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Preciosidades: Mangangá, um craque como poucos
04/02/2010 - 12h19min

arquivo pessoal/Vicente Britto

Mamangá sendo recebido por Bonifacio Castro e seus proprietários

Os sorrisos de seu jóquei, Bonifacio Castro, e de seus proprietários, os titulares da Caballeriza Aconcagua, mostram tudo o que Mangangá fez em sua estréia em pistas brasileiras: um passeio triunfal nos três mil metros do Grande Prêmio Brasil de 1955.

E foi um Brasil para entrar na história. Não só por ele, o astro maior que ofuscou outros craques inesquecíveis. Afinal, entre os seus súditos naquele prineiro domingo de agosto, havia, entre outros, quatro derby-winners (Adil, Quiproquó, Courageuse e Joiosa), um ganhador dos GGGPPP Carlos Pellegrini, Brasil e IV Centenário da Cidade de São Paulo (El Aragonês), dois campeões do GP São Paulo (Adil e Quiproquó) e um tríplice coroado (Quiproquó).

Nenhum conseguiu lhe fazer frente. Foi uma vitória inquestionável de um craque que merece este mesmo adjetivo.

Filho de Gulf Stream e Margarita, por Full Sail (irmão próprio do futuro campeão do Gran Premio Nacional, Mamboretá), nascido e criado no Haras Argentino (como Carrasco, Tirolesa e Fizz, por exemplo, outros campeões do Brasil), Mangangá, naquele mesmo ano, duas semanas depois, deu outro galope impressionante nos 2 mil 400 metros do Grande Prêmio Doutor Frontin, prova que ele venceu também no ano seguinte depois de chegar em quarto no Brasil que pertenceu de forma esmagadora a Tatán.

Mangangá brilhou intensamente também nas pistas argentinas, onde ganhou, entre outras provas, o Gran Premio Carlos Pellegrini, e uruguaias, onde fez seu o Gran Premio Jose Pedro Ramirez.

Mangangá foi um diamante precioso. Um craque a jamais ser esquecido.

da Redação



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