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Original Sin – Stud Gold Black

Jade Runner – Stud Palura

Obscene – Stud Gold Black








Maio | 2018

Páreo Corrido, por Paulo Gama
15/05/2018 - 10h17min

MUDANÇA DE IDADE DOS CAVALOS VAI DIFICULTAR FORMAÇÃO DOS PROGRAMAS

Com a aproximação do final do ano hípico 2.017/2.018, e o consequente aumento da idade dos puros-sangues alojados nas Vilas Hípicas do Hipódromo da Gávea, e também daqueles residentes nos centros de treinamentos, acontecerá um grande desafio para organizar as chamadas dos páreos. A quantidade da população equina atual tem sido prejudicada nos últimos anos pela diminuição de nascimentos dos produtos. Este envelhecimento inexorável dos cavalos de corrida ocorre num momento crítico de nossa criação, ou seja, a cada temporada nascem menos animais. E esta equação tão simples reduzirá as opções de formação semanal das corridas.

Há motivos claros para justificar tal preocupação. Atualmente, os puros-sangues com 6 anos têm dificuldade para competir com os rivais mais novos, de 5 anos. Recentemente, as opções de chamadas, exclusivamente para eles, sumiram do projeto de inscrições. E este confronto obrigatório dos mais velhos com os mais jovens tem sido bastante desigual e. evidentemente, sempre desfavorável para eles. Com a mudança do ano hípico, a partir de 1 de julho(2.018/2.019), a atual população de cavalos de 5 anos passará a ter 6, e, consequentemente, os de 4 anos, a ter 5. Este duelo com os corredores que recentemente tinham apenas 4 anos, será ainda mais cruel do que o atual. A consequência óbvia disso será um êxodo natural destes puros-sangues para outros hipódromos do país, com chamadas mais viáveis para eles.

Estes fatores motivam imediata e necessária reflexão sobre o assunto. A inclusão de provas para os animais de 6 anos na tabela do projeto, inclusive com páreos na grama, aparece como boa opção, a partir de julho. Do contrário, a população equina do hipódromo, hoje já existem centenas de boxes vazios nas vilas, ficará ainda menor. Não dá para ignorar a recente liquidação do plantel de alguns haras importantes na história do turfe brasileiro. O episódio dos handicaps chilenos, tentativa da administração anterior do Jockey Club Brasileiro, deve servir de lição. No momento imediato do seu lançamento acenou com novas possibilidades. Porém, na continuidade, mostrou-se danoso. Ou talvez, seja melhor dizer, desastroso. Os proprietários dos cavalos mais velhos, ao perceber a dura realidade dos resultados ruins nas disputas contra os mais novos, se desfizeram deles. A população de equinos de idade avançada foi negociada para o sul, norte e nordeste. O resultado foi caótico. Um enorme desfalque na quantidade de cavalos no dia a dia da formação dos páreos.

As condições financeiras dos treinadores na atualidade, sobretudo aqueles que possuem cavalos mais velhos em suas cocheiras, tem piorado a cada dia. O preço do trato mensal para manter os seus pensionistas bate de frente com o valor das dotações por vitórias e colocações dos páreos. Há muito tempo estão defasadas. Este custo-benefício desfavorável inibe os proprietários. Por mais apaixonados que sejam pelo esporte, a realidade econômica do país não permite tamanho sacrifício. Existem outras prioridades. A incapacidade dos cavalos de mais idade para derrotar os mais novos e a ausência de opções nas chamadas para que possam competir entre eles, desanima os aficionados.  Este estado de coisas sufoca os profissionais no pagamento das contas. Talvez seja interessante uma discussão entre profissionais de turfe e a diretoria para encontrar soluções. O interesse deve ser mútuo.

PEQUENA ANÁLISE DAS PREPARATÓRIAS

Olimpo, do Haras São José da Serra, reinou absoluto no GP Doutor Frontin. O pensionista de Dulcino Guignoni teve no seu dorso, Vagner Borges, o único piloto lúcido na competição. Nunca uma prova preparatória para o GP Brasil teve ritmo tão lento, moderado, para não dizer sonolento. Os jóqueis se limitaram a deixar as suas montarias galopar. Como se fosse um páreo de 3.500 metros. Mas não era. Espetáculo melancólico. Vagner Borges não tinha nada a ver com isso. Se aproveitou da indolência dos rivais e galopou com o seu pilotado para o disco.

O GP Henrique Toledo Lara foi bem mais interessante. Campo de poucas concorrentes. Mas quem disse que quantidade é igual a qualidade?  Easiest Way e Fanciful travaram luta titânica com Silence Is Gold. A estratégia da parelha do treinador Christiano Oliveira determinou o resultado da prova. Guerreada na primeira parte do percurso por Fanciful, a filha de Agnes Gold sucumbiu a atropelada da outra. Seria um privilégio para a maior prova do turfe nacional se as duas primeiras colocadas fossem inscritas para enfrentar os machos. Vamos aguardar e torcer por isso.

O GP Hipódromo da Gávea teve trifeta do treinador Luiz Esteves. Essencial Lord, do Haras Nacional e Haras Nijú, corrido na expectativa, deu excelente demonstração. Voando Sorrindo, do Stud Eternamente Rio, confirmou ser velocista dos mais consistentes. E Efetivo Bull, do Haras Nijú&Jabor, deu grata demonstração de velocidade pela primeira vez num páreo reforçado. Parabéns ao treinador pelo preparo atlético dos seus três pensionistas. Fato bastante raro conquistar as três primeiras posições numa prova deste nível.

Invader, do Stud Estelinha, deu a melhor exibição das provas preparatórias no Clássico Luiz Rigoni. Um luxo a apresentação de Roberto Solanês. Um primor a direção de  ngelo Márcio Souza. Especialista no percurso, o filho de Red Rock Canyon, criado no Haras Las Madres, deixou bem claro que será osso bem duro de roer na semana do GP Brasil. Só precisa ser mantido neste estado atlético até lá.

PURO-SANGUE MELHOR APRESENTADO

Nada melhor do que apreciar o trabalho de um profissional no auge de sua caminhada. Roberto Solanês tem brincado de treinar cavalos de corrida. Invader deixou a nítida impressão, no último sábado, que naquele exato momento nenhum outro milheiro seria capaz de derrota-lo em lugar algum do planeta. Galope lindo, atropelada fulminante e um tempo dos mais expressivos. Espetacular!

JOQUEADA DA SEMANA

Ângelo Márcio Souza é um daqueles malucos-belezas que cantou o saudoso Raul Seixas em sua música. Talentoso, frio e as vezes desconcertante. Ele é tão inconstante, imprevisível e inesperado que consegue no intervalo de sete dias não fazer o peso para montar o GP São Paulo e depois dar uma direção tão fantástica como esta que foi dada no dorso de Invader. Ângelo consegue ser irritante por seu descaso com ele próprio. E, logo depois, ele levanta as tribunas com este enorme talento que Deus lhe deu. Vale dizer que ele enfrenta problemas de peso e dores na coluna. Mas tem enorme dificuldade de foco. Porém, quando ele incorpora este maravilhoso bridão do último sábado só nos resta bater palmas para ele.

PERSONAGEM DA SEMANA

O aprendiz Bruno Queiroz, aniversariante de hoje, não é apenas o personagem desta semana. Na realidade, desde que foi liberado para montar, ele tem sido o personagem de quase todas as semanas. E o motivo é muito simples. Ele é um garoto focado, talentoso, educado, e de grande futuro. Conta com o apoio precioso de Lucas Reis, como seu agente de montarias. Bruno tem dado canseira nos jóqueis mais famosos. Ele tem bom percurso, rigor, lucidez e ainda leva três quilos deles. Mais uma vez, nesta semana, o menino deu ótimas exibições nas pistas cariocas. Grande revelação da Escola de Aprendizes.




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  Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro-Sangue Inglês