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Like It Hot - Stud Verde
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Núcleo Terrestre - Stud H & R
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Oviedo - Stud H & R
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Night Street - Stud Dona Cecília
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Tenuta Poggione - Haras do Morro
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Off the Curve - Stud H & R
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Sonho Bom - Stud H & R
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Online - Stud Verde
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Olympic Maurren - Stud H & R
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Oteque - Stud H & R
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Kempes Love - Stud Verde
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The Lord - Stud H & R
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Submarino - Haras Figueira do Lago
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Ronigol - Stud Verde
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Sargent Pepper - Stud H & R
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Spartan Lius - Coudelaria Atafona
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No More Trick - Stud H & R
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Spartan Lius - Coudelaria Atafona
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Dreamer Winner - Haras Iposeiras
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Ronigol - Stud Verde
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Maryland - Stud Verde
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Jeep do Jaguarete - Coudelaria Jéssica
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Meu Amor Maior - Stud 13 de Recife
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Le Gonfalon - Stud Verde
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Minuxa - Haras Depiguá
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Olympic Orkut - Stud H & R
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Só Te Peço Amor - Stud Verde
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Ronigol - Stud Verde
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Papa-Léguas - Stud H & R
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De ponta a ponta, Overbite, criação e propriedade do Haras Depiguá, vence o oitavo páreo da noturna [09/09/2026]
Internet
 Overbite leva alegria para o nordeste |
A segunda vitória do cavalo pernambucano Overbite, um filho de Vontade de Matar em Valdemosa, por desejado Thunder, de criação e propriedade do Haras Depiguá, localizado no município de Gravatá, distante 80 km de Recife, foi comemorada com muito entusiasmo em Recife pelo seu proprietário Carlos Baltar e amigos, e também aqui na Gávea, onde Baltar, titular do Haras Depiguá tem muitos amigos.
Primeiro porque foi de ponta a ponta sem dar chance aos demais concorrentes, segundo porque Overbite nasceu e se desenvolveu nos campos de Gravatá, onde se localiza o Haras Depiguá, sendo um autêntico cavalo Pernambucano. Terceiro porque é um filho de Vontade de Matar, reprodutor muito querido, já falecido, que foi levado em 2018 para ser o reprodutor do Haras.
Overbite, 4 anos, é um cavalo bem faturador, pois em 18 atuações obteve 2 vitórias e 13 colocações.
Montado com maestria “sempre um corpo na frente” pelo também pernambucano J. Vitor, contou com o treinamento caprichado de Roberto S. Silva, para os 1100 metros na pista de areia pesada com o tempo de 1m08s48. A corrida estava programada para os 1000 metros na grama, mas devido as chuvas e o estado da pista foi transferida para a areia.
 Três potrancas nos Piquetes no Haras Depiguá, em Gravatá. Excentes pastos e com temperatura amena devido aos 400 metros de altitude de Gravatá.
Dada a largada, Overbite pulou ligeiro já tomando a ponta. Na entrada da curva, Amor Profundo se posicionou em segundo e Sentinela do Sul também se aproximou por fora juntando-se em terceiro, já que Overbite tinha um de luz. E assim entraram na reta final, com João Victor dando logo uma sacudida em Overbite que voltou a livrar pouco mais de um corpo. Nos trezentos finais, Sentinela do Sul faz menção de uma atropelada, mas Overbite resiste com um corpo de vantagem. Sentinela do Sul cansa, quando junto a cerca surge Elton John em boa atropelada e por fora de todos Fabulous Speed também, mas o disco chega primeiro para Overbite.
Fabulous Speed foi o segundo a 1 ¾ corpos, Elton John a 2 corpos foi o terceiro, Amor profundo que também cansou no final e foi o quarto a 2 ½ corpos e Hora Crop completou o marcador a 3 ¼ corpos.
Veja o replay do páreo: https://www.youtube.com/watch?v=gPWDvKRyv3c
Da Redação
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Relembrando Christophe Lemaire, jóquei francês, quando alcançou 100 vitórias em provas de Grupo 1 [08/09/2026]
Internet
 O consagrado jóquei francês Chistophe Lemaire |
Foi no Japão, que o Jóquei Francês Christophe Lemaire, radicado lá desde 2014, que alcançou a marca de 100 vitórias em Grupo 1, montando Embroidery na Victoria Mile, G1 em maio deste ano. Desse total, a grande maioria foi conquistada no turfe japonês, além das vitórias de G1 obtidas na França, Reino Unido, Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos, Hong Kong e Austrália.
A primeira etapa internacional do Lexus Melbourne Cup Tour de 2026, que ocorrerá em novembro de 2026, celebrará os 20 anos da história feita por Delta Blues ao vencer em 2006 o Emirates Melbourne Cup, G1 nos 3200 metros no Hipódromo de Flemington O jóquei de Delta Blues, o japonês Yasunari Iwata protagonizou um feito histórico do cavalo treinado por Katsuhiko Sumii, quando Delta Blues derrotou seu compatriota Pop Rock por uma escassa cabeça em uma dobradinha japonesa inesquecível no Hipódromo de Flemington.
E Christophe Lemaire também será lembrado da emocionante vitória de 15 anos atrás quando pilotou Dunaden e venceu a Melbourne Cup em 2011, em final histórico que foi a chegada mais apertada da história do turfe australiano, decidida por photochart contra o britânico Red Cadeaux. O cavalo era de propriedade do Sheikh Fahad bin Abdullah Al Thani (membro da família real do Catar), correndo sob as cores de sua coudelaria, a Pearl Bloodstock.
Veja somente a chegada apertadíssima da prova: https://www.youtube.com/watch?v=tBDGIdRylOI
Das mais de suas 70 vitórias de Grupo 1 nos Hipódromos no Japão (os da JRA), muitas foram no dorso de campeões como Almond Eye (8 G1s juntos), Equinox (4 das 6 vitórias de G1), Rey de Oro, Gran Alegria e Satono Diamond. Já na NAR (National Association of Racing - Dirt no Japão) são mais de 10 vitórias em provas de graduação máxima em pistas de areia (como a Kawasaki Kinen, Teio Sho e Tokyo DaishÅten). Vitórias de Grupo 1 Internacionais (Fora do Japão): Cerca de 20 vitórias de G1 na Europa e América do Norte — com destaques para o Prix du Jockey Club, Prix de Diane, 1,000/2,000 Guineas, Dubai Sheema Classic e Breeders’ Cup.
 Lemaire com Equinox, o super craque japonês: 10 corridas, 8 vitórias, sendo 6 de Grupo 1, com prêmios de JP¥ 1,532,860,000 & US$ 3,480,000
A ascensão de Christophe Lemaire ao topo das corridas de cavalos japonesas começou em 2014, quando ele deixou a França em busca de um novo desafio. Superando contratempos, incluindo a perda de seu cargo como jóquei oficial do Aga Khan, ele enfrentou o rigoroso processo para se tornar um jóquei profissional no Japão. Sua determinação o levou a se recuperar de uma lesão e a passar no exigente exame de licenciamento, abrindo caminho para um sucesso histórico.
Em 2017, ele se tornou o primeiro jóquei estrangeiro a conquistar o título de campeão da Associação Japonesa de Corridas de Cavalos (Japan Racing Association) — uma conquista que repetiu por cinco anos consecutivos e agora por 7 dos últimos 10 anos. Seu legado é ainda mais definido por sua parceria com a lendária égua Almond Eye e com Equinox. Suas performances recordistas juntos, consolidaram seus lugares na história das corridas.
A corrida, assistida com bastante expectativa por grande parte do público (Lemaire, apesar de francês, é um ídolo por lá), foi bem a característica de Lemaire.
 A chegada com Embroidery para a sua 100ª vitória de Grupo 1
Na largada, largando pela baliza 4, Lemaire, largou bem, e se colocou entre a nono e o décima posição junto a cerca interna. No final da reta oposta, com caminho livre junto a cerca, deu uma pequena acelerada e passou para oitavo lugar, e com caminho livre, entrou na reta em sétimo,
É um desempenho incrível de Christophe Lemaire na sua 100.ª corrida de G1! A vitória de EMBROIDERY em Tóquio deve ter sido um momento inesquecível, sobretudo numa corrida tão prestigiada como a Victoria Mile. Adoro a forma como os jóqueis e os cavalos criam uma ligação única na pista.
Veja a 100ª vitória em Grupo 1 de Christophe Lemaire: https://www.youtube.com/watch?v=dIPnmBCKrJg
Da Redação
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Indicações Gávea, 3ª feira, 08/09, por Julio Ponte [08/09/2026]
Internet
 A bay racehorse with jockey up – Quadro de James Pollard – OSM – 21,6x15,9cm | 1°: 1-4-9 Indiscreta (1) teve prejuízos na partida em sua estreia e hoje mais aclimatada e pela linha 1 deve largar e acabar. Newliving (4) que vem de bom segundo e vai leve fica para a dupla. Queens Baby (9) depois.
2°: 3-4-1 Two Times (3) fez estreia regular na turma e hoje no claiming pode vencer com bom rateio. Fica a ressalva que ela precisa ganhar peso. A estreante Nice Hurricane (4) embora tenha filiação de grama pega páreo bem desfalcado para debutar e se correr alguma coisa pode chegar na briga. Viola Bella (1) depois.
3°: 5-3-4 Na última o Alongado Kentuky (5) largou mal e mesmo tendo ficado muito longe ainda conseguiu matar o Outdistance (3) na dupla. Hoje acredito que com uma largada melhor irá vencer. Leão do Tigre (4) que anda tinindo fica como tertius.
4°: 4-2-7 Após fracassar na estreia quando era grande favorito, o Family Friendly (2) voltou numa grama pesadona e mesmo perdendo uma de suas ferraduras formou a dupla perdendo no detalhe. Hoje de novo na areia onde tem sua vitória no Tarumã acredito que irá vencer. Amarone (2) que volta para a areia onde havia estreado bem fica para a dupla. The Justice (7) depois.
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Diagnóstico do Turfe Carioca, por um leitor [08/09/2026]
Imagem gerada por IA
 Turfe carioca. Uma situação real |
O Raia Leve transcreve na integra, um texto com fatos e argumentos. Um diagnóstico real e preciso da situação atual, enviado por um leitor e postado esta semana no espaço do Leitor. É preciso um momento de reflexão e correção de rumos.
Diz o texto: A queda do MGA deveria servir como um alerta inequívoco para o turfe brasileiro. Mais do que um problema pontual de arrecadação, ela expõe a incapacidade da atual diretoria de criar estratégias para captar novos apostadores e renovar o público.
Nos últimos anos, o Brasil assistiu à explosão das plataformas de apostas. Milhões de brasileiros passaram a apostar diariamente em futebol, cassino, roleta, “tigrinho”, “aviãozinho” e inúmeras outras modalidades.
E o turfe?
Praticamente ficou olhando de fora.
A oportunidade que a regulamentação das bets criou — e o turfe perdeu
A regulamentação das bets deixou dúvidas sobre a possibilidade de essas plataformas explorarem apostas em corridas de cavalos no Brasil. Diante dessa ambiguidade, as plataformas deixaram de comercializar o produto.
Era justamente o momento para o turfe buscar uma solução institucional, jurídica e comercial que garantisse sua permanência nesses canais, criando uma porta de entrada para milhões de novos apostadores.
Mas a atual gestão não tratou o tema como uma ameaça estratégica ao futuro do esporte. Ao contrário, o que se viu foi uma postura de conformismo — e até de comemoração diante do fim do turfe nas bets.
O resultado foi previsível: o apostador antigo, acostumado a plataformas modernas, intuitivas e ágeis, perdeu o interesse em retornar aos sistemas tradicionais do turfe.
Mais grave ainda: não perdemos apenas quem já conhecia as corridas. Perdemos a oportunidade de apresentar o turfe a uma multidão que jamais havia tido contato com ele.
Enquanto milhões de brasileiros eram captados diariamente pelas bets, o turfe ficou à margem desse movimento. E, a cada dia, o MGA piora.
Onde estão as informações?
Alguém ainda se lembra das parciais da Longines?
Duraram poucos meses.
Também faltam entrevistas regulares com profissionais, estudos estatísticos e ferramentas que permitam comparar treinadores, jóqueis, proprietários, pedigrees, pistas, distâncias e condições de corrida.
Enquanto isso, nos principais mercados internacionais, o apostador encontra informações detalhadas: trabalhos matinais, estatísticas específicas e análises capazes de orientar sua decisão.
Comentários como: “Este treinador tem X% de aproveitamento com animais em sua segunda apresentação.”
Ou: “Este treinador apresenta determinado aproveitamento quando o animal desce de enturmação para o claiming.”
Ou ainda:“A mãe deste animal produziu seis produtos, três deles vencedores logo na primeira apresentação.”
Isso é munição para o apostador. Cria raciocínio, interesse e vontade de estudar a corrida.
Não se trata de oferecer uma fórmula mágica para ganhar dinheiro, mas de dar ao apostador ferramentas para formar sua própria opinião.
O turfe precisa vender o próprio produto.
O turfe tem história, tradição, criação, genética, competição, profissionais e um espetáculo esportivo de grande beleza. O problema é transformar tudo isso em um produto atraente um e compreensível.
Aqui, muitas vezes, o YouTube é ligado minutos antes do primeiro páreo para um programa de menos de meia hora, com informações superficiais e, não raramente, erros básicos. Não é incomum ouvir comentaristas confundindo cavalo com égua ou apresentando dados equivocados sobre animais e campanhas.
O problema não está necessariamente nos profissionais diante das câmeras, mas em uma estrutura que os coloca ali sem oferecer condições adequadas e, depois, cobra excelência de quem nem sempre possui o conhecimento necessário.
A transmissão deveria informar, entreter e formar novos apostadores. Deveria despertar o interesse por animais, profissionais, estatísticas e estratégias. Em vez disso, muitas vezes parece feita apenas para cumprir tabela.
Também é preciso mudar o foco da comunicação. Parte dela parece mais preocupada em agradar proprietários e pessoas influentes do que em conversar com quem movimenta o jogo.
“Olha o cavalo do Haras Legacy, do Aloísio. Um abraço para o Aloísio, que está acompanhando a gente.”
Com todo respeito, isso pode agradar ao homenageado, mas o apostador quer saber por que aquele cavalo merece ser apostado: seu histórico, suas estatísticas, o desempenho do treinador naquele tipo de prova, a influência do jóquei, a adaptação à distância e os efeitos da mudança de categoria.
É isso que interessa.
O apostador precisa ser tratado como cliente
O apostador não é um espectador secundário. É um dos principais clientes do produto.
Por isso, precisa ser respeitado, informado e estimulado. Quem chega ao turfe vindo do futebol ou de outras modalidades não pode ser obrigado a descobrir sozinho como interpretar uma retrospectiva ou uma programação.
É preciso ensinar, produzir conteúdo, criar estatísticas, explicar conceitos, comparar desempenhos e mostrar os bastidores. É preciso filmar os trabalhos matinais, entrevistar treinadores e jóqueis e manter uma comunicação ativa durante toda a semana — não apenas meia hora antes do primeiro páreo.
Outro problema é a percepção de falta de uniformidade nas decisões da Comissão de Corridas.
Quando julgamentos semelhantes recebem punições diferentes, cria-se a sensação de que o peso da decisão pode variar conforme a farda envolvida. Independentemente de haver ou não favorecimento deliberado, a percepção de parcialidade já é extremamente prejudicial.
As decisões precisam ser técnicas, transparentes, coerentes e previsíveis — e, principalmente, explicadas.
O público apostador muitas vezes sequer conhece os comissários e não recebe informações claras sobre os fundamentos dos julgamentos. Por que não apresentar publicamente os critérios utilizados? Por que não tornar as decisões compreensíveis para quem aposta?
O profissional precisa saber que determinada infração terá tratamento semelhante, independentemente de quem esteja envolvido.
Sem coerência, perde-se confiança. E confiança é essencial em qualquer atividade que envolva apostas.
Sanear as contas é importante. Mas não é suficiente.
Já estamos no meio do segundo mandato da atual presidência, e certamente haverá quem destaque como realizações a utilização do espaço imobiliário do Jockey para festas e eventos, o saneamento das contas e o uso desses recursos para incrementar premiações.
Tudo isso pode ter mérito. Mas a pergunta central permanece:
o que foi feito, ao longo desses dois mandatos, para renovar o público do turfe?
Esse é, na minha opinião, o verdadeiro câncer do esporte.
Pode-se aumentar a premiação, equilibrar o caixa, alugar espaços e organizar eventos. Mas, se não cresce o número de pessoas interessadas em acompanhar e apostar nas corridas, estaremos apenas administrando o presente enquanto o futuro encolhe.
Além disso, aumentar prêmios com recursos de locação do espaço não transforma automaticamente o turfe em uma atividade autossustentável. É preciso olhar também para o pequeno proprietário, o criador, o treinador, o jóquei, o cavalariço e todos os que vivem diretamente das corridas.
Não adianta criar uma aparência de prosperidade no topo enquanto a base continua lutando para sobreviver.
Lembro de uma declaração recente do presidente, dia 01/02 desse ano, anunciando que a partir de então haveria corridas todos os domingos no Jockey. A promessa, feita diante das câmeras, incluía a incorporação definitiva dos domingos à programação e até a criação do slogan “Domingo no Jockey”.
Pouco tempo depois, porém, os domingos voltaram a ser sacrificados.
No último domingo, por exemplo, as corridas começaram depois das 17 horas e o Pick 7 sequer conseguiu vender a garantia.
Então fica a pergunta:
onde está a palavra empenhada pelo presidente? Quantas anúncios publicos dele voltaram atrás em pouco tempo. Se foi anunciado que haveria corridas todos os domingos, como chegamos novamente a uma situação em que o domingo pode ser abandonado ou alterado a qualquer momento?
Não se trata apenas de um domingo, mas da dificuldade de transformar uma decisão administrativa em um projeto consistente de longo prazo.
O turfe precisa de previsibilidade, planejamento e estratégia. Precisa saber onde quer estar daqui a cinco, dez ou vinte anos.
O problema é tratar uma doença estrutural com paliativos
Turfe e as apostas em corridas de cavalos vêm sendo tratados como um doente terminal. Em vez de atacar a doença, procuram-se paliativos para prolongar a sobrevivência: aumenta-se o caixa, aluga-se o espaço, fazem-se eventos, elevam-se premiações e comemoram-se resultados financeiros de curto prazo.
Mas o problema central permanece: o público não se renova; o apostador não é captado; o MGA cai; os jovens não chegam; o produto não é modernizado; a comunicação não evolui; e as oportunidades de expansão são desperdiçadas.
O dinheiro imobiliário pode prolongar a vida do turfe, mas não pode ser confundido com crescimento.
Ainda dá tempo
Apesar das críticas, continuo torcendo pelo turfe. Justamente por isso, acredito que seja necessária uma autocrítica profunda.
O próximo presidente, seja quem for, deveria começar com uma pergunta simples:
como vamos colocar milhares — ou milhões — de novos brasileiros em contato com o turfe?
A resposta não virá apenas do aumento de prêmios, da locação de espaços ou da expectativa de que o público antigo se renove sozinho.
Será necessário buscar as pessoas onde elas estão: nas bets, nas redes sociais, no YouTube e entre os jovens e apostadores esportivos. Os dados e as ferramentas tecnológicas já existem. Falta transformá-los em uma estratégia profissional de captação, educação e retenção de público.
Turfe brasileiro tem produto, história, beleza, competição, profissionais, animais extraordinários e uma cadeia econômica inteira por trás.
O que não pode continuar faltando é visão de futuro.
O turfe já foi chamado de esporte dos reis. Não pode terminar sua história sendo administrado como uma atividade que apenas precisa sobreviver até o próximo balanço.
O objetivo deve ser recuperar relevância, conquistar uma nova geração e voltar a crescer.
Porque o aumento do caixa pode adiar o fim.
Mas somente novos turfistas e novos apostadores podem garantir o futuro.
A imagem da matéria e os grifos na matéria são da redação
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Baronius na Copa Japão 2026 [08/09/2026]
Internet
 Foi perfeita a interação na Festa da Copa Japão de Turfe no Hipódromo de Cidade Jardim |
Bom dia. Prestigiando a festa de sábado em Cidade Jardim, saí de casa enfrentando um céu escuro e chuvas intermitentes durante todo o programa de carreiras. Mas isso não impediu a presença forte da colônia japonesa valorizando o evento da XXXII Copa Japão de Turfe. Enfim, apesar da falta de cooperação de São Pedro, muita alegria, muita participação de crianças e jovens e muito som de taikô (os tambores japoneses) animando os brindes de "kampai" regados ao bom saquê servido. Obviamente as grandes atrações da tarde na pista foram as duas provas de grupo 1 que abriram as coroas do hipódromo paulistano. Falarei sobre elas, deixando aqui uma crítica e uma sugestão. Quádrupla Coroa NÃO! Sem tradição, não é seletiva e não cabe na nossa programação. Vamos voltar para o modelo tradicional de tríplice coroa, que fica mais adequado e seleciona um pouco melhor nossos produtos. Quantidade não quer dizer qualidade. Amigos que gerenciam Cidade Jardim, pensem, reflitam e sigam o melhor caminho.
GP Barão de Piracicaba, Grupo 1 – Vip da Balada
Começando pelo Barão de Piracicaba, podemos dizer que foi uma prova interessante. Corrida em uma pista muito pesada, em que as principais éguas da geração fizeram um belo final. Vitória da líder de 2 anos em Cidade Jardim, VIP NA BALADA. Ela é uma filha de Drosselmeyer, garanhão consagrado e que ocupa o topo da nossa prateleira de opções no Brasil. Ele apresenta mais de 10% de resultado clássico por animal corrido e beira os 1.000 filhos em idade de corridas. A mamãe Menina Veneno (Quick Road) tem 5 produtos registrados, sendo a vencedora de sábado sua terceira e melhor cria. O cruzamento em questão foi tentado pouquíssimas vezes e teve 1 sucesso, a própria VIP NA BALADA. Das demais, vale citar a boa apresentação da favorita Amazon Queen e a fila de vitória que deu a terceira colocada, Bela do Santomauro. Olho nelas na próxima carreira.
 Vip da Balada vencendo, Amazon Queen junto a cerca a meio corpo, e Bela do Santomauro a 1 corpo e 1/4, pelo meio do tropel. Na próxima vão vender mais caro a derrota.
 Amazon Queen Bela do Santomauro
GP Ipiranga, Grupo 1 – Rabat Again
No Ipiranga, vitória para RABAT AGAIN (Courtier), que desde a entrada da reta era o cavalo que trazia mais ação. O jovem Gabriel Santana venceu e levou o troféu para casa, contudo, ele precisa prestar atenção e não repetir o desvio de linha que houve na reta final, o que deixou o vencedor vulnerável a uma desclassificação. Seria injusta em minha opinião, mas caso houvesse julgadores muito rigorosos na comissão, poderia vir a acontecer. Atenção, cuidado no percurso, e sem dúvida foi uma vitória para trazer confiança e aprendizado. O vencedor é filho de Courtier, o polêmico, na mamãe Comedian. Esta última sendo filha de Crimson Tide, traz aqui uma repetição da estrutura de cruzamento usada por Eraldo Palmerini para chegar ao craque Obataye. Sucesso traz sucesso. O reprodutor Courtier traz número de classicismo dentro da média brasileira. Não é um reprodutor de topo de prateleira, porém, nas últimas temporadas não há como negar seu sucesso através de Ethereum, Obataye e agora RABAT AGAIN. Logo, ele demonstra ter potencial de produzir animais fora da curva e claro, o criador tem que ter a sabedoria em usá-lo. No Haras Palmerini ele terá atenção especial e com certeza será sempre lembrado. Quanto ao cruzamento do vencedor, é um sucesso excepcional com 40% de aproveitamento em apenas 5 produtos registrados. Quem soube sacar esta afinidade colhe os frutos.
Filhos de Tiz The Law, mais três filhos vitoriosos em Provas Clássicas
 Gil Moss Neto com Tiz The Law
Finalizando, deixo registrado mais três vitórias em provas clássicas de filhos de TIZ THE LAW, destaque da coluna da semana passada. Com isso ele se igualou aos consagrados Frankel e Night of Thunder no topo dos maiores produtores de vitórias em provas graduadas e de indivíduos ganhadores clássicos em 2026. Dá-lhe TIZ THE LAW! Este está marcando época no Chile e faz muito bonito no competitivo mercado americano. Fico por aqui. Até uma próxima oportunidade.
 Night of Thunder Frankel
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Animal Farm, do Stud Blue Mountain, de Richard Ávila, dá bela exibição na areia pesada da Gáv [07/09/2026]
Internet
 Animal Farm, evidendentemente mais preparado que a turma, não podia ser outro o resultado |
Depois de ganhar em sua estreia na pista de grama e chegar descolocado na prova de Grupo 1 contra os melhores potros da geração, Animal Farm, 3 anos, um filho de My Cherie Amour e Quick’N Easy, por Adriano, de criação do Haras Doce Vale, confirmou os exemplares exercícios matinais, e venceu com muitas sobras, com mais de 14 corpos de diferença, o quarto páreo de hoje na Gávea, na areia pesada, devido a mudança de raia. Bem conduzido por Wilkley Xavier, e, com apresentação impecável de Júlio César Sampaio.
O tempo do páreo foi de 1m25s55 para os 1400 metros, mas com toda a certeza se W. Xavier exigisse de seu pilotado, baixaria bem mais o tempo do páreo, já que a conquista foi muito fácil e não teve potro que o acompanhasse até o disco.
Imponente Star, do Stud Sion, formou a dupla a 14 ¼ corpos, mas deixou a impressão de preferir a raia de grama. Just In Time, do Stud Tigrão, voltou a correr na areia, apesar da tentativa frustrada dos seus responsáveis de vê-lo na grama pela primeira vez, o que não foi possível devido a mudança de raia por causa das chuvas, razão pela qual chegou a 17 ½ corpos na terceira-. Ubuntu, do Stud Eternamente Rio, sem a presença de seu amigo de sorte, finalizou na quarta colocação, depois de correr entre os mais ligeiros, o que o fez cansar nos metros finais devido a presença dos dois primeiros colocados, potros de exceção sem dúvida. Chegou a 26 ½ corpos do vencedor. Relator foi o quinto colocado a vários corpos, igualmente a Street Life que foi o sexto.
A mudança de pista influenciou o desempenhos e a estratégia de corrida dos potros, com exceção da vencedoro que anteriormente já havia dado demonstração que corria na pesada, quando obteve sua 1ª vitória.
Não foram apresentados Rapid Charm, Seductora, Angelino Prado e Venice Baby.
Veja o replay do páreo: https://www.youtube.com/watch?v=7euJl4DyZTU
Da Redação
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Arucarama, do Haras Cima, vence páreo de potrancas em marca superior aos potros [07/09/2026]
Internet
 Quanto mais a filha de Kentuckian tirava, as outras paravam na mudança de pista |
Bem conduzida por Altair Domingos, e apresentada em perfeito estado atlético pelo treinador, Olívio Zantedeschi, a potranca Arucarama, de criação e propriedade do Haras Cima, filha de Kentuckian e Buriti Sarge, por Salute The Sarge, confirmou seu amplo favoritismo e com devolução de pule, e ganhou com enorme facilidade por 9 corpos a eliminatória de potrancas realizada esta tarde, na distância de 1300 metros na areia pesada no hipódromo da Gávea na marca de 1m19s66, tempo superior, as duas provas já realizadas, para potros, no mesmo percurso, ambas conquistadas em tempo superior, acima de 1m20s.
Piccadilly, do Stud Ouro e Verde, formou a dupla, depois de seguir desde a largada a favorita. Canberra, do Haras Cambay, apesar dos bons treinos e finalizou na terceira colocação a 17 ¾ corpos. Umami, do Stud Red Rafa, não teve boa estreia e apesar de quarto, chegou a 27 ¾ corpos da vencedora. Opisky, do Stud Embalagem, deixou impressão de ter preferência pela pista de grama, mas conseguiu completar o marcador. Palavra cruzada foi a sexta colocada.
A mudança de pista influenciou o desempenhos das potrancas, com exceção da vencedora que sendo filha de Kentuckian corre bem nas duas pistas.
Não foram apresentadas Pra Vida Toda e Royal Cry.
Veja o replay do páreo: https://www.youtube.com/watch?v=276FjNk9epc
Da Redação
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Ka Ying Rising vence o Chief Executives Cup, G3, bate recorde pela quinta vez e soma 21 vitórias seguidas [07/09/2026]
Internet
 Ka Ying Rising, um recordista de mais de U$$ 31.000.000 |
Na pista do Hipódromo de Sha Tin, em Hong Kong, simplesmente Ka Ying Rising, cavalo Neozelandês de 6 anos, esmagou seus adversários vencendo o Chief Executive’s Cup, G3, batendo o recorde pela quinta vez da distância dos 1200 metros na grama, e conquistou sua 21 vitória seguida! Ele foi montado pelo experiente Zac Purton e tem seu treinamento a cargo de David Hayes.
Sim, isso mesmo, ele quebrou pela quinta vez o recorde da distânia dos 1200 metros no Hipódromo de Sha Tin, em Hong Kong.
Antes dele bater a primeira vez o recorde, este pertencia ao lendário cavalo Sacred Kingdom, que foi estabelecido no dia 17 de novembro de 2007, ao vencer a prova Cathay Pacific Jockey Club Sprint, G2, sob a condução do jóquei Gerald Mosse e treinamento de Ricky Yiu.
Naquela ocasião, ele assinalou o tempo de 1m07s50, marca que permaneceu inabalável como recorde da pista por 17 anos — até ser superada pela primeira vez por Ka Ying Rising, na época aos 4 anos, em 17 de novembro de 2024 (1m07s43).
Desde então, vem rebaixando progressivamente a própria marca na distância. Veja as sucessivas quebras dos recordes:
1ª – 17 de Nov de 2024 - 1m07s43 vencendo o Jockey Club Sprint, G2 2ª – 08 de Dez de 2024 - 1m07s28 vencendo o Hong Kong Sprint, G1 3ª – 20 de Mar de 2025 - 1m07s21 vencendo o Sprint Cup,G2 4ª - 27 de Abr de 2025 – 1m07s10 vencendo o Chairman’s Sprint Prize, G1 5ª – 06 de Set de 2026 – 1m06s11 vencendo o HKSAR Chief Executive’s Cup, G3
Neste recorde de ontem ele assinalou um tempo impressionante, reduzindo em quase um segundo o recorde anterior (que era dele mesmo, de 1m07s10).
 A 50 metros do disco, Ka Ying Rising tinha 8 corpos de vantagem sobre o segundo e tirou mais ainda
Agora ele cumprirá um período de quarentena de duas semanas em Hong Kong antes de embarcar para a Austrália para buscar o bicampeonato na prova de velocidade mais rica do mundo, o The Everest, G1, que será corrido em 17 de outubro no Hipódromo de Royal Randwick, em Sydney, também ma distância de 1200 metros na grama.
David Hayes, seu treinador declarou que Ka Ying Rising está “maior, mais forte e melhor”. Ele está pesando 531 kg, 13 kg mais pesado do que quando estabeleceu o recorde da pista na temporada passada e provavelmente 4 kg acima do seu melhor peso de vitória, então ele ficou maior, mais forte e melhor.”
Ka Ying Rising agora conta com 22 vitórias e dois segundos lugares em 24 largadas, com um prêmio total de HK$ 160.923.900 (Dólar de Hong Kong), o que equivale a R$ 160.923.900 ou U$$ 31.393.659 , o que o torna o recordista mundial de somas ganhas.
 Ka Ying Rising em sua vitória no Hong Kong Jockey Club Chief Executives Cup, Grupo 3
Veja a campanha de Ka Ying Rising, com 16 vitórias de Grupo (9 G1, 4 G2 e 2 G3):
Aos 3 anos: 1st ShaTin Vase(HK-G3,ShaTin,T1200m) Aos 4 anos: 1st 2025 Chairman’s Sprint Prize G1 1200M 1st 2025 HKJC Queens Silver Jubilee Cup G1 1400M 1st HKJC The Centenary Sprint Cup G1 1200M 1st Hong Kong Sprint(HK-G1,ShaTin,T1200m) 1st Jockey Club Sprint(HK-G2,ShaTin,T1200m) , 1st HKJC The Premier Bowl G2 1200M 1st The Sprint Cup (HK-G2,ShaTin,T1200m) Aos 5 anos: 1st 2025 The Everest (AUS-G1,Rand,T1200m) 1st 2026 HKJC The Chairmans Sprint Prize G1 1200M 1st 2025 Longines Hong Kong Sprint G1 1200M 1st 2025 HKJC Jockey Club Sprint G2 1200M 1st HKJC The Centenary Sprint Cup G1 1200M 1st 2026 HKJC Queens Silver Jubilee Cup G1 1400M 1st 2026 HKJC Sprint Cup G2 1200M Aos 6 anos: 1st 2026 HKJC Chief Executives Cup G3 1200M
Filiação e Futuro
Ka Ying Rising é filho de (NZ) em Miss Moo (NZ), por Per Incanto (USA).
Seu pai, Shamexpress, foi múltiplo ganhador de Grupo 1 na Austrália, com A$$ 1.050.475 (dólares australianos) e fica alojado no centro de reprodução Windsor Park Stud em Cambridge, Nova Zelândia e sua cobertura está avaliada em ASS 25.000 (FEE) Dolares + GTS (Goods and Services Tax (Imposto sobre Bens e Serviços)), que na Austrália e Nova Zelândia custa em torno de 10% da cobertura. FEE significa que o valor da cobertura só é válido após o nascimento e o potrinho ficar em pé.E o segundo maior valor de cobertura dos 8 reprodutores alojados no Windsor Park, atrás somente dos A$$ 30.000 de Paddington, o Inglês vencedor de 4 provas de Grupo1 na Inglaterra.
 Shamexpress
Sua mãe, Miss Moo venceu cinco corridas na Nova Zelândia e foi 4º no Manawatu Breeders’ Stakes, G3. Teve apenas dois produtos antes de falecer em 2021. Ka Ying Rising em 2020 e Ka Ying Glory em 2021. Este, obteve apenas um segundo lugar em seis atuações.
 Miss Moo com Ka Ying Rising ao pé Fonte: Pedigree Query
Ka Ying Rising é de propriedade do The Ka Ying Syndicate. Ele foi adquirido originalmente no leilão 2021 NZB Ready to Run Sale por apenas NZ$ 80.000 (aprox. US$ 48 mil).
Infelizmente, ele foi castrado ainda jovem na Nova Zelândia, antes mesmo de dar início à sua campanha oficial nas pistas de Hong Kong. No turfe de Hong Kong, a castração de machos é uma prática padrão extremamente comum para melhorar o temperamento, a concentração e o manejo dos animais nas instalações do hipódromo de Sha Tin. Sua história e seus recordes não terão descendentes.
Veja a vitória esmagadora de Ka Ying Rising, ontem, na HKSAR Chief Executive’s Cup, G3: https://www.youtube.com/watch?v=CUN7iUAHE1c
Da Redação
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Único Lô, de Luiz Henrique Flores dos Santos, é bicampeão do GP Protetora do Turfe [07/09/2026]
Internet
 Único Lô voltando a sua melhor forma, vence o Protetora do Turfe |
Único Lô, um filho de Wired Bryan e Depends On Me, por Siphon, de criação do Haras Capela de Santana, e propriedade de Luiz Henrique Flores dos Santos, treinado pelo competente Neimar Canut, e conduzido com perfeição por Jonathan Rocha, atual 3º colocado na estatística de jóqueis, conquistou o bicampeonato do tradicional Grande Prêmio Protetora do Turfe, realizado hoje à tarde, no Hipódromo do Cristal.
Para os 2200 metros, em pista de areia leve, o tempo foi de 2m23s7/10. O recorde da distância é de Show de Bola com 2m23s obtido em 18 de dezembro de 2025.
Foi a 11ª vitória do craque tríplice-coroado, com mais seis segundos lugares, em 22 saídas. Será que Único Lô conseguirá juntar os dois bi-campeonatos, do Protetora e do Bento Gonçalves ? O do Protetora já conseguiu e em 08 de novembro estaremos torcendo que aconteça. Já provou que é um excelente cavalo e voltou a ostentar sua melhor forma.
Na largada, em ao seu estilo, Único Lô, tomou a ponta. Foi acompanhado de perto por seus principais rivais na pedra de apostas. Galileu Corunilha, o favorito das apostas em segundo, Intimidator em terceiro, e, Treasure Courtier, em quarto. E esta fila indiana desde o pulo de partida não sofreu qualquer mudança até esta sequência cruzasse o disco de chegada sem qualquer alteração em sua ordem. Basta acrescentar o quinto colocado, que foi Wistar Farm, do Stud Rancho Flash.
 Único Lô chegando ao disco tinha vantagem de 2 1/4 corpos sobre Galileu Corunilha.
Neimar Canut, veterano treinador, completa 86 anos amanhã, e fez questão de dizer na foto da vitória que esperava receber o presente de aniversário na véspera de cantar os parabéns e soprar as velas do bolo, tal a confiança no cavalo, que segundo ele voltou a ostentar sua melhor forma. Neimar Canut ocupa o quarto lugar na estatística de treinadores por número de vitórias. Por prêmios é o segundo.
Crédito: Canal Turfe Emoção
 Recebendo os troféus no winner circle, o Jóquei Jonathan Rocha, treinador Neimar Canut, proprietário Luiz Henrique Flores dos Santos, acompanhados do presidente do JCRS, Gil Irala e de amigos.
Vale lembrar que Único Lô é tríplice Coroado no Cristal em 2024, onde venceu o GP. BRENO CALDAS (1ª Prova), o GP. PRÊMIO PRESIDENTE CORONEL CAMINHA (2ª Prova) e o GP. DERBY RIOGRANDENSE (3ª Prova da Tríplice Coroa de Produtos).
Veja o replay do GP Protetora do Turfe: https://www.youtube.com/watch?v=C9udMrSEiQ4
Da Redação
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Um vareio de Motocycliste, de Ranato Bender Castro, no Clássico Oscar Canteiro no Hipódromo do Cristal [06/09/2026]
Internet
 Motocycliste deixou os adversários a perder de vista |
Apresentado em estado atlético exuberante por Antônio Carlos Silveira, e conduzido com muita confiança por César Dias Carvalho, Motocycliste, de criação do Haras Santa Maria de Araras, e propriedade de Renato Bender Castro, derrotou com enorme facilidade os seus rivais, no Clássico Oscar Canteiro, realizado esta tarde, no Cristal, em 1600 metros, na areia, na marca de 1m40s4/10.
O filho de Emcee e Are Baba, por Aldebaran, tomou a ponta na largada, não deu chance aos adversários e ganhou disparado, próximo ao recorde do percurso que é de 1m40s3 de Galileu Corunilha em 12 de março de 2026.
Kempes Love formou a dupla em ótima atuação, com Karim D’ Anafer, finalizou em terceiro, e Donigton Park, chegou em quarto, por ter tentado acompanhar o ganhador. L’ Amico Mio completou o marcador numa tentativa frustrada de correr atuar fora da sua distância ideal. Motocycliste alcançou sua oitava vitória, em 16 saídas.
Veja o replay do Clássico Oscar Canteiro: https://www.youtube.com/watch?v=PGTbxiT22Zw
Da Redação
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Gulf do Jaguaretê, cavalo do ano, conquista clássico de velocidade no Cristal [06/09/2026]
Internet
 Mais um clássico para o cavalo do ano do Cristal |
Gulf do Jaguaretê, um filho de Koller e Baby Bloom, por Public Purse, de criação do Stud Jagueretê, e propriedade de Vanessa Ruas e Diego Pauletto, confirmou sua categoria, e levou a mellhor no Clássico Francisco Dall’ igna, realizado hoje à tarde, no Hipódromo do Cristal, em 1000 metros, na areia pesada, no tempo de 1m01s5/10. Apresentação impecável de Rogério Arias e direção tranquila de César Dias Carvalho.
Hats Off formou a dupla com autoridade, enquanto Vingador Lô, corrido na expectativa, faturou o terceiro lugar, e, Doce Celina, responsável pelo ritmo da prova, cansou nos metros finais, e ficou apenas no quarto posto. Haragano Corunilha obteve apenas a quinta colocação, e Negresco, fechou a raia.
Não correram Bico Branco e Qualify Boy. Foi a 22ª vitória de Gulf do Jaguaretê, em 57 apresentações.
Veja o replay do Clássico: https://www.youtube.com/watch?v=mNda8pLh2pU
Da Redação
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Smartbrain vence o GP. independência, no Hipódromo de Sobral [06/09/2026]
JC Sobral
 Vitória muito fácil de Smartbrain em Sobral |
Apresentado em excelente estado pelo treinador M.L. Maciel, o castanho Smartbrain, 6 anos, um filho de Forestry (USA) e Winner Friend (USA), por Broken Vow (USA), venceu muito fácil o GP. Independência, melhor páreo da programação das 5 corridas no Hipódromo de Sobral.
Sem dar trabalho para R. Souza, seu jóquei, Smartbrain já largou na ponta nos 1300 metros do Grande Prêmio. Pacto Secreto com F.H. Costa saiu ao seu incalço com Raimbow Lius correndo mais acomodado em terceiro, com seu jóquei já sabendo que não venceria Smartbrain. Assim cruzaram o disco em sua primeira passagem. Na reta oposta Smartbrain manteve 2 ½ sobre Pacto Secreto, enquanto Raimbow Lius era o último a 13 corpos do ponteiro.
Na entrada da reta, com 4 corpos de vantagem, Smartbrain entra absoluto. Pacto Secreto dá sinais de cansaço e Raimbow Lius já está bem mais próximo. Na reta, R. Souza apenas alerta Smartbrain que vai tirando vários corpos de vantagem. G. Martins, piloto de Raimbow Lius inicia atropelada junto a cerca e vai dimuinido a diferença para Pacto Secreto e cruza o disco em segundo com 1 ½ de vantagem sobre o pilotado de F.H. Costa que pagou o preço por sair atrás de Smartbrain.
Vitória fácil de Smartbrain, que pertence ao Stud Parente Sobral.
 Muito concorrida a foto da vitória de Smartbrain. Seu proprietário, parentes e muitos amigos
Foi a 5ª vitória de Smartbrain, sendo 2 na Gávea, 2 na Madalena e 1 em Sobral. Anteriormente em 2025, foi 4º no GP Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, G3 e em 2024, 2º no GP Salgado Filho, G3, ambos na Gávea. Em 2026 foi 3º no Clássico Marco Sire Cortez, na Madalena
Assista abaixo o vídeo das corridas de Sobral, sendo que o GP Independência está a partir dos 2m50s até o final do vídeo: https://www.youtube.com/live/shOETRMhzWE
Da Redação
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Indestructible apresentará sua primeira geração no Leilão do Haras Salamandra [06/09/2026]
Internet
 O Irlandês Indestructible apresenta sua primeira geração |
Vendido ao Haras Salamandra logo após encerrar campanha, o Irlandês com campanha na Irlanda, Inglaterra, França e Estados Unidos, apresentará sua primeira geração de desmamados (geração 2025), em Leilão a ser realizado pelo Haras Salamandra, dia 16 de setembro, com organização da APPS.
Indestructible, nascido em 2020, é um filho de Kodiac (ING) em Shareva (IRL) por Rip Van Winle (IRL).
Seu pai, o Inglês Kodiac, atuou na esfera clássica Inglesa, sendo levado para ser reprodutor na Irlanda, que produziu mais de 50 ganhadores de provas de grupo. Kodiac é um filho de Danehill.
Sua mãe, Shareva, foi criada pelo H.H. Aga Khan
Indestructible, em campanha foi um animal muito precoce, com boa estreia na Irlanda a seguir levaram-no para a Inglaterra, onde venceu na estreia em pistas Inglesas. Sua terceira corrida foi 2º no Acomb Stakes, G3 no Hipódromo de York, em 1400 metros, chegando a ½ corpo de Chaldean, um filho de Frankel. Chaldean foi o líder inconteste de sua geração. Veja a corrida: https://www.youtube.com/watch?v=H3mEgduHvNo
Menos de um mês depois, ainda aos 2 anos, Indestructible participaria do Champagne Stakes, G2, no Hipódromo de Doncaster, onde foi 2º lugar em 1400 metros.
Aos 3 anos, levado ao Hipódromo de Newmarket, venceu o Craven Stakes, G3 em 1600 metros, vencendo por mais de um corpo o clássico de Grupo 1, The Foxes. Veja o replay de sua vitória: https://www.youtube.com/watch?v=G7ULcRDXJRw
 Indestructible vencendo o Craven Stakes, G3
A seguir, continuando em Newmarket correu o 2000 Guineas Stakes, G1, em 1600 metros, onde chegou descolocado.
Levado para Ascot, foi 5º no St. James’s Palace Stakes, G1 também em 1600 metros. Veja o GP Jame’s Palace Stakes: https://www.youtube.com/watch?v=vhZPM2AWnZo
Após a corrida, embarcaram Indestructible para a França, onde no Hipódromo de Deauville foi 4º no Prix Jean Prat, G1 em 1400 metros em 12 concorrentes, perdendo para Paddington (vencedor de 4 Grupos 1 aos 3 anos) e Chaldean (Frankel). Veja a corrida https://www.youtube.com/watch?v=HKxwfLKwgSg
Depois da corrida, voltou para a Inglaterra, onde no Hipódromo de Goodwood, foi 5º no World Pool Lennox Stakes, G2 em 1400 metros, perdendo o quarto por cabeça. Veja a corrida: https://www.youtube.com/watch?v=JDa-71okSbY
Menos de 2 meses após de seu 5º em grupo 2 na Inglaterra, corre no Hipódromo de Keeneland, Estados Unidos, sem nenhum descanso, e numa prova de Grupo 1, o Coolmore Turf Mile Stakes, em 1600 metros. Não chegou colocado, mas ponteou até a entrada da reta. Não deveria ter corrido. Uma imprudência sua inscrição. Veja a corrida: https://www.youtube.com/watch?v=LIteDGKdB0s
Então, deram uma parada, mas o erro não perdoa.
Voltaram com Indestructible no Hipódromo de Gulfstream Park em 1500m, quando sua campanha foi encerrada.
 Indestructible
A intermediação da venda de Indestructible para o Haras Salamandra foi de José Laudo de Camargo e Ricardo Imbassahy.
Portanto, é de Indestructible - um cavalo clássico de grama, de físico portentoso, precoce, que enfrentou a primeira turma da Europa, e em suas 11 corridas, 8 delas foram em provas de Grupo em 4 países diferentes - que Haras Salamandra apresentará 18 potros com menos de um ano, da Geração 2025.
Confira o catálogo do Haras Salamandra: https://www.raialeve.com.br/pdf/15_A_6a9788a64d2ab.pdf
Da Redação
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Rabat Again, do Haras Belmont, atropela para vencer GP Ipiranga em Cidade Jardim [05/09/2026]
Internet
 Desta vez, Rabat Again pegou todos os concorrentes de surpresa e venceu o GP Ipiranga |
Rabat Again, um filho de Courtier e Comedian, por Crinson Tide, de criação do Haras Palmerini, e propriedade do Haras Belmont, bem apresentado por Maurício Soares Oliveira, e conduzido com muita inspiração por Gabriel Santana, atropelou forte nos 200 metros finais e conquistou o triunfo no Grande Prêmio Ipiranga, Grupo 1, em 1600 metros, na grama pesada do Hipódromo de Cidade Jardim, no tempo de 1m38s11.
Terceira força da corrida (plano B foi o favorito absoluto), com pule de R$ 8,30 por R$ 1,00 Rabat Again confirmou as expectativas de seu treinador e seu proprietário, pois até então possuía 2 vitórias (1 na Gávea e 1 no Tarumã) e apenas uma colocação em prova de grupo quando foi 5º no GP J. Adhemar de Almeida Prado, G1 - Taça de Prata, na Gávea em agosto.
Os dois jóqueis, do segundo colocado e terceiro colocados, Ruberlei Viana (Trust do Iguassu) e Valdinei Gil (El Fantasma), reclamaram do piloto do ganhador. Mas, os comissários de corrida, acertadamente, confirmaram o resultado. Rabat Again foi um pouco para dentro, mas com ação avassaladora, e o seu piloto sempre o corrigiu.
Trust do Iguassu e El Fantasma fizeram excelentes corridas, mas Rabat Again correu demais.
 Na entrada da reta, Trust do Iguassu próximo a cerca, manda no páreo com Plano B em segundo pelo centro e El Fantasma aberto em terceiro Intelectual, o quarto colocado está no mesmo caso. Plano B, companheiro de farda do ganhador, já obteve triunfos beneficiado por ritmo de carreira forte feito por Rabat Again. Desta vez ocorreu o inverso. Se aproximou cedo e induziu os jóqueis dos rivais a fazer correr antes da hora. E Rabat Again pegou todos aqueles que tinham chance de lutar pelo triunfo sem forças para conter sua aceleração final.
Veja o replay da vitória de Rabat Again: https://www.youtube.com/watch?v=klMERIOdD3Y
Da Redação
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Vip na Balada, do Haras Valentin, vence GP Barão de Piracicaba, Grupo 1, em Cidade Jardim [05/09/2026]
Internet
 Em bonito final, Vip da Balada leva a melhor em Grupo 1 em Cidade Jardim |
Vip na Balada, de criação do Haras Figueira do Lago, e propriedade do Haras Valentin, filha de Drosselmeyer e Menina Vaneno, por Quick Road, bem conduzida por Luís Henriques, e apresentada no último furo pelo treinador Roberto Penachio, alcançou Amazon Queen, do Haras Santarém, nos metros finais e abriu a quádrupla-coroa de potrancas ao vencer o Grande Prêmio Barão de Piracicaba, na grama pesada do prado paulistano.
Para os 1600 metros o tempo foi de 1m39s56.
Bella do Santo Mauro, do Stud Santomauro, ficou com a terceira colocação, na melhor atuação de sua campanha. Taylor do Iguassu, do Haras Rio Iguassu, em evolução, obteve o quarto lugar, enquanto Iga Swiatek, sempre regular, faturou o quinto lugar da prova, sempre figurando em todo percurso. Vip na Balada obteve a quinta vitória em seis saídas, e mais um quarto lugar, a dois corpos, na única vez em que saiu derrotada da raia, numa prova de Grupo 1. Desta vez conquistou o seu primeiro Grupo 1, e vai tentar conquistar a coroa.
 Amazon Queen lidera na entrada da reta, com Rising Star brigando pelo segundo lugar com Vip da Balada
Veja o replay do GP: https://www.youtube.com/watch?v=Ae0iqaMSc3Y
Da Redação
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Perfect Plastic, do Haras Belmont, conquista Copa Japão de Turfe 2026 em São Paulo [05/09/2026]
Internet
 Vitória fácil da conduzida de Altair Domingos, Perfect Plastic |
Perfect Plastic, uma filha de Goldikovic e Artista Plástica, por Elusive Quality, de criação e propriedade do Haras Belmont, bem conduzida por Altair Domingos, e apresentada em perfeito estado atlético por Maurício Soares Oliveira, ganhou com enorme facilidade a 32ª edição da Copa Japão de Turfe, disputada hoje à tarde, no Hipódromo de Cidade Jardim. Na segunda colocação arrematou Special do Iguassu, do Haras Rio Iguassu, montaria de João Moreira, que ponteou a carreira, mas foi dominada com sobras pela ganhadora.
O tempo para os 1600 metros, em pista de grama pesada, foi de 1m38s1/10.
A terceira colocada foi Must Be Happy, afastada das dominadoras da prova, mas num nítido terceiro posto. La Ilusion, do Stud Magia, corrida na última colocação, atropelou forte e obteve o quarto lugar superada apenas pelas concorrentes de melhor nível. Hello Afleet, completou o marcador, em quinto, mas prefere atuar em maiores percursos. Perfect Plastic alcançou a quarta vitória em 9 saídas, e parece ter chegado a sua melhor forma atlética tal a facilidade do seu triunfo.
Veja o replay do GP: https://www.youtube.com/watch?v=hCR11rTrIVA
Da Redação
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Yoriko Suzuki, Consul do Japão, prestigia festa Japonesa no Hipódromo de Cidade Jardim [05/09/2026]
Internet
 Yoriko Suzuki, Consul do Japão, abre as festividades da Copa Japão de Turfe |
Primeira mulher a chefiar o consulado-geral japonês na capital paulista, Yoriko Suzuki é natural de Okayama. Sra Yoriko Suzuki possui mais de três décadas de carreira diplomática no Ministério dos Negócios Estrangeiros do Japão, com sólida atuação em postos no exterior e na administração central em Tóquio. Em 1996 trabalhou como Segunda Secretária na Embaixada do Japão Brasília. Em 2010, assumiu o posto de Conselheira na Embaixada do Japão no México. E em novembro de 2025 assumiu a chefia do Consulado-Geral do Japão em São Paulo.
Em seu discurso na presença do corpo diplomático do Japão e de diretores do JCSP, na 32ª Edição da Copa Japão de Turfe, falou sobe a história dos intercâmbios entre Japão e Brasil que ultrapassa 130 anos e ao longo deste período muitos emigrantes japoneses e seus familiares que contribuíram para o desenvolvimento do Brasil.
Após o discurso ocorreu a tradicional cerimônia chamada de "quebra do tambor" que é denominada Kagami Biraki. Embora o recipiente tenha o formato arredondado semelhante ao de um tambor (taiko), trata-se, na realidade, de um barril de saquê de madeira (taru).
A quebra da tampa traduzida como "Abertura do Espelho", onde a tampa redonda do barril é chamada de kagami (espelho, símbolo de harmonia e pureza), e a quebra (biraki) representa a abertura para a boa sorte, prosperidade e novos começos.
Para este ritual, os participantes e autoridades usam martelos de madeira (kizuchi) para quebrar a tampa de madeira do barril em conjunto, servindo em seguida o saquê aos convidados para um brinde coletivo (kanpai).
 A tradicional "Quebra do tambor" representa sorte, prosperidade e novos recomeços.
Esta tradição é realizada na Abertura de Ano Novo, em celebrações de artes marciais (dojos), inaugurações, casamentos e festivais tradicionais (matsuris).
Da Redação
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Riviera do Iguassu, do Haras Rio Iguassu, dá show no GP Independência em Cidade Jardim [05/09/2026]
Internet
 Um show na pista da pensonista de Antônio Oldoni |
Riviera do Iguassu, uma filha de Forestry e Redenção, por Inexplicable, de criação e propriedade do Haras Rio Iguassu, apresentada em forma exuberante poor Antônio Marcos Aldoni, e conduzida com serenidade por João Moreira, deu autêntico passeio nas adversárias e ganhou o Grande Prêmio Independência, Grupo 3, realizado hoje à tarde, em Cidade Jardim com rara facilidade, na boa marca de 55s78, para os 1000 metros, em raia de grama pesada. Piu Carina, do Stud J.C.R, formou a dupla, com autoridade.
Her Reality, do Haras São Luiz, em fase de franca evolução, obteve promissor terceiro lugar, depois de acompanhar a ganhadora em todo o percurso. Aurora do Pago e Don’t Lie, mesmo em páreo reforçado, figuraram com destaque e conseguiram a quarta e a quinta colocações no marcador. Foi a oitava vitória de Riviera do Iguassu, em 18 saídas.
Veja o replay do GP: https://www.youtube.com/watch?v=dauX24aAiDs
Da Redação
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Shonan Galleon, filho do campeão Flightline, vence o Sapporo Nisai Stakes, G3, no Japão [05/09/2026]
Internet
 Um vareio de Shonan Galleon no Grupo 3 no Japão |
O potro japonês, filho do campeão Flightline, venceu hoje por 6 corpos o Sapporo Nisai Stakes, G3 em 1800 metros na grama, e se tornou o primeiro vencedor de prova de grupo para o inesquecível cavalo americano. Shonan Galleon, é filho da ganhadora de grupo 1, argentina Tan Gritona, uma filha de Full Mast.
Para quem não se recorda, seu pai Flightline, ficou invicto em suas 6 apresentações, sendo destas 4 vitórias em provas de Grupo 1. Marcou época.
Voltando para Shonan Galleon, ele foi o favorito da prova. Montado por Katsuma Sameshima correu boa parte do percurso em segundo para Cosmo Hanamizuki,.
Ao entrar na curva final, começou a se aproximar do líder e, assim que chegou à reta final, Shonan Galleon mostrou para o que veio assumiu o controle sem dificuldade e imediatamente começou a se distanciar. A cada passada, ampliava a vantagem, cruzando a linha de chegada com 6 corpos de vantagem e não deixando dúvidas sobre sua óbvia superioridade. Cosmo Hanamizuki manteve-se em segundo, um corpo à frente de Desert Spirit, enquanto Random Number, e Tenka Taihei completaram os cinco primeiros.
O vencedor parou o cronômetro em 1m50s3/10 em uma pista de grama um tanto macia, percorrendo os últimos 600 metros em 35s9/10. A autoridade de sua performance foi ainda maior do que a margem sugere, já que Sameshima nunca precisou forçá-lo muito para deixar seus rivais para trás.
 Vitória fácil por 6 corpos e sem exigir
Treinado por Shizuya Kato para Tetsuhide Kunimoto, Shonan Galleon causou sensação em sua estreia no último dia 5 de julho em Hakodate. Naquela tarde, ele também venceu uma prova de 1800 metros na grama por 2 1/2 corpos, estabelecendo um novo recorde de pista para cavalos de 2 anos ao marcar o tempo de 1m47s6/10.
Seu pedigree explica grande parte da empolgação que ele gera. Ele faz parte da primeira geração de Flightline, filho de Tapit, que foi nomeado Cavalo do Ano nos Estados Unidos e cuja carreira contou com vitórias inesquecíveis no Malibu Stakes (G1), Metropolitan Handicap (G1), Pacific Classic (G1) — por 19 1/4 corpos — e na Breeders’ Cup Classic (G1).
No entanto, para as corridas argentinas, a história tem um apelo ainda mais especial, já que Shonan Galleon é o primeiro potro de Tan Gritona. Filha de Full Mast, a égua criada pelo Haras Gran Muñeca foi a melhor potranca de 2 anos de 2022, temporada em que venceu o Gran Premio Jorge de Atucha (G1) na pista de areia de Palermo e o Gran Premio de Potrancas (G1) na grama de San Isidro.
Mais tarde, ela foi adquirida pela Northern Farm e exportada, dando à luz Shonan Galleon no Japão em 13 de fevereiro de 2024. O potro foi vendido naquele mesmo ano por 231.000.000 ienes (U$$ 1.300.000) no JRHA Select Sale, um valor que refletia o excepcional valor de seu pedigree desde o início.
Agora, essas expectativas estão começando a encontrar respostas nas pistas. Duas corridas, duas vitórias e uma primeira vitória em prova de grupo que o coloca entre os potros mais interessantes do Japão. Flightline agora tem o corredor que abriu seu livro de estatísticas de stakes, enquanto Tan Gritona começa a projetar como égua reprodutora a mesma qualidade que mostrou nas pistas argentinas. Shonan Galleon carrega sangue de campeão em ambos os lados e, pelo que foi visto até agora, herdou também o talento deles.
Veja a vitória autoritária de Shonan Galleon: https://www.youtube.com/watch?v=D1-J6HEQpXQ
Da Redação, com trechos do Turf Diário
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