Cadastre-se e receba novidades:

Nome


E-mail

Manancial - Stud Everest

Till To Disc - Haras do Morro

Madame Indy - Stud Palura

Eagle Beach - Stud H&R

Hale Bop - Stud HRN

Gone Hollywood - Stud Verde

Festa Pronta - Stud Verde

Manancial - Stud Everest

Madame Indy - Stud Palura

Agassi - Stud Verde

Atafona Beach - Coudelaria Atafona

Mafioso Luy - Stud Cajuli

Gata Voadora - Stud Verde

Penelope Charming - Haras do Morro

Agassi - Stud Verde

Isola Di Fiori - Haras do Morro

Historieta - Stud Snob

Hervadaninha – Stud Palura

Jurere Girl – Stud H & R

Cuca Morena – Jorge Olympio Teixeira dos Santos

Adaga do Rei – Haras do Morro

Ultimaforma – Stud Verde

Maestro da Serra – Stud Cajuli

Escasa – Haras do Morro

Garbo Talks – Haras do Morro

Ba Victoria – Stud Cezzane

Tea Time – Stud Nunes de Miranda

Garra – Haras Do Morro

Fletcher – Stud Snob

Jamegão - Haras do Morro







Colunista: Mário Rozano

De Turfe um pouco..., por Mário Rozano
17/03/2012 - 16h44min

LÁ VEM O ERNANI ...

“Ter um filho, plantar uma árvore e escrever um livro”, com certeza todos já ouviram esta frase, não necessariamente na mesma ordem, de qualquer forma, o dito popular insinua que se trata de uma referência para definir como as metas básicas do homem, que ao chegar ao final da vida pode dizer: “missão cumprida”. Absolutamente não é o caso de Ernani Pires Ferreira, muito embora estes objetivos ele tenha alcançado com êxito.

Seu patrimônio pessoal e sua estrutura de Homem na acepção da palavra não permitem a sua partida, e na tribuna da Gávea vamos escutar em pleno tiro direto os gritos dos burreros... “Lá vem o Ernani”...

Em dezembro de 2005 conheci pessoalmente o Ernani Pires Ferreira, o relator que figura no Guinness World Records, e após entregar–lhe um exemplar do livro Histórias de Porto Alegre – Jockey Club, naquela época recém lançado, com a sua exigência da dedicatória, e sem poder retirar–me de sua sala nem após seu anúncio do livro para a assistência presente na Gávea, fez questão de prestar uma homenagem com a narração do páreo – sua generosidade o obrigava. Despedi–me emocionado e com a certeza da amizade de alguém superior. Quando retornei a Porto Alegre, encontrei depositado em minha estante um livro de autoria de Ernani Pires Ferreira: “Guardanapos de Papel”... e a dedicatória singela...Com admiração, carinho e respeito, Ernani, Dezembro 2005.

Ah! Em nenhum momento o Ernani solicitou o meu endereço em Porto Alegre.

A última capa de sua obra literária Guardanapos de Papel contempla os leitores com um presente...

"Meu nome é Ernani Pires Ferreira, pernambucano, apenas 1,61m, nascido no dia 1º de novembro no Hospital Espinheiro, em Recife, e no ano que só a mim interessa. Para você me conhecer melhor, fique sabendo o seguinte: tenho medo de cachorro, não gosto de criança mal–educada, cara chato, gente burra, mulher pudica, mal–humor, pessimismo, carolice, padre se espremendo, Quinta da Boa Vista, televisão domingo à tarde, Axé Music, Rap, Country, Funk, Reggae, Pagode, escola e samba, carnaval, trio elétrico, sintetizador, modéstia, humildade, pieguice, puritanismo, chope em copo de plástico, itamares, cerveja em lata, churrasco em condomínio, peixaria, festa e São João, enterro, principalmente o meu, churrascaria rodízio, músico principiante, dupla sertaneja, casamento e a festa, batizado, aniversário de criança, o meu, empada, “whisky” nacional, computador, celular, internet, partido político, americano metido a engraçado, experimentar roupa, sapato novo, supermercado, papo–cabeça, proctologista, cheiro de ovo frito, guimba de cigarro, banho frio, confete língua de sogra, bola de encher, fila de banco, coalhada, “check in”, perfume barato, ônibus interestadual, passagem de ano, ressaca de Dry Martini, qualquer namorado de minha filha, emprestar meu carro, acampar, nordestino falando inglês, amigo oculto, festa de confraternização, etc. etc; etc;"

“Guardanapos de Papel” não é um trabalho convencional; tal como, convencionalmente, não foi escrito. É um ensaio que não se presta a crítica, tampouco tem esta pretensão. Aos irônicos, aos copistas, aos céticos seria contundente. Aos sedentos do lógico, frustraria a primeira vista. Seu autor está plenamente consciente disso.



Ernani Pires Ferreira, foto da última capa do livro Guardanapos de papel

Por outro lado, o presente encanta os líricos amantes do drama e da poesia inseridos no cotidiano. Alerta o espírito e desperta as emoções dos praticantes da vida, em todos os seus clamores de liberdade. Com simplicidade verdadeiramente humana, surpreende com as peripécias do menino que fez do colégio uma bebida amarga e do homem que, nas mesas de bar, encontrou um suave elixir. Na hipocrisia do hábito, uma tortura; nos corpos femininos, um bálsamo.

Marco Oliveira

Transcrito da orelha do livro Guardanapos e Papel, que foram reservadas ao seu grande amigo Marco Oliveira; professor, historiador, articulista do Jornal do Turfe, responsável pela coluna “De volta ao passado”, e como o Ernani um relator de corridas de cavalo, detentor das mesmas características do Maestro....
Mário Rozano
Fotos: livro Guardanapos de Papel de Ernani Pires Ferreira



<< Coluna anterior Próxima coluna >>



[ Escolher outro colunista ]










12.967

12.844















Coudelaria Atafona

Coudelaria FBL

Coudelaria Intimate Friends

Coudelaria Jessica

Coudelaria Pelotense

Haras Clark Leite

Haras Iposeiras

Haras Depigua

Haras do Morro

Haras Old Friends

Haras Planície

Haras Vale do Stucky

Jorge Olympio
Teixeira dos Santos

Ronaldo Cramer
Moraes Veiga

Stud Brocoió

Stud Cajuli

Stud Capitão

Stud Cariri do Recife

Stud Cezzane

Stud Elle Et Moi

Stud Everest

Stud Gold Black

Stud H & R

Stud Hulk

Stud Ilse

Stud La Nave Va

Stud Palura

Stud Quando Será?

Stud Recanto do Derby

Stud Rotterdam

Stud Spumao

Stud Terceira Margem

Stud Turfe

Stud Verde

Stud Wall Street
  Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro-Sangue Inglês