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Depois de 40 edições da disputa do Clássico Associação Latinoamericana de Jockeys Clubs, em 2025, na realização da 41ª vez em que a tradicional prova turfística será realizada na Gávea, o turfe brasileiro ainda ocupa a liderança de triunfos, com 11 conquistas. Vários craques inesquecíveis aparecem nesta relação.
Em 1981, Dark Brown, conquistou a prova para o Brasil pela primeira vez. No ano seguinte, 1982, deu Duplex, e, em 1983, Derek, num tricampeonato sensacional. Depois de pequeno intervalo, em 1985, o tríplice–coroado, Old Master bateu o ponto. Seis anos depois, em 1991, Falcon Jet escreveu o seu nome na prova. Much Better conquistou o páreo em 1994 e 1996, e, até hoje foi o único puro–sangue com duas conquistas. Jimwaki ganhou em 1998, Hot Six, em 2009, Some In Tieme, em 2016, e Doutor Sureño em 2023.

Dark Brown imortalizado em quadro de Cássio Mello
O turfe chileno está empatado com o peruano, na segunda posição do ranking de triunfos, com 10 vitórias. Qualquer um deles que venha a conquistar a prova no próximo dia 18 de outubro, iguala o número de sucessos brasileiros. Os argentinos possuem 7 conquistas, e, os uruguaios, só ganharam o Latino–Americano em duas oportunidades.
O turfe nacional vai jogar em casa em 2025, e possui quatro representantes, Ethereum, Obataye, Seiquevouteamar e Gracie, para tentar manter a hegemonia na competição. Por enquanto, temos linda história para contar; O jóquei que ganhou a prova mais vezes, Jorge Ricardo, 5, o treinador com maior número de conquistas, o saudoso, João Luiz Maciel, 3, e, o único puro–sangue bicampeão, Much Better. Falta pouco para chegar o dia do Latino–americano de 2025.
Veja a vitória de Dark Brown no Latino–Americano em 1981, a primeira vitória de um cavalo brasileiro:
https://youtu.be/mz5cEePPio8
Da Redação