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Mem Cade Ce – Stud Verde

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Dezembro | 2018

Turfistas, em geral, preferem reuniões com 10 páreos
06/12/2018 - 09h50min

Internet

Numa pesquisa pessoal e rápida, que fiz com alguns dos turfistas frequentadores do Hipódromo da Gávea e de alguns agentes credenciados da Zona Sul, pude constatar a preferência da maioria pelas reuniões com 10 páreos. É claro que sou um jornalista e não funcionário especializado do Ibope ou de algum Instituto, como o Datafolha, por exemplo. Porém, depois de perceber que por um motivo ou outro, os dirigentes do Jockey Club Brasileiro, optaram por reuniões com oito ou nove páreos, decidi, por contra própria perguntar aos aficionados sobre este assunto.

Com relação as reuniões com oito páreos, a maioria considera prejudicial por que o Pick 7 começa logo no segundo páreo, e, por isso, há pouco tempo para estudar o Pick 3 inicial. E, simultaneamente, existe manos tempo ainda para se concentrar no estudo do retrospecto de todos os demais páreos para montar o Pick 7. Algo assim como vice e versa. Além disso, alguns argumentam que devido aos longos anos com 11 e até 12 páreos, as vezes se concentram no Pick 3 inicial e esquecem de fazer o bolo dos sete pontos, como quase todos ainda chamam o Pick 7. Quando voltam a sua atenção para a modalidade, a largada já foi dada.

O programa com nove páreos também é descartado por muitos por questão de estratégia. Segundo alguns turfistas, existe a tática de fazer o Pick 3 inicial com o objetivo de fechar logo no terceiro páreo. A ideia é se capitalizar e utilizar o dinheiro para montar um Pick 7 mais robusto. Ou seja, de valor maior. Com o fechamento do Pick 3 coincidindo com a abertura do Pick 7, este sistema vai por água abaixo. ” Com nove páreos, você tem de fazer o Pick 7 no escuro, sem saber se vai acertar o terceiro páreo, o do fechamento do Pick 3 inicial. Com 10 páreos, a gente capricha no Pick inicial, investe mais, e com o lucro, também pode gastar mais no Pick 7, modalidade bem mais complicada, que neste caso só começa na quarta prova”, explica Roberto Argentino, frequentador do credenciado da Rua Djalma Ulrich, em Copacabana e irritado com a frustração da sua tática de jogo mais eficaz, segundo ele.

Por outro lado, pude observar que grande parte dos turfistas concordam com a diminuição do número de páreos. As reuniões de 11 e 12 páreos, segundo muitos deles, sacrificam alguns compromissos com a família, sobretudo no final de semana, e causam apreensão nas noturnas devido aos problemas de segurança com a violência na cidade. “Com os simulcastings nacionais e internacionais, e a dificuldade de coordenar os horários em diferentes lugares, 10 páreos é o número ideal. Nas corridas diurnas, a gente pode dar atenção a família, agradar a patroa, participar da vida dos filhos, sem sacrificar a nossa maior diversão que é o turfe. E nas noturnas, com a disputada do último páreo mais cedo fica mais fácil driblar os arrastões e os perigos comuns de uma cidade grande”, analisa, Ricardo Couto, o Gelatina, figura carimbada na Raymundo Correa, também em Copacabana.

Com estes comentários, teses, e teorias somados a outras considerações interessantes de outros turfistas ficou fácil concluir que para a grande maioria, a programação de oito e nove páreos não satisfaz os seus interesses, sobretudo com relação a montagem de suas apostas. Acontece um congestionamento entre as diversas modalidades de apostas. Eles precisam de fôlego para respirar. Um espaço de tempo suficiente para digerir a frustração, depois de furar o Pick 3, ou conter a euforia e se concentrar para estruturar o seu Pick 7.  Para eles, 10 páreos é o número ideal. E com mais do que isso passa do ponto. Ou seja, algo assim como aquele provérbio antigo, do tempo da minha avó Zuleida: “Um é pouco, dois é bom, mas três é demais. 

por Paulo Gama



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12.844

















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Coudelaria Jessica

Coudelaria Pelotense

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Haras Iposeiras

Haras Depigua

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Stud Quando Será?

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Stud Spumao

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Stud Verde

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