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Preciosidades: Embuche, a grande égua dos anos 60
12/05/2010 - 11h33min

www.turfebrasil.not.br

Embuche com Luiz Rigoni em seu dorso
Vemos na foto, montada pelo incomparável Luiz Rigoni, mais um (e não só uma) craque criado pelo Haras Guanabara e defensora das cores preto e verde em listras verticais dos irmãos Roberto e Nelson Grimaldi Seabra: Embuche, a grande égua brasileira dos anos 60.

Ela foi fruto daquela política revolucionária dos irmãos Seabra de mandar algumas de suas éguas serem cobertas no exterior (e isso já na Argentina no início dos anos 50, como foi o caso de Endwell, para lá levada a fim de ser coberta pelo consagrado Advocate, que produziu a craque Encore). Emocion (Orsenigo), que já havia ido para a Europa e, coberta por Sunny Boy, dado Embuia (futura mãe da fenomenal Emerald Hill), viajou para a França e lá foi servida pelo grande Le Haar. Desse cruzamento, surgiu a maravilhosa égua que lembramos hoje aqui no Raia Leve.

Não venceu o GP São Paulo (não o correu), mas foi uma das maiores campeãs do famoso São Paulo das éguas, o GP Osaf (hoje de Grupo I), prova que faz parte do Festival deste final de semana em Cidade Jardim. Nesta mesma grama, venceu os dois mil metros do Oaks, GP Diana (exatamente como a sua mãe) e a milha e meia do antigo Prix Vermeille (GP José Guatemozin Nogueira).

Na Gávea, obteve dois importantíssimos títulos, ambos em estilo de craque. Ganhou de forma esmagadora os três mil metros do GP Jockey Club Brasileiro (então o St. Leger carioca) e a milha e meia do Brasil das éguas, à época o GP Marciano de Aguiar Moreira.

Por isso tudo, sobretudo por sua vitória nos dois mil metros do São Paulo das éguas, por tudo que representou e representa, seu nome entrar na galeria de nossas Preciosidades nesta semana, foi obrigatório.

da Redação


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