sargent Pepper - Stud H & R

Spartan Lius - Coudelaria Atafona

No More Trick - Stud H & R

Spartan Lius - Coudelaria Atafona

Dreamer Winner - Haras Iposeiras

Ronigol - Stud Verde

Maryland - Stud Verde

Jeep do Jaguarete - Coudelaria Jéssica

Meu Amor Maior - Stud 13 de Recife

Le Gonfalon - Stud Verde

Minuxa - Haras Depiguá

Olympic Orkut - Stud H & R

Só Te Peço Amor - Stud Verde

Ronigol - Stud Verde

Papa-Léguas - Stud H & R









Morre Waldyr Lima, do fundador do Haras das Estrelas e do Curso de idiomas CCAA [16/07/2026]

Internet

Turfe em luto com a perda de Waldyr Lima


Aos 94 anos, faleceu no Rio de Janeiro, Waldyr Lima, fundador do Haras das Estrelas. Foi vitorioso com empresário, criador e proprietário. Durante muitos anos foi sócio do JCB.

Apaixonado por turfe, Waldyr Lima, que também foi o fundador do famoso curso CCAA, contou anos depois a colaboração de seus filhos, Waldyr Lima Filho e Ricardo César Lima, que hoje permanecem à frente do Conselho de Administração, enquanto as netas Maria Clara Lima e Isabel Lima representam a terceira geração da família na condução do grupo.

O Haras das Estrelas, nasceu e se aprimorou sobre uma marca, criar cavalos clássicos, tanto que em seu plantel de éguas, quase 100% das reprodutoras eram clássicas.

Criou excelentes ganhadores clássicos, com destaque para TUDO AZUL, excepcional milheiro, que sob a farda do Stud Eternamente Rio, venceu os GP ABCPCC, G1 na Gávea e do GP Ipiranga, G1 em Cidade Jardim.

Waldyr Lima estudou no Colégio Pedro II, onde desde os 16 anos, vinha com amigos ver as corridas na Gávea, sem saber o quanto representaria no futuro para o turfe Nacional.

Aos 29 anos, como empresário, com um método próprio e uma visão inovadora, ele transformou aquela primeira sala de aula em uma das maiores redes de ensino de idiomas do país, impactando gerações de famílias no Brasil e no mundo.

“Foi um visionário que sonhou e realizou sonhos seus e de muitas famílias por toda a sua trajetória”, conforme carinhosamente escreveu uma ex-funcionária. Na mensagem de despedida, o CCAA agradeceu as manifestações de carinho recebidas e afirmou que toda a comunidade da instituição se une "com saudades e gratidão" para homenagear seu fundador.


Logomarca do Haras das Estrelas, que tanto sucesso fez no Hipódromo da Gávea

Assim que tivermos mais informações, divulgaremos.

A Diretoria da ACPCPSI se solidariza com os familiares por esta imensa perda.

Da Redação

 



Termina amanhã, dia 17, 6ª feira, às 16h, a inscrição para a Copa dos Criadores, da ABCPCC [16/07/2026]

ABCPCC

ATENÇÃO: Termina amanhã. às 16h, a inscrição para a Copa dos Criadores


Não deixe de inscrever seus potros, na Copa dos Criadores promovida pela ABCPCC – Associação Brasileira de Criadores e Proprietários do Cavalo de Corrida, pois serão 7 Grandes Prêmios com excelente expectativa de Bolsa, que será em torno de R$ 1,5 milhões em prêmios

Provas que compõem o evento e expectativas de Bolsa:
Copa ABCPCC Clássica – GP Matias Machline, G1, 2000 metros na grama, para produtos de 4 anos e mais. Expectativa de Bolsa: R$ 460.000,00

Copa ABCPCC Velocidade Mario Belmonte Moglia, G3 - 1000 metros na grama, para produtos de 3 anos e mais. Expectativa de Bolsa: R$ 135.000,00

Taça de Prata – Machos – GP João A. de Almeida Prado, G1, 1600 metros na grama, potros de 3 anos. Expectativa de Bolsa: R$ 235.000,00

Taça de Prata – Fêmeas – GP Margarida Polak Lara, G1, 1600 metros na grama, potrancas de 3 anos. Expectativa de Bolsa: R$ 235.000,00

Copa ABCPCC Éguas – Gonçalo Borges Torrealba - 1400 metros na grama. Éguas 3 anos e mais. Expectativa de Bolsa: R$ 150.000,00

Copa ABCPCC Milha – Oscar Pacheco Borges - 1600 metros na grama. Produtos de 4 anos e mais. Expectativa de Bolsa: R$ 146.000,00

Copa ABCPCC Milha Areia – Sylvio Bertoli - 1600 metros na areia. Produtos de 3 anos e mais. Expectativa de Bolsa: R$ 74.000,00

A expectativa das Bolsas é considerado mesmo número de inscritos em 2025. Ela é composta por recursos próprios, patrocínio e Added, podendo aumentar mediante pagamento de penalidades (para quem quiser participar e não inscrever no prazo correto).

Portanto não perca a hora, inscreva já os seus produtos.

Confira as condições de pagamento:

17/07/2026 – 6ª feira, até as 16h – 1ª Parcela do ADDED
24/07/2026 – 6ª feira, até as 16h – 2ª Parcela do ADDED + eventuais penalidades

Conforme regulamento, só poderão participar aqueles que fizerem o primeiro pagamento no prazo devido, ou seja, não serão aceitas inscrições de 100% no dia 24/07.

Informações na ABCPCC com Kelvin, pelo celular (11) 94551-0739

Da Redação

 



Clássico Imprensa, Luiz Carlos Vergara Marques, é destaque de hoje no Cristal [16/07/2026]

Internet

Donington Park vem de fácil vitória na mesma distância, em 25 de junho


O Clássico Imprensa, em homenagem ao saudoso jornalista, Luiz Carlos Vergara Marques, na distância de 1380 metros, em pista de areia, para produtos e 3 anos e mais idade, segundo páreo da reunião de hoje à tarde, no Hipódromo do Cristal, em Porto Alegre, vai reunir sete competidores. Além da prova central, a programação possui mais sete páreos com nomes de veículos especializados na divulgação do turfe, Turfe em Revista, Podcast Dicas de Turf, Podcast Podvelocita, Turfe Emoção, Turfe On Line, Jornal do Turfe e Em Busca da Barbada.

No Clássico Imprensa, o favorito deve ser Donington Park, montaria de C.  Farias e propriedade de Cláudio Osório Marques / Flávio Meireles. O filho de Can The Man e Naples, por Point Given vem de fácil vitória por vários corpos em Prova Especial. Donington Park tem 5 vitórias, 3 na Gávea e 2 no Cristal, e das quatro atuações no Cristal, somou 2 vitórias, 1 segundo e 1 terceiro.

Veja a vitória de Donington Park em Prava Especial na sua última corrida:
https://www.youtube.com/watch?v=ji_AmsV1wKQ

Eis o campo completo da prova central, com as montarias, e, também o nome dos proprietários dos puros-sangues inscritos, com largada marcada para às 16h43:

2º Páreo - Clássico Imprensa - Luiz Carlos Vegara Marques - 1380m - Areia - produtos de 3 anos e mais idade

1- Olympic Lawyer - R. C. Borges - Gil Boczianowwski Irala
2- Donington Park - C.  Farias - Cláudio Osório Marques / Flávio Meireles
3- L’ Amico Mio - L. Gouvea - Alberto Tiellet Miorim
4- Núcleo Terrestre - L. G. Costa - Luciano Santos Fortes
5- Big River - G. Staiti - Henrique Menegotto Lorea
6- Kempes Love - M. B. Costa - Alberto Tiellet Miorim
7- Karim D’ Anafer - K. Gonçalves - Caio Zogbi Vitória

Confira o programa do Cristal:
http://www.raialeve.com.br/pdf/6_A_6a58f75648228.pdf

Da Redação

 



Jockey Club do Rio Grande do Sul está de cara nova, com novo site [16/07/2026]

JCRS

Um novo site, com muito mais informações. O turfe agradeçe


Atendendo a evolução do mercado, a diretoria do JCRS, providenciou um novo site, com design moderno e contemplando uma nova estruturação.

Nela, além de informações sobre a História do Jockey Club, foram incluídas novas abas de informações, como a Galeria de fotos que registra as fotos dos vencedores dos páreos de toda a programação, Atas, Editais, Programa Internacional, dentre outros.

E também novas facilidades, como a Enturmação dos cavalos que atuam no cristal, que informam a quantidade de vitórias dos animais no cristal, onde por exemplo, constam como os mais vitoriosos com 10 ou mais vitórias:

Gulf do jaguaretê – 15 vitórias
Fera do Mano – 14 vitórias
L’Amico Mio – 13 vitórias
Galileu Corunilha – 12 vitórias
Big River – 10 vitórias
Quarter Pound – 10 vitórias

Tem também a inscrição “on line”, que facilitará treinadores a inscrever seus animais.

O novo site ainda está sendo complementado de informações, porém é um ótimo passo dado pelo JCRS, pois quanto mais informações e clareza se tiver é melhor para o turfe nacional.

Passou-se da época em que as informações não eram divulgadas, como se alguns assuntos fossem uma “caixa preta”.

Parabéns, que sigam assim.

Clique abaixo e verifique o novo site do JCRS:
https://www.jockeyrs.com.br/

Da Redação

 



Coluna Páreo Corrido, por Paulo Gama [15/07/2026]

Semana turfística tem início amanhã à tarde no Hipódromo do Cristal

A diretoria do Jockey Club do Rio Grande do Sul, através da sua Comissão de Corridas, vai promover, programação de 8 páreos, das 16h07, até às 20h05, amanhã à tarde, no Hipódromo do Cristal, em Porto Alegre. Os dirigentes gaúchos estão preocupados com a previsão de chuva forte, e de ventania, na previsão do serviço de meteorologia. A prova central, o Clássico Imprensa, Luiz Carlos Vergara Marques, em 1380 metros, na areia, será realizado no segundo páreo, e foram inscritos sete competidores. Olympic Lawyer, Donington Park, L’ Amico Mio, Núcleo Terrestre, Big River, Kempes Love e Karim D’ Anafer, Todos os demais páreos serão em homenagem a órgãos da imprensa especializada.

No Tarumã, Oregon Moon bateu recorde


Oregon Moon

Depois de atuar cinco vezes na raia de grama, e obter três vitórias, Oregon Moon, de criação do Haras Anderson, e propriedade do Haras Rio Iguassu, foi inscrito diretor na pista de areia pelo treinador, Antônio Oldoni, onde sempre produziu bons exercícios matinais. Conduzido por Altair Domingos, o filho de Verrazano e Beauty Harlan deu vareio nos rivais em tempo recorde de 1m19s13, no percurso de 1300 metros, na areia, novo recorde do Hipódromo do Tarumã.

Em Cidade Jardim, Hall da Fama derrota os machos na PE Cacique Negro


Hall da Fama

Apresentada em estado atlético exuberante por Vitório Fornasaro, e conduzida com maestria pela joqueta, Jeane Alves, Hall da Fama derrotou os cavalos na Prova Especial Cacique Negro, em 3000 metros na grama do hipódromo paulistano. A filha de Sangarius e Nogueirinha, por Soldier of Fortune, única égua inscrita na prova, criação do Haras Old Friends, e propriedade de João Boyadjian, deu um passeio nos rivais do sexo oposto.

Na Gávea, Gervrei-Chambertain confirmou o favoritismo

Apresentada em perfeito estado atlético por Luiz Esteves, Gervrei-Chambertain, do Haras Legacy, derrotou as duas companheiras de cocheira, Oceânica e Like It Hot, no Grande Prêmio Onze de Julho, Grupo 2, na raia de grama pesada do Hipódromo da Gávea. Foi sua quinta vitória, em 15 saídas, com 10 segundos lugares, e duas terceiras colocações. Sem dúvida, campanha espetacular da filha de DRoselmeyre e Vega Cecília, por Vettori.

Puro-sangue melhor apresentado


Riesling

Brilhou o treinador Carlos André, exclusivo do Stud Best Friends, na apresentação de Riesling, de criação do Haras Figueira do Lago. O filho de Agnes Gold e Honra ao Mérito, por Refuse to Bend, chegou a sua sexta vitória, com direção precisa de Wesley Silva Cardoso.

Joqueada da semana

José Aparecido deu ótima direção em Endless Love, propriedade da parceria entre o Stud Hulk/Oitavo, criação da Fazenda Mondesir, numa prova misturada com os machos, em que desacatou a companhia masculina. Preparo impecável de Jaime Muniz Aragão, para a direção arrojada e precisa do excelente bridão.


Treinados Jaime Aragão, cavalariço e J. Aparecido em Endless Love

Personagem

Luiz Esteves voltou a brilhar neste início de temporada. Fez trifeta na prova de Grupo 2, através de Gervrei-Chambertain, Oceânica e Like Ir Hot. E no domingo levou a melhor no páreo de potrancas, com Vera Lúcia, do Haras Fronteira, e, o de produtos, com Riversides, do Haras Legacy, ambos triunfos de rateios elevados. Entrevista proveitosa ao site Raia Leve.
 

Fotos: Sylvio Rondinelli

Da Redação

 



Está chegando o leilão do Haras Uberlândia. Será no dia 22 de julho, 4ª feira [14/07/2026]

APPS

Dia 22 está chegando. Leilão do Haras Uberlândia


Há 50 anos criando, e produzindo ótimos animais vitoriosos nos hipódromos de Cidade Jardim, Gávea, Cristal e Maroñas, o Haras Uberlândia está reformulando sua criação, ofertará em leilão um seleto plantel, composto de reprodutoras, animais em treinamento e produtos das gerações 2024 e 2025.

Não é uma liquidação de plantel, pois o haras ficará com os produtos das gerações 2024 e 2025, filhos dos garanhões SPLENDID PRIZE (por NEW YEARS DAY) e LORD OF WESTBURY ( 20 vitórias, 17 no Cristal, sendo 13 provas clássicas, 2 Cidade Jardim e Gávea) além das éguas com prenhez dos garanhões mencionados, por se tratar de reprodutores iniciando suas atividades e são depositários de enormes expectativas de seu proprietário.

Como poderão observar, os produtos que serão ofertados, das gerações 2024 e 2025, são filhos de garanhões conceituados, à exemplo de CAMELOT KITTEN, GOLDIKOVIC, HELIOSTATIC, OLYMPIC JHONSNOW, OUTSTRIP, VERRAZANO, WEST BY EAST e JASPION SILENT.

Serão leiloadas 11 reprodutoras com prenhez de LONDON MOON, GOLDIKOVIC, CHRONNOS, VERRAZANO e BIEN SUREÑO.

Recentemente, no final de junho, Expert de La Côte, a nº 5 do catálogo, 4 anos, uma filha de Catch In The Sky, e Batuta, por Oficcer, de criação e propriedade do Haras Uberlândia, confirmou o favoritismo e conquistou o Clássico Duque de Caxias, prova central o Hipódromo do cristal, somando mais um ponto clássico.  


Expert de la Cote vencendo o Clássico Duque de Caxias

E a sua companha clássica foi a seguinte :

1 CLÁSSICO PRESIDENTE NAIO LOPES DE ALMEIDA,
1 CLÁSSICO DIANA (LR-R),
1 CLÁSSICO DUQUE DE CAXIAS,
2 SELETIVA IV COPA PRECOCIDADE E VELOCIDADE A.B.C.P.C.C., Cidade Jardim,

Os animais em treinamento, todos em campanha, estão alojados em Cidade Jardim, Cristal e Gávea, portanto representam excelentes oportunidade para proprietários de todos os hipódromos do Brasil.

Indian Stripes, a número 45, é tríplice coroada no Cristal, encaminhada recentemente para a reprodução, agora é uma jovem reprodutora. A campanha da neta de First American foi excelente no cristal, conquistando:


Indian Stripes

1º GP ESTUPENDA - 1ª PROVA DA TRÍPLICE COROA DE POTRANCAS,
1º GP FERNANDO JORGE SCHNEIDER - 2ª PROVA DA TRÍPLICE COROA DE POTRANCAS,
1º GP HIPÓDROMO DOS MOINHOS DE VENTO - 3ª PROVA DA TRÍPLICE COROA DE POTRANCAS
1º CLÁSSICO DIANA
1º CLÁSSICO PRESIDENTE NAIO LOPES DE ALMEIDA,
1º CLÁSSICO PRESIDENTE OLINTO BORBA STREB,
3º GP TAÇA DE CRISTAL - 3ª PROVA DA TRÍPLICE COROA JUVENIL -
3º CLÁSSICO PRESIDENTE GILBERTO DIOGO SANT’ANNA DA CUNHA,

Para melhor orientação dos interessados, informamos que as reprodutoras e os produtos das gerações 2024 e 2025, estão alojados em Bagé nos Haras Anderson e Di Cellius, e no Paraná no Haras dos Girassóis, bastando consultar o catálogo, que informa a localização.

O leilão acontecerá no dia 22 de julho, às 20h, com transmissão pela TV Turfe Rio, TV Jockey São Paulo e internet.

Veja o catálogo do Leilão do Haras Uberlândia:
http://www.raialeve.com.br/pdf/15_A_6a400c279a71f.pdf

 



Omaha Beach, do Haras do Morro, vence Handicap Antônio Ricardo na Gávea [13/07/2026]

Internet

Omaha Beach por dentro com R. Viana, apara a atropelada de Bilionaire com L. Henrique


Omaha Beach, uma filha de Put It Back e Livre Estou, por Adriano, de criação do Haras Santa Maria de Araras, e propriedade do Haras do Morro, bem apresentada por Nilson Lima, e conduzida com perfeição por Ruberlei Viana, conquistou por pequena diferença sobre Billionaire, do Stud San Duda, o Handicap Antônio Ricardo, corrido no 3º páreo, em homenagem a um dos melhores freios do turfe nacional de todos os tempos, e pai, do recordista mundial, Jorge Ricardo, o Ricardinho, com 13.376 vitórias.

Na terceira colocação finalizou Jotagê, de Luiz Henrique Flores dos Santos, que ponteou a prova, mas de 59 quilos, diminuiu sua ação nos metros finais.

Out Distance, que largou atrasado, se recuperou e foi o quarto colocado, com Oteque, no complemento do marcador, no tempo de 57s86, em pista de grama pesada.

Não correram Noppo e Nobre Guapo. Omaha Beach, única fêmea da prova, obteve a quarta vitória de sua campanha, em 11 saídas.

Veja o replay do Handicap:
https://www.youtube.com/watch?v=QlnczDDCJLA

Da Redação

 



Como um potro vendido por U$$ 1.200 dólares quase foi Tríplice Coroado Americano em 1971 [13/07/2026]

Internet

Canonero II e o Venezuelano Pedro Batista, seu dono


A história de Canonero II (frequentemente chamado apenas de Canonero) é uma das maiores e mais improváveis sagas de azarões da história do turfe mundial. Em 1971, ele saiu da Venezuela como um completo desconhecido para chocar o mundo e vencer o prestigiado Kentucky Derby e o Preakness Stakes.

Nascido em 24 de abril de 1968 nos Estados Unidos, Canonero II era filho de Pretendre (GB) e Dixieland II (USA), por Nantallah (USA). Seu pai, Pretende, nascido em 1963, foi um excelente e precoce potro. Aos 2 anos venceu o Observer Gold Cup, G1, o Doncaster, G1, e o Dewhurst Stakes, G1, em Newmarket. Aos 3 anos, venceu o Blue Riband Trial Stakes, G3 em Epsom, foi 2º lugar no Epsom Derby, G1.

Dixieland II (USA), sua mãe, correu apenas 12 vezes, obtendo uma vitória e 3 shows, em páreos comuns.

Pretendre, ingressou na reprodução no Kentucky entre 1967 e 1969, (e foi nesta época em que Canonero II nasceu). Após as 3 temporadas em Kentucky, Pretendre mudou-se para a Inglaterra, onde ficou entre 1970 e 1972. Também esteve no Haras Waikato, em nova Zelândia entre 1969 e 1971, em Shuttling.

Uma vez, conhecidas sua linha paterna e materna, Canonero não tinha um físico impressionante e sofria de um defeito de conformação em uma das pernas traseiras. Por conta disso, foi vendido em um leilão de potros por míseros 1.200 dólares (o menor valor já pago por um vencedor do Kentucky Derby) para o proprietário venezuelano Pedro Baptista, que o levou para correr em Caracas, no Hipódromo de La Rinconada.

Sob o treinamento de Juan Arias (um treinador negro que enfrentava imenso preconceito na época) e pilotado pelo jóquei Gustavo Ávila (apelidado de "El Monstruo"), o cavalo começou a mostrar alguma qualidade na Venezuela, obtendo 6 vitórias aos 2 e 3 anos, inclusive uma vitória na distância de 2.000 metros, mas nada que previsse o que estava por vir.


Treinador Juan Arias, radicado no Hipódromo La Rinconada em Caracas

Baptista decidiu inscrever Canonero II no Kentucky Derby de 1971. Nesta época não existia o sistema de pontuação "Road to the Kentucky Derby", onde os cavalos precisam acumular pontos em provas preparatórias específicas para conseguir uma das 20 vagas. O processo de inscrição e qualificação para o Kentucky Derby era completamente diferente e muito mais simples — o que permitiu que um azarão vindo da Venezuela alinhasse no partidor. Para um cavalo correr o Kentucky Derby naquela época, o requisito básico era que ele fosse um Thoroughbred (Puro Sangue de Corrida) de 3 anos de idade e que seus proprietários tivessem feito a inscrição inicial (nomination) meses antes, pagando as taxas obrigatórias dentro dos prazos estipulados pela administração de Churchill Downs.

Pedro Baptista (proprietário de Canonero II) pagou essas taxas sistematicamente. Como o cavalo era nascido nos Estados Unidos, ele tinha toda a documentação regularizada no stud book americano, facilitando o processo burocrático.

Não havia um comitê selecionando quem era "bom o suficiente" para correr, nem a exigência de vitória em grandes prêmios americanos anteriores. Se o proprietário pagasse as taxas de inscrição e o cavalo estivesse saudável na semana da corrida, ele estava dentro.

O único limitador histórico era a capacidade física do partidor de Churchill Downs. Quando havia excesso de cavalos inscritos, a regra de desempate para cortar os excedentes baseava-se nos ganhos financeiros históricos dos cavalos. Como Canonero II tinha um retrospecto razoável na Venezuela, ele tinha prêmios acumulados suficientes para garantir sua vaga caso houvesse um corte por dinheiro, embora pelo número de cavalos inscritos não foi preciso excluir cavalos por esse critério.

A viagem de Caracas até o Hipódromo de Churchill Downs, no Kentucky, foi um verdadeiro pesadelo logístico. Foi uma verdadeira odisseia cheia de contratempos que quase custou a participação do cavalo na corrida.

Os fatos da viagem de Canonero II estão documentados na história do turfe. Embora pareça o roteiro de um filme de comédia dramática, a odisseia de Canonero II de Caracas até Louisville, cidade do Hipódromo de Churchill Downs é absolutamente verídica. O historiador de turfe Steve Haskin e o escritor Milton C. Toby (autor do livro definitivo sobre o cavalo) detalham cada um desses percalços. A verificação ponto a ponto confirma o tamanho do milagre.


Livro de Milton C. Toby sobre a história de Canonero II

A viagem foi marcada por problemas mecânicos nos aviões, burocracia e falta de verbas. De Caracas a Miami, o primeiro avião de carga em que o cavalo foi embarcado sofreu uma pane mecânica logo após a decolagem e precisou retornar a Caracas. Na segunda tentativa, a situação foi ainda pior, um dos motores do avião pegou fogo no ar, forçando mais um pouso de emergência em Caracas. Sem outras opções rápidas de voo de carga para Miami, o cavalariço Juan Quintero e o treinador Juan Arias conseguiram embarcar o cavalo em um avião cargueiro de pequeno porte que estava transportando galinhas. Canonero fez a viagem inteira dividindo o espaço centenas de galinhas barulhentas.

Quando finalmente pousou em Miami, descobriu-se que a documentação alfandegária (papéis de importação) e sanitária (exames de sangue) de Canonero não haviam chegado aos oficiais americanos. Por conta disso, as autoridades não permitiram que Canonero descesse do avião. Ele ficou confinado dentro da aeronave abafada por cerca de 12 horas no calor da Flórida. Quando finalmente desceu, ele ficou retido na alfândega em Miami e teve de passar 4 dias em quarentena obrigatória até que os resultados dos exames de sangue fossem processados pelo laboratório do Departamento dos EUA.

Após ser liberado da quarentena em Miami, o plano original de voar até Louisville foi cancelado por razões financeiras. O proprietário, Pedro Baptista, não havia enviado dinheiro suficiente para cobrir os custos de um novo trecho de voo de Miami para o Kentucky. A solução foi enfrentar a longa viagem de estrada. E assim foi Canonero. Em um caminhão de transporte para enfrentar uma viagem rodoviária de 1.690 quilômetros. Para completar o calvário, o caminhão que transportava o animal quebrou no meio do caminho. A viagem de caminhão durou quase 30 horas.

Quando o caminhão finalmente estacionou nos portões de Churchill Downs, a sequência de absurdos continuava. Os seguranças do hipódromo não sabiam quem era aquele cavalo Venezuelano e o treinador Juan Arias não falava inglês. Eles foram barrados na entrada e só conseguiram entrar nas cocheiras horas depois, após telefonemas e muita insistência.

Ao desembarcar, em uma segunda-feira, 26 de abril de 1971, exatamente 5 dias antes do Kentucky Derby (que aconteceu no sábado, 1º de maio), ele havia perdido muito peso, estava visivelmente desidratado, cansado e tão magro que era possível contar as suas costelas.

E foi esse estado deplorável após a viagem que fez a imprensa americana tratá-lo como um "azarão sem chances" nos dias que antecederam a sua histórica vitória. Alguns jornalistas o tratavam como uma "piada" ou uma inscrição meramente exótica.

Essa sucessão de absurdos é o que torna a vitória de Canonero II no Kentucky Derby uma das histórias mais bonitas e humanas do esporte. Ele superou o fogo, as galinhas, a burocracia e a estrada para se tornar um campeão eterno.

O Choque no Kentucky Derby (1971)

No dia 1º de maio de 1971, Canonero II alinhou no partidor com um rateio na modalidade de vencedor de U$$ 19,40 por 2 dólares nas apostas (ele fazia parte do "Mutuel Field", um grupo de cavalos considerados sem chances individuais). Como Canonero II era considerado um azarão extremo (historiadores estimam que, se ele corresse sozinho nas poules, suas cotações reais seriam de 91 por 1 a até 100 por 1), a organização do hipódromo o colocou no chamado "Mutuel Field" junto com outros 5 cavalos azarões.

Como as apostas em qualquer um desses 6 cavalos eram agrupadas em um único bilhete, o volume de apostas somado do grupo inflou o rateio para baixo. Quem apostou no "Field" levou os U$$ 9,70 por $1, graças à vitória monumental do azarão venezuelano.

O plano de Juan Arias e Gustavo Ávila era cirúrgico. Porém o imprevisto começou logo na largada. Canonero pulou mal e ficou na penúltima posição em um lote de 20 cavalos.

Na reta oposta, Ávila começou a exigir o cavalo, que iniciou uma progressão monumental por fora da pista, passando os adversários um a um.

Na reta final, Canonero II por fora de todos, assumiu a ponta com uma força avassaladora, cruzando a linha de chegada com quase 4 corpos de vantagem sobre Jim French.


Canonero II vencendo o Kentucky Derby

O silêncio atônito em Churchill Downs logo deu lugar à festa da colônia venezuelana e latina presente.

Veja a vitória de Canonero II no Kentucky Derby:
https://www.youtube.com/watch?v=n6sSb3LkEmQ

A Confirmação no Preakness Stakes

Desde antes de correr o Preakness Stakes, Canonero II já vinha sofrendo de uma infecção bacteriana no casco conhecida em inglês como thrush (uma infecção fétida que atinge a ranilha do casco). Essa infecção no pé incomodava muito o cavalo e exigia tratamentos constantes, o que chegou a fazê-lo perder dias de treino. A imprensa da época frequentemente noticiava essa lesão como uma "foot infection" (infecção no pé/casco).

Muitos analistas americanos creditaram a vitória no Derby era uma mera casualidade ("um fluke"). Duas semanas depois, no Preakness Stakes, em Pimlico, Canonero II provou que era um craque legítimo.

Dessa vez, Ávila mudou a tática, correu mais perto do pelotão da frente e, na curva, assumiu a liderança, brigando com Eastern Fleet. Os dois protagonizaram um duelo eletrizante na reta toda, mas Canonero II acabou cruzando o espelho com uma vantagem de 1 corpo e meio, cravando o recorde da pista para a distância na época, 1min54s. A "Canonero-mania" explodiu nos Estados Unidos e na Venezuela.


Canonero II vencendo o Preakness Stakes

Veja a vitória no Preakness Stakes:
https://www.youtube.com/watch?v=QsQFhNzeu-4

O Sonho Desfeito da Tríplice Coroa

Ao chegar a Belmont Park para a última etapa da Tríplice Coroa, a situação física dele se agravou drasticamente. Além da infecção persistente no casco, Canonero II desenvolveu uma infecção dolorosa em um dos cascos (uma broca) nos dias que antecederam a prova, e o seu jarrete direito ficou severamente inchado após o Preakness.  Como Canonero II já tinha um defeito natural de conformação justamente nas pernas traseiras (um aprumo deficiente e jarretes menos alinhados do que o ideal), a sobrecarga física e o desgaste das corridas anteriores cobraram o preço nessa articulação.

A pressão sobre a equipe era imensa.

Mesmo no sacrifício e claramente sem suas melhores condições físicas, o treinador Juan Arias sabia que o cavalo não estava em condições ideais de correr. O proprietário Pedro Baptista decidiu insistir na inscrição devido à imensa pressão do público e da mídia. Canonero II correu no sacrifício com o jarrete inflamado e o casco infeccionado, o que explica por que ele cansou na reta de Belmont, diante de um público recorde de mais de 80 mil pessoas em Belmont. Ele liderou até o trecho final da curva, entrou na reta em segundo, e perdeu o tereiro em cima do disco, e terminou em um heroico 4º lugar, na prova vencida por Pass Catcher.

Veja a corrida do Belmont Stakes:
https://www.youtube.com/watch?v=w-4a18VQC4M

Mais tarde, Canonero II foi vendido para o tradicional Haras King Ranch nos EUA, por U$$ 1.500.000 , onde ainda chegou ainda a vencer o Stymie Handicap em 1972 (derrotando o campeão Riva Ridge) antes de ser aposentado para a reprodução.

Em 1973, iniciou sua carreira como reprodutor no King Ranch. Em 1981 foi transferido para o Haras Tamanaco, na Venezuela.


Canonero II no Haras

Morreu em 11 de novembro de 1981, aparentemente de insuficiência cardíaca

A façanha de Canonero II permanece viva como a maior prova de que, no turfe, o coração e a resiliência de um cavalo e sua equipe podem superar qualquer barreira econômica, geográfica e de preconceito.

Da Redação

 



Padoca, da Coudelaria Atafona, surpreende favoritos no Clássico Sabinus, Listed, na Gávea [12/07/2026]

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Ostentando excelente preparo e ótima direção, Padoca leva o Clássico Sabinus


Padoca, filha de Chronnos e Garota Carioca, por Mineshaft, de criação do Haras Anderson, e propriedade da Coudelaria Atafona, impecavelmente apresentada por Jaime Muniz Aragão, e com excelente direção de Waldomiro Blandi, que procurou a pista de fora da grama que estava dando vantagem, dominou de ponta a ponta o Clássico Sabinus, realizado hoje à tarde na Gávea.

Para os 1000 metros, o tempo foi de 57s80 na grama pesada

Na segunda posição finalizou Ungaré, do Haras Chello, que largou atrasado, recuperou-se durante o percurso, e formou a dupla em promissora apresentação.

Outros concorrentes que procuraram o externo da pista obtiveram as demais colocações. Foi o caso de Urgent Matter, do Stud Red Rafa, terceiro colocado nos metros finais, Velvet Revolver, do Stud Sampaio, quarto colocado, e, Colina Histórica, de João Baptista Medeiros Vargens, no quinto posto.

Ultra show, favorito do páreo, que corria em segundo até os 200 metros finais, esmoreceu e terminou em sexto.

Veja o replay do Clássico:
https://www.youtube.com/watch?v=bMjn0oq1N8w

Da Redação

 






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