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Março | 2020

Entrevista com o treinador Christiano Oliveira
23/03/2020 - 19h30min

Victor Antunes

Um dos melhores treinadores do turfe nacional, que atualmente trabalha com exclusividade para o Haras Santa Maria de Araras, Christiano Oliveira vai relembrar um pouco de sua carreira, em uma ótima entrevista. Confira!

1. Nome, idade e cidade onde nasceu?
R – Christiano Oliveira, 38 anos. Nasci no Rio de Janeiro.

2. Onde está trabalhando atualmente e com quantos animais?
R – No Haras Santa Maria de Araras, com aproximadamente 40 animais.

3. Atualmente, qual o número de empregados entre cavalariços, segundo gerente, redeadores, ferradores, entre outros que dependem diretamente do seu trabalho?
R – Tenho em torno de 20 funcionários aqui no Centro de Treinamento em Teresópolis.

4. Quando e de que maneira entrou para o turfe?
R – Vem de berço, meu pai foi jóquei e treinador (Adail Oliveira), então não teve jeito, veio no DNA.

5. Como e com quem aprendeu a treinar um PSI? Qual ano recebeu sua matrícula de treinador no JCB?
R – Sempre acompanhei de perto o meu pai e tive uma passagem de quatro anos com o Dulcino Guignoni, que sempre foi como um pai para mim. Trabalhei no Verde e Preto com o Gilberto e o Beto Solanés que sempre me acolheram como filho e sou muito grato a eles. Tive passagens ao lado de vários ótimos treinadores, sempre perguntei muito e sempre fui muito curioso com a arte de treinar. Sigo aprendendo até hoje, principalmente com os erros. A matrícula, sinceramente, não lembro mais a data correta.

6. Ainda recorda qual foi sua primeira vitória no Hipódromo da Gávea? Quantas vitórias possui hoje? E em quais outros hipódromos já apresentou seus animais?
R – A primeira vitória veio sem a matrícula ainda, com Renovado de propriedade do treinador J.C.Sampaio e de sua esposa Bianca Sampaio. A primeira com a matrícula foi com a Babalua do Stud La Cicciolina, sou muito grato a eles. Já corri animais no RJ e SP.

7. Uma prova graduada é sempre inesquecível... Lembra qual foi sua primeira conquista em prova de grupo?
R – A primeira vitória de grupo foi logo o GP Major Suckow (G1), com o cavalo Heart Alone. O cavalo que era do Stud Tetê e Beto, pertencia também ao meu grande amigo Claudio Meinick.

8. Qual foi o melhor animal que você treinou? E qual foi o melhor animal que você já viu correr?
R – O melhor animal que treinei foi a égua Gaivina, cuja principal vitória foi o GP Diana (G1). Ela conquistou também Troféu Mossoró como a melhor potranca de três anos em atividade na época. O melhor animal que vi correr foi a Coray, treinada pelo Dulcino Guignoni, égua que acompanhei de perto.

9. Qual foi o momento mais emocionante na sua profissão?
R – O momento mais emocionante foi a vitória da Fanciful no GP Henrique Possolo (G1), 1ª prova da Tríplice Coroa.

10. Tem vontade de treinar no exterior? Em qual país?
R – Sempre existe o sonho de treinar no exterior. O turfe nos Estados Unidos é diferente demais, um profissionalismo e grandeza sem precedentes. Mas tenho sonho de levar animais para correr em Dubai.

11. Qual seu maior sonho profissional?
R – Meu maior sonho profissional é ver o nosso turfe brasileiro melhorar a cada dia. Nós profissionais nos preocupamos muito. O turfe no Brasil todo gera muitos empregos, muitas famílias dependem do cavalo de corrida para sobreviver. Com a crise que estamos vivendo, tenho muito receio do que possa acontecer com essas famílias.

12. Em tempos de pandemia, como está sendo o seu trabalho já que os cavalos atletas não podem ficar parados na cocheira?
R – Os animais seguem vida normal nos treinamentos aqui no CT, infelizmente eles não podem ficar presos na cocheira. Como não temos dormitórios conjuntos e nem refeitórios, não temos essa aglomeração dos funcionários. Todos têm suas casas individuais. Estamos respeitando muito o Coronavírus e cumprindo com todos procedimentos de higiene para evitar qualquer problema.

Texto retirado do Facebook – Página Treinador C.Oliveira

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