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Fevereiro | 2021

Páreo Corrido, por Paulo Gama
18/02/2021 - 09h52min

JCB VOLTA A DAR CONJUNTO DE TRÊS PROGRAMAÇÕES

Não foi nada fácil para a Secretaria da Comissão de Corridas do Jockey Club Brasileiro formar três programas. Mas a turma baixou a biblioteca, reabriu alguns páreos e chegou lá. Com o forte calor do verão e o número cada vez mais reduzido de puros–sangues no rebanho de equinos brasileiro passou a ser enorme o desafio semanal manter corridas na Gávea no domingo, segunda e terça–feira. Por isso, depois de duas semanas com apenas duas reuniões, é justo comemorar a formação dos três programas. A quarta reunião, no sábado à tarde, podem esquecer. Página virada. Ela agora só existe nas lembranças e memórias dos antigos turfistas, em gloriosos tempos passados. Eles não voltarão mais.

No cenário atual, com dificuldades financeiras graves, dotações de valor insuficiente para motivar o retorno de alguns proprietários notórios, e número reduzido de funcionários nos guichês de apostas do prado, conseguir organizar três programas é artigo de luxo. E fruto de muito esforço. Basta olhar a nossa volta, as dificuldades encontradas por clubes hípicos coirmãos. Esta semana, em Porto Alegre, no Hipódromo do Cristal, teremos 10 páreos, hoje, quinta–feira à tarde. Os gaúchos, apaixonados pelo turfe, formaram três provas nobres, o Clássico Oswaldo Aranha, para potrancas de 2 anos, o Clássico J. A. Flores da Cunha, para potros da nova geração, e o Clássico Estensoro, em 2.000 metros, para produtos de 3 anos e mais idade.

Os turfistas do turfe paulista já se acostumaram a frustrante rotina de ter apenas 10 provas por semana, no sábado à tarde e, eventualmente, sete provas na sexta–feira. Esta semana, por exemplo, teremos 10 páreos no sábado, com início às 14h, com destaque para 3 provas especiais, Nageur, Onitie e Alexandre Rodolpho Smith de Vasconcellos. O turfe paranaense descansa agora e só retorna na próxima semana com sua programação. Esta equação de poucos cavalos sendo criados no país, dotações baixas e insuficientes para os proprietários arcarem com as despesas do trato mensal, e a pouca verba para divulgação na mídia dos eventos turfísticos emperra a possibilidade de sucesso da atividade em tempos de pandemia.

MOVIMENTO DE APOSTAS

O Movimento Geral de Apostas (MGA) no turfe carioca manteve–se inalterado esta semana. Na reunião de domingo, no Hipódromo da Gávea, tivemos a arrecadação decepcionante de apenas R$ 614.446,08. Sem a disputa de provas clássicas, os turfistas optaram por outras ocupações. Talvez o futebol na televisão. Ou então, o almoço com a família com os devidos cuidados protocolares da epidemia. Na terça–feira houve pequena, porém, expressiva reação no MGA. Foram apostados R$ 694.055,21. Vamos acompanhar com atenção esta semana. Jorge Ricardo volta da Arábia Saudita no sábado à noite, a tempo de montar no domingo. Os seus cavalos sempre vendem bastante jogo. Questão de credibilidade. A ausência de Bruno Queiroz também representa significativo desfalque nas apostas. Pelo mesmo motivo.

Talvez substituir punições devido a delitos de raia por multas fosse boa saída. A ausência das estrelas nas competições afeta a arrecadação. A multa dói diretamente no bolso do transgressor das regras. A suspensão pune os proprietários, que ficam sem os seus pilotos contratados, os apostadores, que têm de jogar nos jóqueis em quem não depositam tanta confiança, e o próprio Jockey Club, que perde a receita de cavalos com pouco chance nos páreos. Os azarões, montados por jóqueis famosos, vendem jogo independente da sua chance de vitória. Um caso a pensar. O duelo entre L. Henrique e B. Queiroz pela estatística estimula os fãs de um e de outro a jogar nos seus preferidos. A torcer por eles. Suspender Bruno Queiroz foi um tiro no pé dado pelo JCB. Agora, se lhe fosse dada uma multa de alto valor pela imprudência cometida, ele seria a única vítima do seu erro. E não toda a engrenagem da atividade turfística.

PERSONAGEM

Francisco Chaves foi o principal personagem da semana turfística. O cearense atravessa a melhor fase de sua carreira e faturou quatro triunfos através de Topete de Birigui, de Diego Borges Sapata, e preparo de Marco Aurélio; Xantille, de Carlos Ramalho Trovão, com treinamento de Renato Nascimento e supervisão de José Luiz Pedrosa Júnior; Joka Tango, do Haras do Morro, com apresentação de Joelson Pessanha; e Avenue Style, do Stud Chreem, e responsabilidade de Álvaro Castilho. F. Chaves de um show de rigor, raça e boa técnica, fruto da mais absoluta confiança no seu próprio trabalho. Parabéns pela fase. Está voando!

PURO–SANGUE MELHOR APRESENTADO

Dois treinadores tiveram destaque semelhante na apresentação de seus pensionistas.  Ildefonso Coelho Souza trouxe o potro Sweet Baby James, do Haras Doce Vale, em forma exuberante. Numa disputa acirrada com o outro estreante, Ogro da Gávea, do Stud Eternamente Rio, livrou pequena vantagem. E, Joelson Pessanha, apresentou o velhinho Joka Tango, do Haras do Morro em estado atlético extraordinário para um corredor de oito anos. Pessanha e Souza possuem dedicação, carinho e amor por seus cavalos. E estas qualidades são inerentes ao bom profissional. 

JOQUEADA DA SEMANA

O aprendiz Vitor Espíndola segue a sua interessante e vitoriosa trajetória no turfe carioca. Esta semana deu duas direções de veterano. No dorso de Flamengo Purse, do Stud Lucas Reis, e preparo de Leonardo José Reis, foi sóbrio, lúcido e eficaz para trazer no colo, até o disco, o seu conduzido. E, logo a seguir, com El Connor, do Stud By Winners, e treinamento de Cláudio Peixoto Almeida, demonstrou energia, cálculo de corrida e confiança, para obter triunfo consagrador. Parece ter belo futuro este aluno do professor, Marcelo Cardoso. 

 



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