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Dezembro | 2017

Páreo Corrido, por Paulo Gama
05/12/2017 - 09h48min

VAGNER BORGES DE VOLTA AOS BONS TEMPOS

Para alegria dos seus inúmeros fãs e admiradores, Vagner Borges voltou a exibir o seu melhor repertório no dorso dos cavalos de corrida. Depois de um início de carreira avassalador, embalado pelo privilégio de montar o craque tríplice-coroado Bal A Bali, Borges diminuiu o ritmo. Este fato é comum na carreira dos atletas de alto rendimento quando eles conseguem conquistar muitas coisas importantes em pouco tempo. Vagner Borges levantou de cara o Grande Prêmio Brasil, o Grande Prêmio São Paulo, o Grande Prêmio Bento Gonçalves e duas vezes o Derby. Além disso, faturou uma infinidade de outras provas nobres com os defensores do Stud Alvarenga. Eram os primeiros passos de sua jornada. E ele logo colocou no currículo coisas importantes no cenário turfístico nacional. Feitos que alguns pilotos levaram décadas para conquistar.

Na condição de seu agente de montarias tive a satisfação de levantar três estatísticas, e perder outras duas para o saudoso Dalto Duarte, em memoráveis duelos entre os dois. Posso assegurar que Borges possui, tecnicamente, todas as armas de um bom piloto. Entretanto, o seu temperamento oscila bastante, e estes altos e baixos dos nervos precisam ser acompanhados com rédea curta. Oriundo do interior do Rio Grande do Sul, Vagner Borges é um jovem sensível, afetivo e bom colega. Esta semana ele voltou a exibir o melhor do seu enorme talento. Se o competente Antônio Henrique Morgado, o seu atual agente de montarias, conseguir mantê-lo focado e nos trilhos, a possibilidade de disputar a estatística com Leandro Henrique e Valdinei Gil é real. Afinal, ele já possui três conquistas, e os outros dois só ganharam uma.

PURO-SANGUE MELHOR APRESENTADO

Cristina Resende está suspensa. Que pena! A apresentação de Etoile Des Etoiles, na Prova Especial Clareira foi exuberante. O fantástico estado atlético de sua pensionista demonstra que a brilhante profissional atingiu a maturidade. De qualquer forma, o nome de Francisco Célio no programa oficial, premia o seu segundo-gerente, e também o braço direito no comando de uma equipe afinada. Equipe que toca música de qualidade de raia, com sintonia fina e resultados expressivos. Victoria Mota adiou a viagem para Hong Kong por 24 horas com a certeza absoluta no triunfo da defensora da farda de André Luiz Dumortout de Mendonça. Se deu bem!

JOQUEADA DA SEMANA

Vagner Borges foi autêntico rolo compressor nesta primeira semana de dezembro. Correu bem na frente, atrás, no meio do pelotão ou para uma partida curta. No dorso de Etrusca, do Stud Globo, ganhadora do GP Oswaldo Aranha, soube tirar proveito do peso. Mas, vou destacar a mais emocionante vitória de todas. Wales Thunder, da jaqueta afortunada do Stud Mendonça. Preciso, confiante e espetacular, Borges mereceu o abraço empolgado do treinador Luís Esteves, encantado com o jóquei que escalou para montar a maioria dos animais do seu plantel. Dupla afinada.

ANONIMATO DE UM ESPORTE SEM MEMÓRIA

Antes do primeiro páreo de segunda-feira(ontem), sentado na Tribuna dos Profissionais, comentei com o meu amigo Roberto Frederico, o popular “Ciclista”. “Aquele senhor magro, de cabelos brancos, e de andar apressado é o Edson Ferreira, um dos melhores jóqueis que eu vi montar”. Roberto concordou. E por uns 10 minutos relembramos craques espetaculares que o Edson conduziu. Daião, do Haras Serra dos Órgãos, primeiro ganhador do GP Brasil criado no Estado do Rio de Janeiro foi um deles. Veio a memória também o tríplice-coroado African Boy, dos Haras São José e Expedictus, e Carteziano, de José Carlos Fragoso Pires Júnior, vencedor do GP Brasil de 1988, num dia em que as atenções eram todas para Ricardinho e Juvenal, com Bowling e Bat Masterson. Por coincidência, alguns segundos depois, foi dada a largada do primeiro páreo. O vencedor foi The Mystic, do Haras Free Way, montado por Edson Ferreira Filho. E treinado por seu pai, Edson Ferreira. Num turfe sem memória, os jovens aprendizes e os jóqueis atuais nem imaginam a bela história daquele senhor grisalho que todo dia passeia anônimo perto deles. Vida que segue...



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