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Colunista: Jéssica Dannemann

Foi dada a largada, por Jéssica Dannemann
01/12/2012 - 13h35min

O que estaria faltando para a Pedra Única?

Acabo de receber uma aula sobre a “Pedra Única” e vou tentar explicar o que aprendi sobre este "fantasma" que tanto vem assustando a mente de alguns dirigentes do turfe que ainda não conseguiram entender a importância de sua implantação para o futuro do turfe brasileiro.

A “Pedra Única” é uma ferramenta fácil, disponível e incontestável a ser utilizada imediatamente, caso os presidentes dos dois principais clubes hípicos do país estejam mesmo interessados em recuperar o tempo perdido. Caso contrário qualquer um que entrar no lugar deles, a seguir – sem nenhuma dúvida –, o fará instantaneamente.

Introdução

Em primeiro lugar é bom entender que a “Pedra Única” é o mecanismo que permitirá um valor de aposta bem acima dos níveis atuais, fator que passaria a motivar também determinados cacifes que hoje se encontram afastados do nosso MGA, principalmente quando se trata do paulista jogar nas corridas do Rio de Janeiro ou do carioca apostar nos páreos de São Paulo, o que aumentará substancialmente a receita dos clubes.

Segundo é bom explicar – principalmente aos que se colocam contra o fantasma da “Pedra Única” –, que os clubes não perderão nenhum dinheiro com a totalização única das apostas; é preciso perceber que a “Pedra Única” não tira nem sequer um centavo da comissão das apostas geradas em cada estado, preservando 100% do volume de jogo apurado, dando a Eduardo o que é de Eduardo e a Carlos Eduardo o que é de Carlos Eduardo.

Primeiro capítulo – Totalização

Imaginem agora que a “Pedra Única” é uma espécie de “empresa” (um terceiro sistema) que os clubes implantam juntos visando totalizar as apostas conjuntamente, arcando, para tal, com um baixo custo fixo de administração. Este sistema único, que proporcionará a “Pedra Única”, pode perfeitamente migrar daquele empregado hoje no Rio de Janeiro conforme já foi confirmado pela empresa responsável.

Cidade Jardim, utilizando o seu próprio CPD, recebe as apostas dos seus agentes credenciados, das máquinas do hipódromo e de outros meios de captação e as envia para a “Pedra Única”, que por sua vez obtêm o mesmo tipo de informação da Gávea, no Rio de Janeiro.

As apostas vão sendo totalizadas em conjunto e contabilizadas separadamente em cada estado, gerando, por conseqüência, ao final de cada páreo, um único rateio para todas as modalidades e um extrato condensado da origem detalhada das apostas.

Se Cidade Jardim (São Paulo) contribuiu com R$ 30 mil reais para um determinado páreo da”Pedra Única” e a retirada média da apostas – por exemplo –, for de 30%, o mesmo fará jus à comissão de R$ 9 mil reais, a mesma que teria isoladamente. A Gávea (Rio de Janeiro) idem. Assim percebemos que não existe qualquer possibilidade de prejuízo econômico na operação, inclusive preservando percentuais diferentes de retirada como ocorre hoje entre os dois estados em determinadas modalidades de aposta.

É importante lembrar que na modalidade "vencedor" o Rio de Janeiro disponibiliza 72,5% para os apostadores ao passo que São Paulo devolve 73%. No primeiro páreo a retirada de Cidade Jardim cai para 20%, devolvendo 80% para os turfistas enquanto a Gávea permanece com 27%.

Segundo capítulo – Gerenciamento financeiro

Em função do resultado de um páreo pela eventual diferença entre os valores apostados em cada modalidade nos dois estados, vai ocorrer uma flutuação do capital necessário para fazer frente ao pagamento das apostas vencedoras (para mais ou para menos).

Neste caso ou faltará dinheiro (físico) no caixa de São Paulo em um determinado páreo ou sobrará recursos, volto a dizer: algo meramente físico. O mesmo acontecerá no Rio de Janeiro dependendo da diferença entre os totais apurados em cada clube, sem qualquer prejuízo econômico para ninguém, sendo apenas um assunto de caixa.

Ou seja, Cidade Jardim tanto poderá ser credora da “Pedra Única” (da Gávea) após o encerramento de um determinado páreo, como poderá ser devedora, sendo que ao final do dia (ou da semana) a operação “Pedra Única” geraria um borderô para “encontro de contas” (débito e crédito) e assim ou o Rio creditaria a diferença para São Paulo ou vice–versa, algo tão simples como tomar coca–cola, nada que uma importância previamente estabelecida como “fundo de caixa” não resolva do ponto de vista meramente financeiro.

Terceiro capítulo – dos benefícios

Chegamos na parte boa da nossa história que para bem explicá–la utilizo–me de exemplos reais facilitando o entendimento do grande benefício que a “Pedra Única” proporcionará ao turfe brasileiro. Assim reporto–me agora a dois páreos corridos no sábado, dia 24 de novembro de 2012, um em Cidade Jardim, outro na Gávea.

Primeiro vou tomar emprestado o quarto páreo de Cidade Jardim, ganho pelo animal Rota da Guanabara, fixando–me – apenas como exemplo –, na modalidade: vencedor.

Pois bem, foram apostados na “pedra” de São Paulo exatos R$ 17.894,00, sendo que na Rota da Guanabara, número 06, animal vencedor, foi jogada a importância de R$ 4,463,00, proporcionando o rateio de 2,9 para cada real apostado ao final da totalização.

Na “pedra” do Rio de Janeiro, na mesma modalidade, foram recebidos em apostas R$ 11.132,00, sendo que no número 06, Rota da Guanabara, os cariocas apostaram R$ 2.940,00, rateando 2,7 para cada 1.

Caso tivéssemos totalizado conjuntamente os dois movimentos (“Pedra Única”), o rateio único para as apostas vencedoras nos dois estados, no exemplo da vitória da Rota da Guanabara, passaria a ser de 2,8 por 1, mas não reside neste número o chamado: “X” da questão do Eike Batista, pois o milagre da multiplicação dos pães (aquilo que interessaria ao grande bilionário) viria a seguir.

Digamos que cinco amigos que não frequentam o JCB tivessem chegado para um jantar naquele sábado, no restaurante “favorito”, no Hipódromo da Gávea no Rio de Janeiro, e, conjuntamente, motivados pelo ambiente e instados a ganhar um dinheirinho, resolvessem apostar R$ 1.000,00 reais cada um na Rota da Guanabara que estava por alinhar em Cidade Jardim.

Sabe o que aconteceria?

Para surpresa dos nossos iniciantes, já que o monitor da televisão mostrava um rateio de 2,7 para cada real apostado naquele animal (este exemplo serve também para um jogador de 50 anos de turfe que resolvesse apostar R$ 5.000,00) o rateio do animal escolhido cairia de 2,7 para 1,4, e assim dificilmente eles fariam tal aposta novamente pela péssima relação custo – benefício apurada.

Seguindo no terreno da simulação, caso já tivesse sido implantada a “Pedra Única”, ou seja, caso tivéssemos totalizado as apostas do Rio de Janeiro e São Paulo num único sistema parimutual intitulado: “Pedra Única”; juntando os R$ 17.894,00 de Cidade Jardim com os R$ 11.132,00 da Gávea, e conseqüentemente os R$ 4.463,00 apurados em São Paulo na Rota da Guanabara com os R$ 2.940,00 do Rio de Janeiro, o rateio daquela aposta conjunta que totalizava R$ 5.000,00 reais – dos nossos iniciantes (ou de qualquer um) ao invés de 1,4, subiria para 2 reais, algo que não seria nenhum “palavrão” e poderia motivá–los a repetir a dose no páreo seguinte.

Agora vamos para um exercício que inverte o local de origem da disputa do páreo: digamos que um senhor chegasse à Cidade Jardim naquele sábado para jantar no restaurante Armazém, convidado por um amigo, e se motivasse a apostar R$ 5.000,00 reais no sexto páreo da Gávea que foi vencido por Gordo Mauro, já que ele era gordinho e se chamava Mauro, um sinal dos trópicos.

Pois bem, para não tomar o tempo dos leitores com números desnecessários, já que vou disponibilizar ao final uma tabela com várias simulações – contendo outros valores de apostas para cada um dos páreos disputados naquele sábado –, vou partir logo para o que interessa.

O rateio da aposta vencedora do nosso iniciante no turfe de 6,6 por 1 real apostado (apurado na "pedra de São Paulo), cairia para 1,7, ao passo que com a implantação da “Pedra Única” o rateio subiria para 3,2, quase o dobro (mais de três vezes o capital empregado) o que não deixaria o nosso  obeso iniciante tão triste assim.

Lembrem–se que estes números partem de um MGA muito fraco, sendo que qualquer incremento nas apostas melhora substancialmente a matemática da “Pedra Única”.

Modalidade de apostas – Parágrafo único

O conceito “Pedra Única” não requer a unificação das modalidades de apostas entre Rio e São Paulo, ao contrário, na “Pedra Única” cabe qualquer tipo de “refeição” no cardápio de jogos, dependendo apenas do apetite de cada apostador.

Tanto Cidade Jardim como a Gávea podem implantar a modalidade que queiram, isoladamente, pois vai estar tudo ali a disposição dos apostadores dos dois estados. Claro que neste conceito vai vender mais jogo o que for mais atraente para o apostador. Na “Pedra Única” é fácil admitir que os concursos acumulados gerem apostas bem maiores do que as atuais.

Conclusões

Com o que foi demonstrado fica claro perceber que a “Pedra Única” é uma medida que deve ser implantada imediatamente, pois permitirá algo que os clubes já perderam há muito tempo: A capacidade e a possibilidade de receber uma aposta mais alta.

Apenas com a implantação da “Pedra Única” – sem qualquer outra ação das muitas que podemos introduzir –, de imediato, o MGA já vai crescer, uma vez que o apostador perceberá que vai poder – a partir da “Pedra Única” –, investir um pouco mais de capital nas corridas de cavalo com benefício para os clubes que assim vão poder lucrar bem mais do que lucram (ou perdem) e aumentar os prêmios atuais impulsionando toda a cadeia do turfe. Eu aposto na “Pedra Única”, e os senhores?

Clique aqui para ter acesso a uma tabela completa.



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