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Preciosidades: Dulce, a égua alada
07/05/2010 - 11h47min

www.turfebrasil.not.br

A craque Dulce fazendo o canter antes de mais êxito
Vocês vêem nesta foto a craque Dulce, do Stud Seabra, com o maravilhoso F. Irigoyen up, fazendo o canter antes de uma de suas apresentações cariocas. Dulce, a craque alada, como uma vez Léo Pires Pinto escreveu na Vida Turfista quando de sua estréia vitoriosa na Gávea por ocasião de seu triunfo nos 2.400 metros do GP 16 de Julho (o canter da foto parece ter sido para este importante clássico).

A filha de Royal Forest e Duty, por Embrujo, que, caminhando, pouco impressionava por seu físico nada elegante, mas que se tornava de uma classe e de uma beleza indescritíveis ao começar a galopar, para muitos continua sendo o nome feminino brasileiro de referência para muitos turfistas. A excelência admirável de sua campanha, a qualidade extraordinária de suas vitórias e o fato histórico (que ninguém lhe pode tirar) de ter sido a primeira ganhadora de uma tríplice coroa feminina, desde que esta foi criada entre nós (e exatamente no ano de sua primeira disputa na grama de Cidade Jardim), além de seu triunfo no I GP Derby Sulamericano, em 1958 (que também nominalmente foi o São Paulo), fazem com que estes não possam ser considerados simples e definitivamente errados.

Sem entrar em maiores detalhes, basta dizer que disputou, na grama de Cidade Jardim (que foi seu palco principal), as duas tríplices coroas. Venceu, como dissemos a feminina (na época, milha, dois mil metros e milha e meia), e na de produtos, foi segunda nas primeira e segunda etapas (a milha do GP Ipiranga e a milha e meia do GP Derby Paulista) e primeira, em notável estilo, na terceira, os três mil metros do GP Consagração, o St. Leger.

E isso sem falar da fantástica geração a que pertenceram, entre outros, os craques Narvik e Vândalo, os maiores nomes e com quem travou grandes e memoráveis encontros, vencendo ou perdendo, mas também de outros corredores de exceção como Bucarest, Turqueza e Garça, por exemplo.

Vê-la aqui, dá muita saudade de tudo isso, de um turfe brasileiro em seu esplendor.

Dulce, uma rainha como poucas.

da Redação


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