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Rio Plantagenêt – Stud Nunes de Miranda

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Casual Elegance – Ronaldo Cramer Moraes Veiga

Duvida – Ronaldo Cramer Moraes Veiga








Outubro | 2017

Páreo Corrido, por Paulo Gama
10/10/2017 - 10h14min

A ASSOMBROSA EXIBIÇÃO DE CASH DO JAGUARETÊ

Desde a ida do craque Bal A Bali, do Stud Alvarenga, para os Estados Unidos, o turfista brasileiro não tinha o prazer de presenciar tamanha atuação de um puro-sangue inglês. Faltam adjetivos para expressar a volúpia, ou talvez seja melhor dizer, o massacre, imposto aos rivais por Cash do Jaguaretê nos 2.000 metros do GP Jockey Club de São Paulo, Grupo I, no último sábado, em Cidade Jardim. Que assombro! Que classe! Que privilégio para o amante do “esporte dos reis” ver em ação um cavalo com esta imensa categoria. Na entrada da reta, Antônio Mesquita parecia estar a bordo de um carro de Fórmula 1. Trocou de marcha, arrancou o seu pilotado por fora e quando decidiu pisar no acelerador, Cash do Jaguaretê rumou para o disco feito um bólido. Para qualquer indivíduo que ama as corridas de cavalos é emocionante presenciar o avassalador desempenho deste filho de Public Purse, do Stud Jaguaretê.

Mário André é um treinador de mão cheia. Esteve aqui pela Gávea, com um plantel de cavalos apenas razoável. Entretanto, os seus pensionistas sempre passavam bonitos no galope de apresentação. E conseguia bons resultados apesar da capacidade apenas regular dos seus pupilos. Agora, com material para realizar um bom trabalho, Mário tem tido a chance de disputar coisas grandes, conquistas importantes e taças a altura do seu talento. Mário André fez amigos por aqui, com seu jeito irreverente, mas sempre respeitoso. Com a alegria de sua prosa. E aquela competência de raia e de cocheira que conquista o respeito dos colegas e dos proprietários. Mário André baixou a biblioteca na apresentação de Cash do Jaguaretê na segunda prova da tríplice-coroa paulista. E o craque alçou merecido e definitivo voo para a glória.

PURO-SANGUE MELHOR APRESENTADO

Roberto Solanês cumpre temporada brilhante com os potros da nova geração. E no último domingo, Flight Time, do Black Opal Stud, saiu do páreo de perdedores, onde havia feito exibição de gala na estreia, para derrotar um lote de potros de futuro, na Prova Especial Daião. Galope esplêndido, porte imponente e aceleração da mais absoluta exceção sob a batuta de Ângelo Márcio Souza. Um triunfo que não pode e nem deve ser subestimado. Menção honrosa para o consagrado Venâncio Nahid, que trouxe no colo Cabecinho, do Stud Izabelle, num páreo desfalcado. Mestre em reaparecer cavalos de média e longa ausência conseguiu contornar os vários problemas do bom corredor e ele tirou os rivais da foto de chegada.

JOQUEADA DA SEMANA

O experiente Antônio Queiroz deu show de competência e sensibilidade no dorso de Nikito, do Stud Spumão, e treinamento de N.R.Santos, no sexto páreo de sábado. Percebeu o ritmo forte imprimido pelo favorito Versília Star, e por consequência disto, a pressa dos jóqueis rivais atrás dele. Posicionou o seu pilotado por dentro, nas últimas colocações. Numa joqueada consciente e precisa, fez todo o percurso por dentro, aproveitou cada centímetro e com uma partida bem curta e seca obteve a vitória, na mais bela direção da semana. Queiroz tem o seu filho Bruno matriculado na escolinha de aprendizes da Gávea. O menino já foi liberado para a raia. E as informações sobre ele são as melhores possíveis. Além de levar jeito tecnicamente, segundo os instrutores e professores é um jovem educado, respeitador e um dos mais interessados. Ou seja, Antônio Queiroz já tem um sucessor para manter a tradição da família nas pistas.

SÃO PAULO DE VENTO EM POPA

Nesta última semana, depois de longo tempo, a Comissão de Corridas do Jockey Clube de São Paulo conseguiu formar 20 páreos. Eles foram divididos em duas reuniões de 11 provas no sábado e nove na segunda-feira, como já havíamos adiantado que aconteceria. As dificuldades herdadas da antiga administração são imensas. Porém, já é possível sentir no ar os bons ventos que sopram no rumo a reabilitação de um dos maiores clubes hípicos da América Latina.

BOLA DENTRO E BOLA FORA

A iniciativa de voltar a fazer o encerramento e a apuração das inscrições na segunda-feira foi tremenda bola dentro da Secretaria da Comissão de Corridas do Jockey Club Brasileiro. Os treinadores dos centros de treinamento que antecipam os aprontos dos animais inscritos estavam ficando sem opção de jóqueis porque eles precisavam ficar no Rio para montar. A dinâmica estava toda atrapalhada. E os próprios pilotos, no caso de animais clássicos, ou seja, de grande responsabilidade, tinham de ir até serra e voltar ao Rio para montar. Tudo agora voltou ao normal.

Os atrasos das corridas, com a intenção de aumentar o volume de apostas nos páreos, é nocivo e imperdoável. Tremenda falta de respeito a coletividade. Atrapalha a vida de todo mundo. Os funcionários que moram longe, a rotina e os compromissos dos frequentadores do hipódromo, e de todas as pessoas envolvidas no evento, em geral. Basta largar os páreos no horário do programa oficial que os apostadores se disciplinam rapidamente. Em todo lugar do mundo civilizado é assim. Por que só aqui no Brasil tem de ser diferente? O último páreo de sábado largou às 19h, e no programa oficial, o horário correto era às 18h15. Ou seja, 45 minutos. Tempo suficiente para metade de uma partida de futebol.



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12.844















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Coudelaria Jessica

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Haras Iposeiras

Haras Depigua

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Teixeira dos Santos

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Stud Ilse

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Stud Quando Será?

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Stud Rotterdam

Stud Spumao

Stud Terceira Margem

Stud Turfe

Stud Verde

Stud Wall Street

  Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro-Sangue Inglês