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Off the Curve - Stud H & R

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Oteque - Stud H & R

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Submarino - Haras Figueira do Lago

Ronigol - Stud Verde

Sargent Pepper - Stud H & R

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Spartan Lius - Coudelaria Atafona

Dreamer Winner - Haras Iposeiras

Ronigol - Stud Verde

Maryland - Stud Verde

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Meu Amor Maior - Stud 13 de Recife

Le Gonfalon - Stud Verde

Minuxa - Haras Depiguá

Olympic Orkut - Stud H & R

Só Te Peço Amor - Stud Verde

Ronigol - Stud Verde

Papa-Léguas - Stud H & R








Indicações Gávea, 3ª feira, 14/07, por Julio Ponte [14/07/2026]

Internet

Jóquei – Quadro de Jacques Despierre – OCS – 37x51cm

1°: 7-4-2 Páreo muito duro onde arrisco a indicação do ligeiro Malkovich Mio (7) que volta ao gramado onde rende tudo o que sabe. Mas se o meu indicado for guerreado na frente o One Years (4) que vem de trás passa a ter muita chance. Relâmpago (2) depois.

2°: 4-7-5 Após reaparecer de quase 1 anos com bom quarto, a Bitte Bitte (4) voltou em páreo misturado com os machos duríssimo e fez ótimo segundo. Hoje só entre as fêmeas é uma boa indicação. Labuta (7) que vem de 3 vitórias seguidas fica para a dupla. Vim de Bagé (5) depois.

3°: 1-8-2 O G1 Nagayama (1) reapareceu de um ano de parado com ótimo terceiro na semana máxima e hoje aguerrido é a indicação que se impõe. Ojo de Água (8) que após reaparecer fez dois segundos perdendo em cima é a única diferença. 

4°: 5-9-7 Gosto aqui do Bria (5) que está melhor colocado agora em 1.500m. O ligeiro Raushenberg (9) se florear pode endurecer. E olho n Ragnar Lodbrok (7) que cai de distância mas despenca de enturmação.



Está chegando o leilão do Haras Uberlândia. Será no dia 22 de julho, 4ª feira [14/07/2026]

APPS

Dia 22 está chegando. Leilão do Haras Uberlândia


Há 50 anos criando, e produzindo ótimos animais vitoriosos nos hipódromos de Cidade Jardim, Gávea, Cristal e Maroñas, o Haras Uberlândia está reformulando sua criação, ofertará em leilão um seleto plantel, composto de reprodutoras, animais em treinamento e produtos das gerações 2024 e 2025.

Não é uma liquidação de plantel, pois o haras ficará com os produtos das gerações 2024 e 2025, filhos dos garanhões SPLENDID PRIZE (por NEW YEARS DAY) e LORD OF WESTBURY ( 20 vitórias, 17 no Cristal, sendo 13 provas clássicas, 2 Cidade Jardim e Gávea) além das éguas com prenhez dos garanhões mencionados, por se tratar de reprodutores iniciando suas atividades e são depositários de enormes expectativas de seu proprietário.

Como poderão observar, os produtos que serão ofertados, das gerações 2024 e 2025, são filhos de garanhões conceituados, à exemplo de CAMELOT KITTEN, GOLDIKOVIC, HELIOSTATIC, OLYMPIC JHONSNOW, OUTSTRIP, VERRAZANO, WEST BY EAST e JASPION SILENT.

Serão leiloadas 11 reprodutoras com prenhez de LONDON MOON, GOLDIKOVIC, CHRONNOS, VERRAZANO e BIEN SUREÑO.

Recentemente, no final de junho, Expert de La Côte, a nº 5 do catálogo, 4 anos, uma filha de Catch In The Sky, e Batuta, por Oficcer, de criação e propriedade do Haras Uberlândia, confirmou o favoritismo e conquistou o Clássico Duque de Caxias, prova central o Hipódromo do cristal, somando mais um ponto clássico.  


Expert de la Cote vencendo o Clássico Duque de Caxias

E a sua companha clássica foi a seguinte :

1 CLÁSSICO PRESIDENTE NAIO LOPES DE ALMEIDA,
1 CLÁSSICO DIANA (LR-R),
1 CLÁSSICO DUQUE DE CAXIAS,
2 SELETIVA IV COPA PRECOCIDADE E VELOCIDADE A.B.C.P.C.C., Cidade Jardim,

Os animais em treinamento, todos em campanha, estão alojados em Cidade Jardim, Cristal e Gávea, portanto representam excelentes oportunidade para proprietários de todos os hipódromos do Brasil.

Indian Stripes, a número 45, é tríplice coroada no Cristal, encaminhada recentemente para a reprodução, agora é uma jovem reprodutora. A campanha da neta de First American foi excelente no cristal, conquistando:


Indian Stripes

1º GP ESTUPENDA - 1ª PROVA DA TRÍPLICE COROA DE POTRANCAS,
1º GP FERNANDO JORGE SCHNEIDER - 2ª PROVA DA TRÍPLICE COROA DE POTRANCAS,
1º GP HIPÓDROMO DOS MOINHOS DE VENTO - 3ª PROVA DA TRÍPLICE COROA DE POTRANCAS
1º CLÁSSICO DIANA
1º CLÁSSICO PRESIDENTE NAIO LOPES DE ALMEIDA,
1º CLÁSSICO PRESIDENTE OLINTO BORBA STREB,
3º GP TAÇA DE CRISTAL - 3ª PROVA DA TRÍPLICE COROA JUVENIL -
3º CLÁSSICO PRESIDENTE GILBERTO DIOGO SANT’ANNA DA CUNHA,

Para melhor orientação dos interessados, informamos que as reprodutoras e os produtos das gerações 2024 e 2025, estão alojados em Bagé nos Haras Anderson e Di Cellius, e no Paraná no Haras dos Girassóis, bastando consultar o catálogo, que informa a localização.

O leilão acontecerá no dia 22 de julho, às 20h, com transmissão pela TV Turfe Rio, TV Jockey São Paulo e internet.

Veja o catálogo do Leilão do Haras Uberlândia:
http://www.raialeve.com.br/pdf/15_A_6a400c279a71f.pdf

 



Gávea encerra semana turfística com corrida noturna de 8 páreos [14/07/2026]

Internet

Hipódromo da Gávea


A Secretaria da Comissão de Corridas do Jockey Club Brasileiro promove reunião noturna de 8 páreos de turma, das 18h30, às 22h, hoje, no Hipódromo da Gávea, para encerrar a semana turfística. Apenas o quinto páreo foi chamado na pista de areia, e, os outros sete, estão programados na raia de grama. As duas primeiras reuniões da semana, domingo e segunda-feira, com 9 páreos, e pista do programa, tiveram 9 provas realizadas, e Movimentos Gerais de Apostas acima de R$ 600 mil. Na corrida de hoje, com 8 páreos, a expectativa da diretoria do JCB é de ultrapassar os R$ 550 mil.

Na corrida de hoje à noite foram chamados apenas dois páreos de claiming, o sexto, e, o oitavo, ambos para animais de três anos, sem vitória, duas provas do Betting 4 Ex, que ontem teve apenas um bilhete, com 3 acertos, 6 combinações, com R$ 21.274,25, por combinação. O Pick 7 saiu com 7 acertos para 4 bilhetes, com 4 combinações, de R$ 21.217,54, por combinação. As apostas são sempre as mais interessantes para os apostadores.

As inscrições para a próxima semana formaram duas reuniões de 9 provas, segunda e terça-feira no Hipódromo da Gávea, nos dias 20 e 21 de julho. Na segunda-feira foram chamados 4 páreos para os 3 anos, sem vitória, e apenas um páreo de claiming. Já a jornada turfística de terça, está com nível técnico sofrível, com cinco páreos de claiming, e só quatro páreos de turma, acima dos 4 anos de idade.

Na corrida de hoje à noite, o campeão da estatística da temporada passada, salvo algum forfait inesperado, assinou compromissos de montaria, em todos os páreos. Sem dúvida, uma satisfação para os aficionados e fãs do piloto.

Veja o programa de hoje:
https://www.raialeve.com.br/pdf/6_A_6a510f77d6033.pdf

Da Redação

 



Omaha Beach, do Haras do Morro, vence Handicap Antônio Ricardo na Gávea [13/07/2026]

Internet

Omaha Beach por dentro com R. Viana, apara a atropelada de Bilionaire com L. Henrique


Omaha Beach, uma filha de Put It Back e Livre Estou, por Adriano, de criação do Haras Santa Maria de Araras, e propriedade do Haras do Morro, bem apresentada por Nilson Lima, e conduzida com perfeição por Ruberlei Viana, conquistou por pequena diferença sobre Billionaire, do Stud San Duda, o Handicap Antônio Ricardo, corrido no 3º páreo, em homenagem a um dos melhores freios do turfe nacional de todos os tempos, e pai, do recordista mundial, Jorge Ricardo, o Ricardinho, com 13.376 vitórias.

Na terceira colocação finalizou Jotagê, de Luiz Henrique Flores dos Santos, que ponteou a prova, mas de 59 quilos, diminuiu sua ação nos metros finais.

Out Distance, que largou atrasado, se recuperou e foi o quarto colocado, com Oteque, no complemento do marcador, no tempo de 57s86, em pista de grama pesada.

Não correram Noppo e Nobre Guapo. Omaha Beach, única fêmea da prova, obteve a quarta vitória de sua campanha, em 11 saídas.

Veja o replay do Handicap:
https://www.youtube.com/watch?v=QlnczDDCJLA

Da Redação

 



Como um potro vendido por U$$ 1.200 dólares quase foi Tríplice Coroado Americano em 1971 [13/07/2026]

Internet

Canonero II e o Venezuelano Pedro Batista, seu dono


A história de Canonero II (frequentemente chamado apenas de Canonero) é uma das maiores e mais improváveis sagas de azarões da história do turfe mundial. Em 1971, ele saiu da Venezuela como um completo desconhecido para chocar o mundo e vencer o prestigiado Kentucky Derby e o Preakness Stakes.

Nascido em 24 de abril de 1968 nos Estados Unidos, Canonero II era filho de Pretendre (GB) e Dixieland II (USA), por Nantallah (USA). Seu pai, Pretende, nascido em 1963, foi um excelente e precoce potro. Aos 2 anos venceu o Observer Gold Cup, G1, o Doncaster, G1, e o Dewhurst Stakes, G1, em Newmarket. Aos 3 anos, venceu o Blue Riband Trial Stakes, G3 em Epsom, foi 2º lugar no Epsom Derby, G1.

Dixieland II (USA), sua mãe, correu apenas 12 vezes, obtendo uma vitória e 3 shows, em páreos comuns.

Pretendre, ingressou na reprodução no Kentucky entre 1967 e 1969, (e foi nesta época em que Canonero II nasceu). Após as 3 temporadas em Kentucky, Pretendre mudou-se para a Inglaterra, onde ficou entre 1970 e 1972. Também esteve no Haras Waikato, em nova Zelândia entre 1969 e 1971, em Shuttling.

Uma vez, conhecidas sua linha paterna e materna, Canonero não tinha um físico impressionante e sofria de um defeito de conformação em uma das pernas traseiras. Por conta disso, foi vendido em um leilão de potros por míseros 1.200 dólares (o menor valor já pago por um vencedor do Kentucky Derby) para o proprietário venezuelano Pedro Baptista, que o levou para correr em Caracas, no Hipódromo de La Rinconada.

Sob o treinamento de Juan Arias (um treinador negro que enfrentava imenso preconceito na época) e pilotado pelo jóquei Gustavo Ávila (apelidado de "El Monstruo"), o cavalo começou a mostrar alguma qualidade na Venezuela, obtendo 6 vitórias aos 2 e 3 anos, inclusive uma vitória na distância de 2.000 metros, mas nada que previsse o que estava por vir.


Treinador Juan Arias, radicado no Hipódromo La Rinconada em Caracas

Baptista decidiu inscrever Canonero II no Kentucky Derby de 1971. Nesta época não existia o sistema de pontuação "Road to the Kentucky Derby", onde os cavalos precisam acumular pontos em provas preparatórias específicas para conseguir uma das 20 vagas. O processo de inscrição e qualificação para o Kentucky Derby era completamente diferente e muito mais simples — o que permitiu que um azarão vindo da Venezuela alinhasse no partidor. Para um cavalo correr o Kentucky Derby naquela época, o requisito básico era que ele fosse um Thoroughbred (Puro Sangue de Corrida) de 3 anos de idade e que seus proprietários tivessem feito a inscrição inicial (nomination) meses antes, pagando as taxas obrigatórias dentro dos prazos estipulados pela administração de Churchill Downs.

Pedro Baptista (proprietário de Canonero II) pagou essas taxas sistematicamente. Como o cavalo era nascido nos Estados Unidos, ele tinha toda a documentação regularizada no stud book americano, facilitando o processo burocrático.

Não havia um comitê selecionando quem era "bom o suficiente" para correr, nem a exigência de vitória em grandes prêmios americanos anteriores. Se o proprietário pagasse as taxas de inscrição e o cavalo estivesse saudável na semana da corrida, ele estava dentro.

O único limitador histórico era a capacidade física do partidor de Churchill Downs. Quando havia excesso de cavalos inscritos, a regra de desempate para cortar os excedentes baseava-se nos ganhos financeiros históricos dos cavalos. Como Canonero II tinha um retrospecto razoável na Venezuela, ele tinha prêmios acumulados suficientes para garantir sua vaga caso houvesse um corte por dinheiro, embora pelo número de cavalos inscritos não foi preciso excluir cavalos por esse critério.

A viagem de Caracas até o Hipódromo de Churchill Downs, no Kentucky, foi um verdadeiro pesadelo logístico. Foi uma verdadeira odisseia cheia de contratempos que quase custou a participação do cavalo na corrida.

Os fatos da viagem de Canonero II estão documentados na história do turfe. Embora pareça o roteiro de um filme de comédia dramática, a odisseia de Canonero II de Caracas até Louisville, cidade do Hipódromo de Churchill Downs é absolutamente verídica. O historiador de turfe Steve Haskin e o escritor Milton C. Toby (autor do livro definitivo sobre o cavalo) detalham cada um desses percalços. A verificação ponto a ponto confirma o tamanho do milagre.


Livro de Milton C. Toby sobre a história de Canonero II

A viagem foi marcada por problemas mecânicos nos aviões, burocracia e falta de verbas. De Caracas a Miami, o primeiro avião de carga em que o cavalo foi embarcado sofreu uma pane mecânica logo após a decolagem e precisou retornar a Caracas. Na segunda tentativa, a situação foi ainda pior, um dos motores do avião pegou fogo no ar, forçando mais um pouso de emergência em Caracas. Sem outras opções rápidas de voo de carga para Miami, o cavalariço Juan Quintero e o treinador Juan Arias conseguiram embarcar o cavalo em um avião cargueiro de pequeno porte que estava transportando galinhas. Canonero fez a viagem inteira dividindo o espaço centenas de galinhas barulhentas.

Quando finalmente pousou em Miami, descobriu-se que a documentação alfandegária (papéis de importação) e sanitária (exames de sangue) de Canonero não haviam chegado aos oficiais americanos. Por conta disso, as autoridades não permitiram que Canonero descesse do avião. Ele ficou confinado dentro da aeronave abafada por cerca de 12 horas no calor da Flórida. Quando finalmente desceu, ele ficou retido na alfândega em Miami e teve de passar 4 dias em quarentena obrigatória até que os resultados dos exames de sangue fossem processados pelo laboratório do Departamento dos EUA.

Após ser liberado da quarentena em Miami, o plano original de voar até Louisville foi cancelado por razões financeiras. O proprietário, Pedro Baptista, não havia enviado dinheiro suficiente para cobrir os custos de um novo trecho de voo de Miami para o Kentucky. A solução foi enfrentar a longa viagem de estrada. E assim foi Canonero. Em um caminhão de transporte para enfrentar uma viagem rodoviária de 1.690 quilômetros. Para completar o calvário, o caminhão que transportava o animal quebrou no meio do caminho. A viagem de caminhão durou quase 30 horas.

Quando o caminhão finalmente estacionou nos portões de Churchill Downs, a sequência de absurdos continuava. Os seguranças do hipódromo não sabiam quem era aquele cavalo Venezuelano e o treinador Juan Arias não falava inglês. Eles foram barrados na entrada e só conseguiram entrar nas cocheiras horas depois, após telefonemas e muita insistência.

Ao desembarcar, em uma segunda-feira, 26 de abril de 1971, exatamente 5 dias antes do Kentucky Derby (que aconteceu no sábado, 1º de maio), ele havia perdido muito peso, estava visivelmente desidratado, cansado e tão magro que era possível contar as suas costelas.

E foi esse estado deplorável após a viagem que fez a imprensa americana tratá-lo como um "azarão sem chances" nos dias que antecederam a sua histórica vitória. Alguns jornalistas o tratavam como uma "piada" ou uma inscrição meramente exótica.

Essa sucessão de absurdos é o que torna a vitória de Canonero II no Kentucky Derby uma das histórias mais bonitas e humanas do esporte. Ele superou o fogo, as galinhas, a burocracia e a estrada para se tornar um campeão eterno.

O Choque no Kentucky Derby (1971)

No dia 1º de maio de 1971, Canonero II alinhou no partidor com um rateio na modalidade de vencedor de U$$ 19,40 por 2 dólares nas apostas (ele fazia parte do "Mutuel Field", um grupo de cavalos considerados sem chances individuais). Como Canonero II era considerado um azarão extremo (historiadores estimam que, se ele corresse sozinho nas poules, suas cotações reais seriam de 91 por 1 a até 100 por 1), a organização do hipódromo o colocou no chamado "Mutuel Field" junto com outros 5 cavalos azarões.

Como as apostas em qualquer um desses 6 cavalos eram agrupadas em um único bilhete, o volume de apostas somado do grupo inflou o rateio para baixo. Quem apostou no "Field" levou os U$$ 9,70 por $1, graças à vitória monumental do azarão venezuelano.

O plano de Juan Arias e Gustavo Ávila era cirúrgico. Porém o imprevisto começou logo na largada. Canonero pulou mal e ficou na penúltima posição em um lote de 20 cavalos.

Na reta oposta, Ávila começou a exigir o cavalo, que iniciou uma progressão monumental por fora da pista, passando os adversários um a um.

Na reta final, Canonero II por fora de todos, assumiu a ponta com uma força avassaladora, cruzando a linha de chegada com quase 4 corpos de vantagem sobre Jim French.


Canonero II vencendo o Kentucky Derby

O silêncio atônito em Churchill Downs logo deu lugar à festa da colônia venezuelana e latina presente.

Veja a vitória de Canonero II no Kentucky Derby:
https://www.youtube.com/watch?v=n6sSb3LkEmQ

A Confirmação no Preakness Stakes

Desde antes de correr o Preakness Stakes, Canonero II já vinha sofrendo de uma infecção bacteriana no casco conhecida em inglês como thrush (uma infecção fétida que atinge a ranilha do casco). Essa infecção no pé incomodava muito o cavalo e exigia tratamentos constantes, o que chegou a fazê-lo perder dias de treino. A imprensa da época frequentemente noticiava essa lesão como uma "foot infection" (infecção no pé/casco).

Muitos analistas americanos creditaram a vitória no Derby era uma mera casualidade ("um fluke"). Duas semanas depois, no Preakness Stakes, em Pimlico, Canonero II provou que era um craque legítimo.

Dessa vez, Ávila mudou a tática, correu mais perto do pelotão da frente e, na curva, assumiu a liderança, brigando com Eastern Fleet. Os dois protagonizaram um duelo eletrizante na reta toda, mas Canonero II acabou cruzando o espelho com uma vantagem de 1 corpo e meio, cravando o recorde da pista para a distância na época, 1min54s. A "Canonero-mania" explodiu nos Estados Unidos e na Venezuela.


Canonero II vencendo o Preakness Stakes

Veja a vitória no Preakness Stakes:
https://www.youtube.com/watch?v=QsQFhNzeu-4

O Sonho Desfeito da Tríplice Coroa

Ao chegar a Belmont Park para a última etapa da Tríplice Coroa, a situação física dele se agravou drasticamente. Além da infecção persistente no casco, Canonero II desenvolveu uma infecção dolorosa em um dos cascos (uma broca) nos dias que antecederam a prova, e o seu jarrete direito ficou severamente inchado após o Preakness.  Como Canonero II já tinha um defeito natural de conformação justamente nas pernas traseiras (um aprumo deficiente e jarretes menos alinhados do que o ideal), a sobrecarga física e o desgaste das corridas anteriores cobraram o preço nessa articulação.

A pressão sobre a equipe era imensa.

Mesmo no sacrifício e claramente sem suas melhores condições físicas, o treinador Juan Arias sabia que o cavalo não estava em condições ideais de correr. O proprietário Pedro Baptista decidiu insistir na inscrição devido à imensa pressão do público e da mídia. Canonero II correu no sacrifício com o jarrete inflamado e o casco infeccionado, o que explica por que ele cansou na reta de Belmont, diante de um público recorde de mais de 80 mil pessoas em Belmont. Ele liderou até o trecho final da curva, entrou na reta em segundo, e perdeu o tereiro em cima do disco, e terminou em um heroico 4º lugar, na prova vencida por Pass Catcher.

Veja a corrida do Belmont Stakes:
https://www.youtube.com/watch?v=w-4a18VQC4M

Mais tarde, Canonero II foi vendido para o tradicional Haras King Ranch nos EUA, por U$$ 1.500.000 , onde ainda chegou ainda a vencer o Stymie Handicap em 1972 (derrotando o campeão Riva Ridge) antes de ser aposentado para a reprodução.

Em 1973, iniciou sua carreira como reprodutor no King Ranch. Em 1981 foi transferido para o Haras Tamanaco, na Venezuela.


Canonero II no Haras

Morreu em 11 de novembro de 1981, aparentemente de insuficiência cardíaca

A façanha de Canonero II permanece viva como a maior prova de que, no turfe, o coração e a resiliência de um cavalo e sua equipe podem superar qualquer barreira econômica, geográfica e de preconceito.

Da Redação

 



Gevrei–Chambertain, do Haras Legacy, se impõe no Grande Prêmio Onze de Júlio na Gávea [12/07/2026]

Internet

Favorita do público, Gevrei–Chambertain vence pela cerca externa o GP. Onze de Julho


Gevrei-Chambertain, de criação do Haras Old Friends, e propriedade do Haras Legacy, treinada por Luiz Esteves, e conduzida por Valdinei Gil, confirmou o amplo favoritismo, e ganhou o Grande Prêmio Onze de Júlio, disputado hoje à tarde, no Hipódromo da Gávea, em 1600 metros, em raia de grama pesada no tempo de 1m37s95.

A filha de Drosselmeyer e Vega Cecília, por Vettori, atropelou próxima a cerca externa na pista de grama pesada, local da pista que estava dando vantagem devido ao estado da grama.

Na largada foram para frente Tulinha e Oceânica. V. Gil acomodou Gervrei-Chambetain na terceira posição. O’ Hara, do Haras Santa Maria de Araras, largou mal e ficou na última colocação.

Na reta final, Gervrei-Chambertain acelerou para cima das ponteiras e dominou a prova com facilidade. Oceânica manteve a dupla, Like It Hot, passou para o terceiro posto, e completou a trifeta do treinador, Luiz Esteves.

Terra Molhada do Stud Eternamente Rio arrematou no quarto posto, e, Tulinha, do Stud Pritemps, negritando sua campanha, em quinto. O’ Hara, na raia pesada, não conseguiu reagir do pulo de partida atrás das demais adversárias.

Veja o replay do GP Onze de Júlio:
https://www.youtube.com/watch?v=8tREslhTeS0

Da Redação

 



Padoca, da Coudelaria Atafona, surpreende favoritos no Clássico Sabinus, Listed, na Gávea [12/07/2026]

Internet

Ostentando excelente preparo e ótima direção, Padoca leva o Clássico Sabinus


Padoca, filha de Chronnos e Garota Carioca, por Mineshaft, de criação do Haras Anderson, e propriedade da Coudelaria Atafona, impecavelmente apresentada por Jaime Muniz Aragão, e com excelente direção de Waldomiro Blandi, que procurou a pista de fora da grama que estava dando vantagem, dominou de ponta a ponta o Clássico Sabinus, realizado hoje à tarde na Gávea.

Para os 1000 metros, o tempo foi de 57s80 na grama pesada

Na segunda posição finalizou Ungaré, do Haras Chello, que largou atrasado, recuperou-se durante o percurso, e formou a dupla em promissora apresentação.

Outros concorrentes que procuraram o externo da pista obtiveram as demais colocações. Foi o caso de Urgent Matter, do Stud Red Rafa, terceiro colocado nos metros finais, Velvet Revolver, do Stud Sampaio, quarto colocado, e, Colina Histórica, de João Baptista Medeiros Vargens, no quinto posto.

Ultra show, favorito do páreo, que corria em segundo até os 200 metros finais, esmoreceu e terminou em sexto.

Veja o replay do Clássico:
https://www.youtube.com/watch?v=bMjn0oq1N8w

Da Redação

 



O último dia de Bold Ruler e seu Legado duradouro – Um triste 12 de julho [12/07/2026]

WinningStride

Bold Ruler, uma lenda


Em 12 de julho de 1971, Bold Ruler morreu na Claiborne Farm, a 30 km de Lexington, em Kentucky, após uma batalha contra o câncer. Ele tinha 17 anos.

No ano anterior, ele havia recebido tratamento na Universidade de Auburn para um tumor nasal maligno. O tratamento prolongou sua vida por mais uma temporada de reprodução, resultando em 33 potros adicionais.

Antes de se tornar um dos garanhões mais influentes da história das corridas americanas, Bold Ruler foi um dos melhores cavalos de corrida de sua geração.

Criado e de propriedade do Wheatley Stable de Gladys Mills Phipps, treinado pelo membro do Hall da Fama Sunny Jim Fitzsimmons e montado regularmente por Eddie Arcaro, Bold Ruler venceu 23 das 33 corridas que disputou e acumulou US$ 764.204 em prêmios.

Sua excepcional campanha de 1957 incluiu vitórias no Flamingo Stakes, Wood Memorial, Preakness Stakes, Jerome Handicap, Vosburgh Handicap, Queens County Handicap e Trenton Handicap. Em Trenton, ele derrotou os futuros membros do Hall da Fama, Gallant Man e Round Table.

Bold Ruler foi reconhecido como o Cavalo do Ano de 1957 por consenso, após vencer duas das três principais votações de final de ano.


Bold Ruler em 1957

Aos quatro anos, ele venceu os Handicaps Toboggan, Carter, Stymie, Suburban e Monmouth, carregando 60,8 kg (134 libras) tanto no Suburban quanto no Monmouth. Mais tarde, foi reconhecido como o campeão dos cavalos de velocidade de 1958.

Aposentado na Claiborne Farm, Bold Ruler tornou-se um garanhão que moldou a raça. Ele liderou o ranking geral de garanhões da América do Norte por sete anos consecutivos, de 1963 a 1969, e novamente postumamente em 1973.

De seus 356 filhos, ele gerou 82 vencedores de provas clássicas, incluindo Gamely, Bold Bidder, Bold Lad, Successor, Vitriolic, Wajima e, o mais famoso de todos, Secretariat.

Dois anos após a morte de Bold Ruler, Secretariat conquistou a Tríplice Coroa e ajudou seu pai a conquistar seu oitavo e último título de campeão de garanhões.


Secretariat, tríplice coroado, o melhor e mais famoso filho de Bold Ruler

Bold Ruler foi introduzido no Museu Nacional de Corridas e no Hall da Fama em 1973.

Um grande cavalo de corrida, um garanhão lendário e um legado que mudou o Puro-Sangue Inglês para sempre.

Transcrito do Instagran WinningStride, com acréscimos de fotos pelo Raia Leve

 



Oregon Moon, do Haras Rio Iguassu, vence Prova Especial em tempo recorde no Tarumã [12/07/2026]

@felipenevesphoto/@jockeyclubdoparana - JCPR

Oregon Moon é o novo recordista dos 1300 metros na areia do Tarumã


Em sua primeira apresentação na pista de areia, depois de atuar cinco vezes na grama, e obter três vitórias, Oregon Moon, de criação do Haras Anderson, e propriedade do Haras Rio Iguassu, conquistou em tempo recorde a Prova Especial Assembleia Legislativa do Estado do Paraná, realizada hoje à tarde, no Hipódromo do Tarumã, sem apurar seu pilotado nos metros finais, já que estava com a vitória garantida.

Para os 1300 metros, na areia encharcada, o novo recordista fez o tempo de 1m19s13, superando o record de Great Quality de 1m19s29, obtido em 13 de setembro de 2024.

Bem apresentado por Antônio Oldoni, e conduzido por Altair Domingos, o filho de Verrazano e Beauty Harlan, por Harlan´s Holiday, mostrou perfeita adaptação a pista de areia encharcada do prado paranaense.


Na entrada da reta, Domingos, com o Oregon Moon foi logo procurando a cerca externa, que estava dando muita vantagem.

Na segunda colocação finalizou King of Heart, do Stud Sion, que brigou na frente com Forestry Veloce, de Carlos Alberto Cardoso, Encanto Light obteve a terceira colocação, e Forestry Veloce, cansou da briga na ponta e ficou no quarto posto Oregon Moon passou de viagem pelos rivais, depois de atuar no terceiro lugar e assistir a briga dos ligeiros. Strada da Vida largou e chegou na última posição, depois de vir de triunfo no turfe carioca.

Veja o replay da Prova Especial Assembleia Legislativa do Estado do Paraná:
https://www.youtube.com/watch?v=E8-z7Pm5SW8

Da Redação

 






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[10/07/2026 - 12h00min] - Dia 23, o Leilão da Liquidação Total do Beverly Hills Stud

[09/07/2026 - 18h00min] - João Moreira vence páreo "Eight To Glory" no Hipódromo de Happy Valley, em Hong Kong

[09/07/2026 - 16h29min] - Triunfo de Pool Game no Handicap Carlos Paes de Barros, em Cidade Jardim

[09/07/2026 - 16h08min] - Hall da Fama, de João Boyadjian, derrota os machos no Handicap Especial Cacique Negro

[09/07/2026 - 15h57min] - Faz Bem, da Coudelaria Fantastic, vence Handicap Kigrandi em Cidade Jardim

[09/07/2026 - 09h15min] - Três Handicaps Especiais abrem temporada turfística hoje em Cidade Jardim

[08/07/2026 - 15h15min] - Coluna Páreo Corrido, por Paulo Gama

[08/07/2026 - 15h02min] - Ricardo Márquez assume cargo na TBS

[07/07/2026 - 19h15min] - Indicações Gávea, terça–feira, 07/07, por Julio Ponte

[07/07/2026 - 13h20min] - Noturna de 9 páreos encerra semana turfística na Gávea

[07/07/2026 - 13h11min] - Jockey Club de Pernambuco, corridas só dia 25 de julho de 2026

[07/07/2026 - 12h59min] - Com 4 vitórias, H. Fernandes dá cartão de visitas do novo Ano Hípico

[07/07/2026 - 03h01min] - Indicações Gávea, Segunda Feira, 06/07, por Julio Ponte

[06/07/2026 - 10h36min] - Baronius na África do Sul

[06/07/2026 - 10h10min] - Ano Hípico 2026/2027 começa hoje à noite na Gávea com 9 páreos




Remy Martin







13.376

12.844















Coudelaria Atafona

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Haras Clark Leite

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  Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro-Sangue Inglês