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Outubro | 2021

Páreo Corrido, por Paulo Gama
12/10/2021 - 09h32min

NOVO MODELO DO TURFE CARIOCA COMEÇA COM 22 PÁREOS

O pontapé inicial do novo modelo de corridas no Hipódromo da Gávea terá duas reuniões semanais, com total de 22 páreos. No próximo domingo, dia 17 de outubro de 2021, serão disputadas 12 provas, e na segunda–feira, mais 10. Neste primeiro momento de implantação do projeto, o domingo sempre terá o número mágico de 12 páreos, os 8 primeiros, com o cardápio de apostas brasileiro, já conhecido do público turfista, e os 4 últimos, no modelo americano. Os páreos com as apostas disponibilizadas nos hipódromos americanos terão campos mais numerosos, quase sempre entre 10 a 12 competidores.

A princípio prefiro acompanhar os acontecimentos, antes de emitir críticas positivas ou negativas. Alguns fatores, entretanto, desde já, me parece que deverão ser observados com atenção, pelos bem intencionados dirigentes do Jockey Club Brasileiro. O rebanho de equinos existente no Brasil, na atualidade, é qualificado, porém pouco numeroso. E os puros–sangues são a matéria prima do turfe. A frase, apesar de óbvia, precisa estar o tempo todo neste planejamento. O Jockey Club vai encontrar enorme dificuldade para formar três reuniões de agora em diante. Ao se obrigar a dar 12 páreos todo domingo, o clube hípico fica desfalcado de corredores para promover mais duas reuniões subsequentes, segunda e terça–feira. 

Nos últimos meses, 27 páreos semanais se tornou o número base para organizar três reuniões de 9 páreos. Com este novo modelo, o JCB vai gastar muita munição, ou seja, quantidade de cavalos de corrida no domingo. Ficará com 15 páreos disponíveis para dar duas reuniões, com 8 páreos na segunda, e 7, na terça, por exemplo. Na teoria, está tudo resolvido. O problema é que os 4 últimos páreos de domingo, com o modelo de apostas americano, têm de ter campos numerosos. Com isso, o JCB terá que flexibilizar mais munição, para formar estes páreos do dia mais importante da semana. A tendência natural, sobretudo nas semanas de poucas inscrições, aquelas em que vários páreos precisam ser reabertos, é dar apenas duas programações. É exatamente o que aconteceu nesta semana. Logo de cara.

A diminuição da quantidade de páreos, inevitavelmente respinga na coletividade. Os profissionais de turfe vivem das comissões dos páreos, jóqueis, treinadores e cavalariços. Há poucos anos, eles recebiam estas comissões de 40 páreos, divididos em 4 reuniões de 10 provas. Os proprietários também vão sofrer impacto inicial importante. Afinal, um número de páreos maior permite acomodar os seus cavalos em qualquer uma das chamadas possíveis. Com este limite de duas reuniões, e de páreos disponibilizados, tudo pode se complicar. Trato caro e despesa expressiva. Desta equação simples ninguém que possui cavalos de corridas escapa.

Sou favorável a melhorar a tecnologia disponível. A medição dos parciais dos páreos, a cada 200 metros, é sensacional. Tentar atrair novas pessoas para o hipódromo, e com isso rejuvenescer a plateia, também já passou da hora. O problema é ter consciência da logística deste sacrifício. Duas reuniões semanais, com certeza, começam a resolver os problemas financeiros do clube. As medidas, gradativamente, vão colocar o clube nos eixos. O objetivo claro é recuperar, neste longo processo, o JCB como entidade patrimonial. O problema é o tamanho do sacrifício dos proprietários, com prêmios defasados e despesas nas alturas. 

O problema é a arrecadação dos profissionais de turfe, todos comissionados, que iniciaram as suas carreiras há duas décadas, ou mais, em alguns casos, com um rebanho de equinos disponível capaz de ser dividido por todos, para treinar, montar e escovar. E, agora, nos dias de hoje, a dura realidade de poucas montarias disputadas a tapa pelos jóqueis, de cavalos para treinar, distribuídos de forma desigual, entre os treinadores, e de cavalariços, que escovavam dois puros–sangues, e agora são requisitados para escovar um número infinitamente maior. Esta é a cota de sacrifício dos citados.

Não quero dizer com isso que intenção da diretoria do JCB não seja positiva. As novas iniciativas, no início deste longo processo de recuperação da entidade, têm como objetivo proporcionar um clube mais sadio financeiramente. E, com isso atrair investidores, proprietários, e outros seguimentos sociais para investir na indústria do cavalo de corrida. Para isso, paralelamente, será preciso se voltar para a criação. Projetos de incentivos aos criadores deverão ser organizados. O protagonista no turfe é o cavalo de corrida. Se conseguirmos inverter o atual processo gradual de diminuição de nascimentos de puros–sangues, para um crescimento proporcional no mesmo ritmo, o final deste enredo será um turfe forte, produtivo e atraente. 

JOQUEADA DA SEMANA

Henderson Fernandes vive o melhor momento de sua vitoriosa carreira. E no último sábado, por ocasião da disputa do Grande Prêmio Jockey Club de São Paulo, Grupo 1, no Hipódromo de Cidade Jardim, esteve impecável, no dorso de Iene Fortune, de criação e propriedade do Haras Niju, apresentado em forma exuberante por Luiz Esteves. Fez percurso preciso, cirúrgico e confiante para obter vitória consagradora  para o seu pilotado. Aliás, a sequência de triunfos na esfera nobre tem lhe proporcionado a palavra chave para qualquer desportista, a confiança.

PURO–SANGUE MELHOR APRESENTADO

O treinador Venâncio Nahid brilhou na apresentação de Hang Loose, de propriedade do Stud By Winner’s, e criação do Haras Santa Maria de Araras, ganhadora na fotografia do Clássico Armando Carneiro. A filha de Put It Back acompanhou de perto a favorita Plata Pura, do Stud Happy Again, e depois de um belo duelo nos 200 metros finais, conseguiu levar a melhor, em cima do disco. Aos 5 anos, chegou a sua oitava vitória, e ao batismo clássico. E, apesar da maioria dos corredores oriundos do seu campo de criação, preferir a grama leve, no caso de Hang Loose, ela é exceção a regra, pois se sente bem à vontade na raia pesada. 

PERSONAGEM 

No momento em que escrevo estas mal traçadas linhas, o brasileiro, Francisco Leandro conseguiu deslanchar no topo da estatística geral de jóqueis do turfe argentino, com 30 pontos a mais do que o segundo colocado, William Pereyra. O cearense de Sobral, nascido em 8 de abril de 1990, portanto, com 31 anos, vive o auge de sua carreira profissional. Sofreu duas fraturas na mesma temporada, de clavícula, e de tornozelo, recuperou–se, e, a três meses do final do ano hípico portenho, soma 286 vitórias. O seu resultado deve ser considerado um feito histórico.

JOSÉ APARECIDO

Durante a participação na jornada do último sábado em Cidade Jardim, o consagrado bridão, José Aparecido, sofreu queda, e se lesionou com gravidade, tendo sofrido fratura do antebraço esquerdo. Vitorioso por onde passou, inclusive no turfe argentino, Aparecido vivia ótimo momento no turfe carioca. Em pouco tempo radicado na Gávea conquistou a confiança de proprietários e treinadores. Nas últimas semanas estava sendo um dos mais requisitados, sobretudo pelo treinador Leonardo Reis, admirador do seu estilo de montar.

PABLO FALERO

O ex–jóquei, Pablo Falero, sexto piloto mais vitorioso do mundo de todos os tempos, com 8.633 vitórias, começou a dar os primeiros passos, na carreira de treinador. O uruguaio já obteve 10 vitórias no turfe argentino, onde possui ótimo ambiente com o público, a Imprensa, e com antigos proprietários de puros–sangues de corrida, para quem montou. Discreto, simpático e sempre solícito, tive a oportunidade de assistir entrevista dada por ele a televisão no Hipódromo de Palermo, e o repórter se desmanchou em elogios a ele. Uma lenda uruguaia em solo argentino, onde construiu carreira histórica. Falero parece estar entusiasmado com o novo desafio.



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