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Handicap Antônio Ricardo tem destaque na noturna da Gávea [13/07/2026]

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Antonio Ricardo conversando com Ricardinho, ainda criança


A Comissão de Corridas do Jockey Club Brasileiro promove programação de 9 páreos, das 18h, às 22h, hoje à noite, no Hipódromo da Gávea. O penetrômetro assinalou medida de 5.1, na volta fechada, e, 5.2, no prolongamento da reta final. Com isso a raia de grama foi mantida em sete páreos, e, apenas duas provas serão realizadas na areia, o quinto, e, o sexto páreos, já programados nesta pista anteriormente.

O Handicap Antônio Alfredo Ricardo, em homenagem ao pai do recordista mundial, Jorge Antônio Ricardo, o Ricardinho, 13.376 pontos, é destaque da reunião noturna, no tiro curto de 1000 metros, na grama.

Dois forfaits foram declarados, de Noppo, 3, e, de Nobre Guapo, 4.

Com isso, cinco animais vão decidir um páreo bastante equilibrado. São eles: Jotagê, de Luiz Henrique Flores dos Santos, Oteque, de Paulo Henrique Araújo Pereira, Billionaire, do Stud San Duda, Out Distance, da parceria, Stud Araré/Coudelaria Baungarten, e Omaha Beach, do Haras do Morro,

Antônio Ricardo montou durante longos anos no regime de freio, e conquistou quase todos os páreos importantes do calendário turfístico nacional, entre eles, o Grande Prêmio Brasil de 1967, no dorso de Duraque, do Haras Gabriel Homsy, e, por duas vezes o Grande Prêmio Bento Gonçalves, em 1958, com Estensoro, na última edição realizada no Hipódromo Moinhos de Vento, e, 1959, pela primeira vez, no Hipódromo do Cristal.


Antonio Ricardo no dorso de Duraque vencendo o GP Brasil 1967, para cima de Tagliamento, cavalo argentino invicto, que vinha de vencer o GP. São Paulo em tempo record

Antônio Ricardo travou duelos históricos com Luiz Rigoni, e, enfrentou nas pistas nacionais os chilenos, Juan Marchant, Francisco Irygoen, Emigdio Castilho, Oswaldo Ulloa, entre outros. 

Veja o programa de hoje na Gávea:
https://www.raialeve.com.br/pdf/6_A_6a510f6321fb7.pdf

Da Redação

 



Como um potro vendido por U$$ 1.200 dólares quase foi Tríplice Coroado Americano em 1971 [13/07/2026]

Internet

Canonero II e o Venezuelano Pedro Batista, seu dono


A história de Canonero II (frequentemente chamado apenas de Canonero) é uma das maiores e mais improváveis sagas de azarões da história do turfe mundial. Em 1971, ele saiu da Venezuela como um completo desconhecido para chocar o mundo e vencer o prestigiado Kentucky Derby e o Preakness Stakes.

Nascido em 24 de abril de 1968 nos Estados Unidos, Canonero II era filho de Pretendre (GB) e Dixieland II (USA), por Nantallah (USA). Seu pai, Pretende, nascido em 1963, foi um excelente e precoce potro. Aos 2 anos venceu o Observer Gold Cup, G1, o Doncaster, G1, e o Dewhurst Stakes, G1, em Newmarket. Aos 3 anos, venceu o Blue Riband Trial Stakes, G3 em Epsom, foi 2º lugar no Epsom Derby, G1.

Dixieland II (USA), sua mãe, correu apenas 12 vezes, obtendo uma vitória e 3 shows, em páreos comuns.

Pretendre, ingressou na reprodução no Kentucky entre 1967 e 1969, (e foi nesta época em que Canonero II nasceu). Após as 3 temporadas em Kentucky, Pretendre mudou-se para a Inglaterra, onde ficou entre 1970 e 1972. Também esteve no Haras Waikato, em nova Zelândia entre 1969 e 1971, em Shuttling.

Uma vez, conhecidas sua linha paterna e materna, Canonero não tinha um físico impressionante e sofria de um defeito de conformação em uma das pernas traseiras. Por conta disso, foi vendido em um leilão de potros por míseros 1.200 dólares (o menor valor já pago por um vencedor do Kentucky Derby) para o proprietário venezuelano Pedro Baptista, que o levou para correr em Caracas, no Hipódromo de La Rinconada.

Sob o treinamento de Juan Arias (um treinador negro que enfrentava imenso preconceito na época) e pilotado pelo jóquei Gustavo Ávila (apelidado de "El Monstruo"), o cavalo começou a mostrar alguma qualidade na Venezuela, obtendo 6 vitórias aos 2 e 3 anos, inclusive uma vitória na distância de 2.000 metros, mas nada que previsse o que estava por vir.


Treinador Juan Arias, radicado no Hipódromo La Rinconada em Caracas

Baptista decidiu inscrever Canonero II no Kentucky Derby de 1971. Nesta época não existia o sistema de pontuação "Road to the Kentucky Derby", onde os cavalos precisam acumular pontos em provas preparatórias específicas para conseguir uma das 20 vagas. O processo de inscrição e qualificação para o Kentucky Derby era completamente diferente e muito mais simples — o que permitiu que um azarão vindo da Venezuela alinhasse no partidor. Para um cavalo correr o Kentucky Derby naquela época, o requisito básico era que ele fosse um Thoroughbred (Puro Sangue de Corrida) de 3 anos de idade e que seus proprietários tivessem feito a inscrição inicial (nomination) meses antes, pagando as taxas obrigatórias dentro dos prazos estipulados pela administração de Churchill Downs.

Pedro Baptista (proprietário de Canonero II) pagou essas taxas sistematicamente. Como o cavalo era nascido nos Estados Unidos, ele tinha toda a documentação regularizada no stud book americano, facilitando o processo burocrático.

Não havia um comitê selecionando quem era "bom o suficiente" para correr, nem a exigência de vitória em grandes prêmios americanos anteriores. Se o proprietário pagasse as taxas de inscrição e o cavalo estivesse saudável na semana da corrida, ele estava dentro.

O único limitador histórico era a capacidade física do partidor de Churchill Downs. Quando havia excesso de cavalos inscritos, a regra de desempate para cortar os excedentes baseava-se nos ganhos financeiros históricos dos cavalos. Como Canonero II tinha um retrospecto razoável na Venezuela, ele tinha prêmios acumulados suficientes para garantir sua vaga caso houvesse um corte por dinheiro, embora pelo número de cavalos inscritos não foi preciso excluir cavalos por esse critério.

A viagem de Caracas até o Hipódromo de Churchill Downs, no Kentucky, foi um verdadeiro pesadelo logístico. Foi uma verdadeira odisseia cheia de contratempos que quase custou a participação do cavalo na corrida.

Os fatos da viagem de Canonero II estão documentados na história do turfe. Embora pareça o roteiro de um filme de comédia dramática, a odisseia de Canonero II de Caracas até Louisville, cidade do Hipódromo de Churchill Downs é absolutamente verídica. O historiador de turfe Steve Haskin e o escritor Milton C. Toby (autor do livro definitivo sobre o cavalo) detalham cada um desses percalços. A verificação ponto a ponto confirma o tamanho do milagre.


Livro de Milton C. Toby sobre a história de Canonero II

A viagem foi marcada por problemas mecânicos nos aviões, burocracia e falta de verbas. De Caracas a Miami, o primeiro avião de carga em que o cavalo foi embarcado sofreu uma pane mecânica logo após a decolagem e precisou retornar a Caracas. Na segunda tentativa, a situação foi ainda pior, um dos motores do avião pegou fogo no ar, forçando mais um pouso de emergência em Caracas. Sem outras opções rápidas de voo de carga para Miami, o cavalariço Juan Quintero e o treinador Juan Arias conseguiram embarcar o cavalo em um avião cargueiro de pequeno porte que estava transportando galinhas. Canonero fez a viagem inteira dividindo o espaço centenas de galinhas barulhentas.

Quando finalmente pousou em Miami, descobriu-se que a documentação alfandegária (papéis de importação) e sanitária (exames de sangue) de Canonero não haviam chegado aos oficiais americanos. Por conta disso, as autoridades não permitiram que Canonero descesse do avião. Ele ficou confinado dentro da aeronave abafada por cerca de 12 horas no calor da Flórida. Quando finalmente desceu, ele ficou retido na alfândega em Miami e teve de passar 4 dias em quarentena obrigatória até que os resultados dos exames de sangue fossem processados pelo laboratório do Departamento dos EUA.

Após ser liberado da quarentena em Miami, o plano original de voar até Louisville foi cancelado por razões financeiras. O proprietário, Pedro Baptista, não havia enviado dinheiro suficiente para cobrir os custos de um novo trecho de voo de Miami para o Kentucky. A solução foi enfrentar a longa viagem de estrada. E assim foi Canonero. Em um caminhão de transporte para enfrentar uma viagem rodoviária de 1.690 quilômetros. Para completar o calvário, o caminhão que transportava o animal quebrou no meio do caminho. A viagem de caminhão durou quase 30 horas.

Quando o caminhão finalmente estacionou nos portões de Churchill Downs, a sequência de absurdos continuava. Os seguranças do hipódromo não sabiam quem era aquele cavalo Venezuelano e o treinador Juan Arias não falava inglês. Eles foram barrados na entrada e só conseguiram entrar nas cocheiras horas depois, após telefonemas e muita insistência.

Ao desembarcar, em uma segunda-feira, 26 de abril de 1971, exatamente 5 dias antes do Kentucky Derby (que aconteceu no sábado, 1º de maio), ele havia perdido muito peso, estava visivelmente desidratado, cansado e tão magro que era possível contar as suas costelas.

E foi esse estado deplorável após a viagem que fez a imprensa americana tratá-lo como um "azarão sem chances" nos dias que antecederam a sua histórica vitória. Alguns jornalistas o tratavam como uma "piada" ou uma inscrição meramente exótica.

Essa sucessão de absurdos é o que torna a vitória de Canonero II no Kentucky Derby uma das histórias mais bonitas e humanas do esporte. Ele superou o fogo, as galinhas, a burocracia e a estrada para se tornar um campeão eterno.

O Choque no Kentucky Derby (1971)

No dia 1º de maio de 1971, Canonero II alinhou no partidor com um rateio na modalidade de vencedor de U$$ 19,40 por 2 dólares nas apostas (ele fazia parte do "Mutuel Field", um grupo de cavalos considerados sem chances individuais). Como Canonero II era considerado um azarão extremo (historiadores estimam que, se ele corresse sozinho nas poules, suas cotações reais seriam de 91 por 1 a até 100 por 1), a organização do hipódromo o colocou no chamado "Mutuel Field" junto com outros 5 cavalos azarões.

Como as apostas em qualquer um desses 6 cavalos eram agrupadas em um único bilhete, o volume de apostas somado do grupo inflou o rateio para baixo. Quem apostou no "Field" levou os U$$ 9,70 por $1, graças à vitória monumental do azarão venezuelano.

O plano de Juan Arias e Gustavo Ávila era cirúrgico. Porém o imprevisto começou logo na largada. Canonero pulou mal e ficou na penúltima posição em um lote de 20 cavalos.

Na reta oposta, Ávila começou a exigir o cavalo, que iniciou uma progressão monumental por fora da pista, passando os adversários um a um.

Na reta final, Canonero II por fora de todos, assumiu a ponta com uma força avassaladora, cruzando a linha de chegada com quase 4 corpos de vantagem sobre Jim French.


Canonero II vencendo o Kentucky Derby

O silêncio atônito em Churchill Downs logo deu lugar à festa da colônia venezuelana e latina presente.

Veja a vitória de Canonero II no Kentucky Derby:
https://www.youtube.com/watch?v=n6sSb3LkEmQ

A Confirmação no Preakness Stakes

Desde antes de correr o Preakness Stakes, Canonero II já vinha sofrendo de uma infecção bacteriana no casco conhecida em inglês como thrush (uma infecção fétida que atinge a ranilha do casco). Essa infecção no pé incomodava muito o cavalo e exigia tratamentos constantes, o que chegou a fazê-lo perder dias de treino. A imprensa da época frequentemente noticiava essa lesão como uma "foot infection" (infecção no pé/casco).

Muitos analistas americanos creditaram a vitória no Derby era uma mera casualidade ("um fluke"). Duas semanas depois, no Preakness Stakes, em Pimlico, Canonero II provou que era um craque legítimo.

Dessa vez, Ávila mudou a tática, correu mais perto do pelotão da frente e, na curva, assumiu a liderança, brigando com Eastern Fleet. Os dois protagonizaram um duelo eletrizante na reta toda, mas Canonero II acabou cruzando o espelho com uma vantagem de 1 corpo e meio, cravando o recorde da pista para a distância na época, 1min54s. A "Canonero-mania" explodiu nos Estados Unidos e na Venezuela.


Canonero II vencendo o Preakness Stakes

Veja a vitória no Preakness Stakes:
https://www.youtube.com/watch?v=QsQFhNzeu-4

O Sonho Desfeito da Tríplice Coroa

Ao chegar a Belmont Park para a última etapa da Tríplice Coroa, a situação física dele se agravou drasticamente. Além da infecção persistente no casco, Canonero II desenvolveu uma infecção dolorosa em um dos cascos (uma broca) nos dias que antecederam a prova, e o seu jarrete direito ficou severamente inchado após o Preakness.  Como Canonero II já tinha um defeito natural de conformação justamente nas pernas traseiras (um aprumo deficiente e jarretes menos alinhados do que o ideal), a sobrecarga física e o desgaste das corridas anteriores cobraram o preço nessa articulação.

A pressão sobre a equipe era imensa.

Mesmo no sacrifício e claramente sem suas melhores condições físicas, o treinador Juan Arias sabia que o cavalo não estava em condições ideais de correr. O proprietário Pedro Baptista decidiu insistir na inscrição devido à imensa pressão do público e da mídia. Canonero II correu no sacrifício com o jarrete inflamado e o casco infeccionado, o que explica por que ele cansou na reta de Belmont, diante de um público recorde de mais de 80 mil pessoas em Belmont. Ele liderou até o trecho final da curva, entrou na reta em segundo, e perdeu o tereiro em cima do disco, e terminou em um heroico 4º lugar, na prova vencida por Pass Catcher.

Veja a corrida do Belmont Stakes:
https://www.youtube.com/watch?v=w-4a18VQC4M

Mais tarde, Canonero II foi vendido para o tradicional Haras King Ranch nos EUA, por U$$ 1.500.000 , onde ainda chegou ainda a vencer o Stymie Handicap em 1972 (derrotando o campeão Riva Ridge) antes de ser aposentado para a reprodução.

Em 1973, iniciou sua carreira como reprodutor no King Ranch. Em 1981 foi transferido para o Haras Tamanaco, na Venezuela.


Canonero II no Haras

Morreu em 11 de novembro de 1981, aparentemente de insuficiência cardíaca

A façanha de Canonero II permanece viva como a maior prova de que, no turfe, o coração e a resiliência de um cavalo e sua equipe podem superar qualquer barreira econômica, geográfica e de preconceito.

Da Redação

 



Gevrei–Chambertain, do Haras Legacy, se impõe no Grande Prêmio Onze de Júlio na Gávea [12/07/2026]

Internet

Favorita do público, Gevrei–Chambertain vence pela cerca externa o GP. Onze de Julho


Gevrei-Chambertain, de criação do Haras Old Friends, e propriedade do Haras Legacy, treinada por Luiz Esteves, e conduzida por Valdinei Gil, confirmou o amplo favoritismo, e ganhou o Grande Prêmio Onze de Júlio, disputado hoje à tarde, no Hipódromo da Gávea, em 1600 metros, em raia de grama pesada no tempo de 1m37s95.

A filha de Drosselmeyer e Vega Cecília, por Vettori, atropelou próxima a cerca externa na pista de grama pesada, local da pista que estava dando vantagem devido ao estado da grama.

Na largada foram para frente Tulinha e Oceânica. V. Gil acomodou Gervrei-Chambetain na terceira posição. O’ Hara, do Haras Santa Maria de Araras, largou mal e ficou na última colocação.

Na reta final, Gervrei-Chambertain acelerou para cima das ponteiras e dominou a prova com facilidade. Oceânica manteve a dupla, Like It Hot, passou para o terceiro posto, e completou a trifeta do treinador, Luiz Esteves.

Terra Molhada do Stud Eternamente Rio arrematou no quarto posto, e, Tulinha, do Stud Pritemps, negritando sua campanha, em quinto. O’ Hara, na raia pesada, não conseguiu reagir do pulo de partida atrás das demais adversárias.

Veja o replay do GP Onze de Júlio:
https://www.youtube.com/watch?v=8tREslhTeS0

Da Redação

 



Padoca, da Coudelaria Atafona, surpreende favoritos no Clássico Sabinus, Listed, na Gávea [12/07/2026]

Internet

Ostentando excelente preparo e ótima direção, Padoca leva o Clássico Sabinus


Padoca, filha de Chronnos e Garota Carioca, por Mineshaft, de criação do Haras Anderson, e propriedade da Coudelaria Atafona, impecavelmente apresentada por Jaime Muniz Aragão, e com excelente direção de Waldomiro Blandi, que procurou a pista de fora da grama que estava dando vantagem, dominou de ponta a ponta o Clássico Sabinus, realizado hoje à tarde na Gávea.

Para os 1000 metros, o tempo foi de 57s80 na grama pesada

Na segunda posição finalizou Ungaré, do Haras Chello, que largou atrasado, recuperou-se durante o percurso, e formou a dupla em promissora apresentação.

Outros concorrentes que procuraram o externo da pista obtiveram as demais colocações. Foi o caso de Urgent Matter, do Stud Red Rafa, terceiro colocado nos metros finais, Velvet Revolver, do Stud Sampaio, quarto colocado, e, Colina Histórica, de João Baptista Medeiros Vargens, no quinto posto.

Ultra show, favorito do páreo, que corria em segundo até os 200 metros finais, esmoreceu e terminou em sexto.

Veja o replay do Clássico:
https://www.youtube.com/watch?v=bMjn0oq1N8w

Da Redação

 



O último dia de Bold Ruler e seu Legado duradouro – Um triste 12 de julho [12/07/2026]

WinningStride

Bold Ruler, uma lenda


Em 12 de julho de 1971, Bold Ruler morreu na Claiborne Farm, a 30 km de Lexington, em Kentucky, após uma batalha contra o câncer. Ele tinha 17 anos.

No ano anterior, ele havia recebido tratamento na Universidade de Auburn para um tumor nasal maligno. O tratamento prolongou sua vida por mais uma temporada de reprodução, resultando em 33 potros adicionais.

Antes de se tornar um dos garanhões mais influentes da história das corridas americanas, Bold Ruler foi um dos melhores cavalos de corrida de sua geração.

Criado e de propriedade do Wheatley Stable de Gladys Mills Phipps, treinado pelo membro do Hall da Fama Sunny Jim Fitzsimmons e montado regularmente por Eddie Arcaro, Bold Ruler venceu 23 das 33 corridas que disputou e acumulou US$ 764.204 em prêmios.

Sua excepcional campanha de 1957 incluiu vitórias no Flamingo Stakes, Wood Memorial, Preakness Stakes, Jerome Handicap, Vosburgh Handicap, Queens County Handicap e Trenton Handicap. Em Trenton, ele derrotou os futuros membros do Hall da Fama, Gallant Man e Round Table.

Bold Ruler foi reconhecido como o Cavalo do Ano de 1957 por consenso, após vencer duas das três principais votações de final de ano.


Bold Ruler em 1957

Aos quatro anos, ele venceu os Handicaps Toboggan, Carter, Stymie, Suburban e Monmouth, carregando 60,8 kg (134 libras) tanto no Suburban quanto no Monmouth. Mais tarde, foi reconhecido como o campeão dos cavalos de velocidade de 1958.

Aposentado na Claiborne Farm, Bold Ruler tornou-se um garanhão que moldou a raça. Ele liderou o ranking geral de garanhões da América do Norte por sete anos consecutivos, de 1963 a 1969, e novamente postumamente em 1973.

De seus 356 filhos, ele gerou 82 vencedores de provas clássicas, incluindo Gamely, Bold Bidder, Bold Lad, Successor, Vitriolic, Wajima e, o mais famoso de todos, Secretariat.

Dois anos após a morte de Bold Ruler, Secretariat conquistou a Tríplice Coroa e ajudou seu pai a conquistar seu oitavo e último título de campeão de garanhões.


Secretariat, tríplice coroado, o melhor e mais famoso filho de Bold Ruler

Bold Ruler foi introduzido no Museu Nacional de Corridas e no Hall da Fama em 1973.

Um grande cavalo de corrida, um garanhão lendário e um legado que mudou o Puro-Sangue Inglês para sempre.

Transcrito do Instagran WinningStride, com acréscimos de fotos pelo Raia Leve

 



Oregon Moon, do Haras Rio Iguassu, vence Prova Especial em tempo recorde no Tarumã [12/07/2026]

@felipenevesphoto/@jockeyclubdoparana - JCPR

Oregon Moon é o novo recordista dos 1300 metros na areia do Tarumã


Em sua primeira apresentação na pista de areia, depois de atuar cinco vezes na grama, e obter três vitórias, Oregon Moon, de criação do Haras Anderson, e propriedade do Haras Rio Iguassu, conquistou em tempo recorde a Prova Especial Assembleia Legislativa do Estado do Paraná, realizada hoje à tarde, no Hipódromo do Tarumã, sem apurar seu pilotado nos metros finais, já que estava com a vitória garantida.

Para os 1300 metros, na areia encharcada, o novo recordista fez o tempo de 1m19s13, superando o record de Great Quality de 1m19s29, obtido em 13 de setembro de 2024.

Bem apresentado por Antônio Oldoni, e conduzido por Altair Domingos, o filho de Verrazano e Beauty Harlan, por Harlan´s Holiday, mostrou perfeita adaptação a pista de areia encharcada do prado paranaense.


Na entrada da reta, Domingos, com o Oregon Moon foi logo procurando a cerca externa, que estava dando muita vantagem.

Na segunda colocação finalizou King of Heart, do Stud Sion, que brigou na frente com Forestry Veloce, de Carlos Alberto Cardoso, Encanto Light obteve a terceira colocação, e Forestry Veloce, cansou da briga na ponta e ficou no quarto posto Oregon Moon passou de viagem pelos rivais, depois de atuar no terceiro lugar e assistir a briga dos ligeiros. Strada da Vida largou e chegou na última posição, depois de vir de triunfo no turfe carioca.

Veja o replay da Prova Especial Assembleia Legislativa do Estado do Paraná:
https://www.youtube.com/watch?v=E8-z7Pm5SW8

Da Redação

 



Hipódromo da Gávea comemora 100 anos [11/07/2026]

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O Hipódromo da Gávea quando sua pista de grama fazia limite com a Lagoa Rodrigo de Freitas


No início do século XX, mais precisamente nos anos de 1920, o turfe no Rio de Janeiro vivia seu apogeu, mas estava dividido e limitado. O Jockey Club realizava suas corridas no antigo Prado Fluminense (no bairro de São Francisco Xavier, atual bairro do Rocha), enquanto o seu grande rival, o Derby Club, operava no Prado Itamaraty (onde hoje fica o Maracanã).

O antigo prado do Jockey Club já não comportava o crescimento do esporte e a modernidade que a então capital federal exigia. Sob a liderança visionária de Linneo de Paula Machado, presidente do clube, surgiu a ideia audaciosa: construir um novo e monumental hipódromo. O local escolhido foi uma vasta área de mais de 350 mil metros quadrados na zona sul, em seu formato original, em uma região alagadiça e com poucas habitações às margens da Lagoa Rodrigo de Freitas. Para muitos na época, construir ali parecia uma loucura devido ao terreno difícil, mas a vista deslumbrante para o Corcovado e a Gávea provou que a escolha era genial.

Neste 11 de julho de 2026, o Rio de Janeiro celebra o centenário de um de seus maiores cartões-postais: o Hipódromo Brasileiro. Há exatamente 100 anos, os portões de um pedaço de Paris transplantado para as margens da Lagoa Rodrigo de Freitas se abriam pela primeira vez, transformando para sempre a paisagem e a vida social carioca.

A história do "Hipódromo da Gávea", como é carinhosamente conhecido, é uma jornada de audácia urbana, elegância arquitetônica e paixão pelo turfe.


Lançamento da Pedra Fundamental

A jornada para transformar o alagadiço em realeza começou oficialmente no dia 12 de novembro de 1922, com o lançamento da pedra fundamental pelo presidente da República, Epitácio Pessoa.

Os desafios foram imensos. O terreno precisou passar por um profundo processo de aterro e saneamento. Para desenhar o complexo, foram escalados os renomados arquitetos, o Cearense Archimedes Memoria e o Franco-Suiço Francisque Couchet. A inspiração não poderia ser mais nobre: o icônico Hipódromo de Longchamp, localizado no Bois de Boulogne, em Paris.

O projeto seguiu o estilo Luís XV (neoclássico francês), misturando a sofisticação europeia com a topografia única do Rio. Operários trabalharam por quase quatro anos para erguer as monumentais tribunas, instalar os balcões de apostas esculpidos em carvalho maciço e pendurar os imponentes lustres de cristal Baccarat.

No dia 11 de julho de 1926, o então chamado Hipódromo Brasileiro abriu oficialmente suas portas. Foi um acontecimento que parou a capital.

Cerca de 30 mil pessoas lotaram as dependências da Gávea. Os jornais da época descreveram o evento como "o mais brilhante episódio da vida esportiva do país". Homens de fraque e cartola e mulheres com os vestidos mais elegantes da alta costura cruzavam as tribunas, maravilhados com as pistas perfeitamente desenhadas e a imponência das construções.


Hipódromo totalmente ocupado

Aquela tarde não foi apenas o início de um novo local de corridas, mas o nascimento de um polo de convivência, moda e prestígio social. O sucesso foi tão avassalador que, anos mais tarde, em 1932, o Jockey e o Derby Club se fundiram, transformando o espaço na casa definitiva do Jockey Club Brasileiro.

Hoje, aos 100 anos, o Hipódromo da Gávea mantém sua essência intacta. Suas tribunas continuam sendo o palco do Grande Prêmio Brasil, a prova mais importante da América do Sul.

Da Redação

 



Fusaichi Pegasus, o cavalo mais caro da história do turfe [10/07/2026]

Internet

Fusaichi Pegasus vencendo o Kentucky Derby em 2000


O cavalo de corrida mais caro da história do turfe foi o Fusaichi Pegasus, vendido no ano 2000 pelo valor astronômico de US$ 70 milhões (o que equivaleria a bem mais de US$ 120 milhões hoje, corrigindo pela inflação). E em reais, atualizado, a R$ 636 milhões.

Fusaichi Pegasus, filho de Mr. Prospector em Angel Fever, por Danzig, nascido em 12 de abril de 1997, foi vendido com 1 ano por U$$ 4 milhões e ganhou fama mundial ao vencer o prestigiado Kentucky Derby, G1, no ano 2000. Durante sua carreira nas pistas, acumulou quase US$ 2 milhões em prêmios, vencendo 6 de suas 9 corridas.

Todas as suas vitórias foram aos 3 anos, vencendo além do Kentucky Derby(G1), o Wood Memorial Stakes,G2, San Felipe Stakes,G2, Jerome Handicap,G3 e foi 2º no Preakness Stakes,G2.

Veja a vitória de Fusaichi Pegasus no Kentucky Derby, G1, em 2000:
https://www.youtube.com/watch?v=TJZT4tV1fmQ

Após o sucesso nas pistas, o consórcio de reprodução irlandês Coolmore Stud comprou o animal do empresário japonês Fusao Sekiguchi para transformá-lo em reprodutor.

Após encerrar sua campanha nas pistas ao final do ano 2000, Fusaichi Pegasus foi enviado para iniciar sua carreira como reprodutor no Ashford Stud, localizado em Versailles, na famosa região do Bluegrass em Kentucky, Estados Unidos. Como referência, o Ashford Sutd fica a aproximadamente 110 km do Hipódromo de Churchill Dows.

O Ashford Stud é a prestigiada divisão americana do gigante consórcio irlandês Coolmore Stud, que havia desembolsado os históricos US$ 70 milhões pelos direitos reprodutivos do animal.


Fusaichi Pegasus como reprodutor na Ashford Stud em Kentucky

O retorno do investimento, no caso de Fusaichi Pegasus foi pelo que ele pode produzir. No início de sua carreira como reprodutor, o preço para cruzar uma égua com o Fusaichi Pegasus chegou a custar US$ 150 mil. Ele produziu vários campeões, embora, comercialmente, muitos considerem que ele não tenha superado o peso do investimento recorde.

O cavalo teve uma rotina de reprodução intensa que envolveu diferentes continentes, no Hemisfério Norte, sua base principal permaneceu em Kentucky durante toda a vida útil como garanhão (de 2001 a 2020).

No Hemisfério Sul, para maximizar o investimento bilionário, a Coolmore utilizou o sistema de "shuttle" (garanhão viaja para cobrir em outro lugar). Nos meses fora de temporada de monta no Hemisfério Norte, ele era enviado de avião para servir em Haras do Hemisfério Sul. Com isso, Fusaichi Pegasus cobriu éguas na Austrália (pela Coolmore Australia) e na América do Sul, com passagens pelo Chile, no Haras Don Alberto.


Venerado até no Japão, Fusaichi Pegasus, tem uma estátua em Tomakomai, na ilha de Hokkaido

A partir de 2010, devido à idade e à queda natural na demanda de mercado, ele passou a servir exclusivamente na matriz do Ashford Stud em Kentucky. Em outubro de 2020, o campeão foi oficialmente aposentado das funções reprodutivas e continuou vivendo confortavelmente nas pastagens da fazenda americana como uma lenda local até falecer.

Fusaichi Pegasus faleceu em 2023, aos 26 anos.

Da Redação

 



Luiz Esteves, campeão da estatística, põe o bloco na rua domingo na Gávea [10/07/2026]

Sylvio Rondinelli/JCB

L. Esteves tem 16 animais no Domingo, na Gávea


Campeão da estatística de treinadores do turfe carioca em 2025/2026, com 107 vitórias, o treinador cearense, Luiz Esteves, possui 16 inscrições na urna, para a reunião do próximo domingo, na Gávea, a primeira da semana. No Clássico Sabinus, em 1000 metros, na grama, inscreveu a potranca Footloose, estreante de criação da Fazenda Mondesir, e propriedade do Haras Legacy, filha de Outstrip e Buena Giusta, por Officer, segundo ele, com bons treinos. E a outra inscrição é alazã, Urgent Matter, do Stud Red Rafa, com um triunfo, e três colocações.

No Grande Prêmio Onze de Julho, Grupo 2, em 1600 metros, na grama, Esteves fez 3 inscrições. Oceânica, do Haras Santa Rita da Serra, Gervey-Chambertain, do Haras Legacy, prováveis favoritas, e, Like It Hot, do Stud Verde, em evolução, e muito prejudicada em sua última atuação na esfera clássica, na opinião do profissional.

No quarto páreo, uma prova comum, o Prêmio Linneo de Paula Machado, o treinador fez 6 inscrições, das 10 apuradas. Phinda, do Stud Bela Esperança, Rebel Queen, do Stud Hrn, Joy Forever, do Stud Ouro Verde, Vera Lúcia, do Haras Fronteira, Urban Jungle, do Stud Red Rafa, e, Now Go, também do Red Rafa. O treinador tem elogios para a estreia de Phinda, que segundo ele, perdeu páreo sem nome no quinto páreo, o profissional fez duas inscrições de Undeniable, do Stud Red Rafa, e, de Ubiratan, do Stud Hrn.

"Os dois vão mostrar mais agora. No sexto páreo, desdobramento do anterior, tenho mais um trunfo, Riversides, do Haras Legacy. Evoluiu bastante. Na oitava carreira, tenho Vulcana, em evolução, Upstream, que baixou de turma, ambas do Haras Estrela Nova. Espero boas apresentações", encerra.

Da Redação

 



Dia 23, o Leilão da Liquidação Total do Beverly Hills Stud [10/07/2026]

TBS

39 Lotes no Leilão Beverly Hills Stud


Com credencial de ser vitorioso como criador, do GP. Brasil com Quarteto de Cordas, GP São Paulo, com Invictus e a Copa Clássica ABCPCC com Gallahad, o Beverly Hills Stud está ofertando a totalidade de seus animais, em Leilão no dia 23, 5ª feira, sendo composto por:

6 Potros da Geração 2024
21 Reprodutoras
5 Cotas de Reprodutores
3 Reprodutores
4 Animais Quarto de Milha

Soma-se a credencial das vitórias Clássicas acima informadas, ser o único criador brasileiro a vencer o Derby Argentino (GP Nacional, G1) com Eyeofthetiger, em 2007, que colocou o Brasil como destaque máximo na Argentina.

Relembre a vitória de Eyeofthetiger no Derby Argentino (GP Nacional, G1:
https://www.youtube.com/watch?v=zLwcRdpxWnk

Desta forma, o Leilão torna-se uma grande atração para criadores e proprietários.

A forma de pagamento, além da tradicional em 15 parcelas (1+14), sem desconto, o Beverly Hills Stud, como atrativo na forma de pagamento, oferecerá ainda as seguintes formas de pagamento:

Em 12 parcelas (1+11), com 2% de desconto
Em 08 parcelas (1+7), com 3% de desconto
Em 04 parcelas (1+3), com 4% de desconto

Á Vista com 7% de desconto

E quem arrematar o lote, sendo vitorioso no pré-lance deste, ganha + 3% de desconto, em qualquer modalidade escolhida.

A Transmissão será através de: Pelo Youtube: turfe produções , pela internet em www.agenciatbs.net.br e pela TV Turfe (Net Rio)

O leiloeiro será Lucas Eller.

Clique aqui e abra o catálogo do Leilão Beverly Hills Stud:
http://www.raialeve.com.br/pdf/15_A_6a502eaa86beb.pdf

Não perca, dia 23, 5ª feira, às 20h.

 



João Moreira vence páreo "Eight To Glory" no Hipódromo de Happy Valley, em Hong Kong [09/07/2026]

Internet

João Moreira, com Forza Toro, com a farda representando a Espanha no Mundial de Futebol 2026


Enquanto o Mundial de Futebol de 2026 concentra a atenção de milhares de milhões de pessoas com a chegada dos quartas de final, o Hong Kong Jockey Club encontrou uma forma tão original como engenhosa de se juntar a este fenómeno global. Ontem, no primoroso Hipódromo de Happy Valley, em Hong Kong, realizou-se o “Eight to Glory”, uma prova temática que unirá, por uma noite, os dois desportos mais populares do planeta, Futebol e Turfe

A iniciativa propôs um conceito inédito: os 8 participantes da competição representaram as 8 seleções que continuam na corrida pelo título mundial. Cada cavalo defendeu as cores de um país e os jóqueis deixaram de lado as tradicionais fardas para exibir designs especialmente confecionados e inspirados nas bandeiras nacionais das equipas classificadas.

A corrida, o quarto páreo do programa, em 1650 metros, na grama, transformou o emblemático Happy Valley numa extensão inesperada do campeonato mundial, combinando a paixão pelo futebol com o espetáculo das corridas sob as luzes de um dos hipódromos mais reconhecidos do planeta. O tempo foi de 1m39s33.

E quem foi o ganhador ?  Foi ele, o Fantasma de Cidade Jardim ou Magic Man, como preferirem.

Pilotando Forza Toro e com a farda das cores da Espanha, Moreira passou na frente dos outros sete jóqueis que disputaram o evento com as fardas inspiradas nas cores dos oito times que chegaram às quartas de final da Copa do Mundo da FIFA.

"Ele dribla o goleiro e balança as redes!", gritou o narrador Tom Wood quando Forza Toro cruzou a linha de chegada com três corpos de vantagem sobre Podium, que representava a Noruega.


Forza Toro era azar do páreo, mas com Moreira no dorso, tudo mudou.

O francês Alexis Badel, o único jóquei na corrida a ostentar as cores de seu país natal, terminou em terceiro com Precision Hope.

A corrida, que teve um caráter único, também contou com um componente beneficente: o Jockey Club doou HK$ 100.000 (US$ 12.755) em nome do proprietário de Forza Toro, Siu Pak-Kwan, para a instituição de caridade por ele indicada, a Cruz Vermelha de Hong Kong.

O evento teve ainda uma vertente solidária. Em representação dos proprietários dos 8 cavalos participantes, o Hong Kong Jockey Club fará doações a 8 instituições de caridade escolhidas por cada um deles, reforçando o perfil filantrópico de uma entidade considerada uma das maiores organizações de caridade do mundo.

Os proprietários dos outros sete cavalos entregaram cheques de HK$ 50.000 para as instituições de caridade que escolheram.


Dirigente do Jockey club de Hong Kong chuta a bola, na presença dos jóqueis, em um gol no padoque antes da corrida

A ordem de chegada, animal, reprodutor, nacionalidade do reprodutor, jóquei, farda:

1º - Forza Toro (Aclaim, IRE), com João Moreira – Farda representando a Espanha
2º - Podium (Galileo, IRE), com Matthew Poon – Farda da Noruega
3º - Precision Hope (Vespa, NZ)), com Alexis Badel – Farda da França
4º - Lucky Year (U.S. Navy Flag, USA), com Andrea Atzeni – Farda da Bélgica
5º - Sturdy Ruby (Street Boss, USA), montado por Vincent Ho – Farda da Argentina
6º - The Azure (Wrote, IRE), com Zac Purton – Farda da Suíça
7º - Superb Kid (Sebring, AUS), com Jerry Chau – Farda do Marrocos
8º - Star Elegance (Starspangledbanner, AUS), com Lyle Hewitson – Farda da Inglaterra

Veja o anúncio sobre a corrida "Eight To Glory" em Happy Valey:
https://www.youtube.com/watch?v=iDwKbjrxBBM

No vídeo abaixo, estão do 1º ao 4º páreo. A vitória de Moreira foi no 4º páreo:
https://www.youtube.com/watch?v=xYmzYDwDPcw

Colaboração do leitor Erasmo Rodrigues da Silva, do Rio de Janeiro.

 






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Remy Martin







13.376

12.844















Coudelaria Atafona

Coudelaria FBL

Coudelaria Intimate Friends

Coudelaria Jessica

Coudelaria Pelotense

Haras Clark Leite

Haras Iposeiras

Haras Depigua

Haras Figueira do Lago

Haras do Morro

Haras Old Friends

Haras Planície
(In memoriam)

Haras Vale do Stucky
(In memoriam)

Jorge Olympio
Teixeira dos Santos

Ronaldo Cramer
Moraes Veiga
(In memoriam)

Stud Brocoió

Stud Cajuli

Stud Capitão
(In memoriam)

Stud Cariri do Recife

Stud Cezzane
(In memoriam)

Stud Elle Et Moi
(In memoriam)

Stud Embalagem

Stud Everest
(In memoriam)

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Stud H & R

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Stud Palura

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Stud Recanto do Derby

Stud Rotterdam

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Stud Terceira Margem

Stud Turfe

Stud Verde

Stud Wall Street

Oscar Colombo
(In memoriam)

Stud Novo Muriqui
(In memoriam)

Haras The Best
(In memoriam)
  Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro-Sangue Inglês