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Colunista:

Floreando, por Milton Lodi
07/07/2011 - 10h27min

1ª Quinzena de Junho – 2011

O mês iniciou–se com o sempre aguardado leilão da nova geração do campeão Haras Santa Maria de Araras. Como de hábito, muito bom padrão. Foram setenta e poucos lotes, todos os machos e parte das fêmeas com preços individuais com bases ocultas. Assim, como dono da mercadoria até a batida do martelo, os valores de reservas não alcançados não se efetivaram em vendas. O movimento geral ultrapassou 3,5 milhões, com média da ordem 50 mil, como sempre, um sucesso do haras líder nacional.

Tivemos o desprazer de ver mais um jóquei de alta categoria, assim como antes com Alex Mota, o desinteresse pela profissão do ótimo Luiz Duarte. Depois de sua volta de longa temporada em Macau, Luiz Duarte reeditou grandes performances técnicas, mas sem a vibração e o entusiasmo necessários. A sua alta classe lhe valeu um contrato com um dos melhores studs do Brasil, o TNT, mas nem isso o motivou.

É claro que a alta categoria não está perdida, mas o evidente desinteresse já tomou conta. É mais um caso de um enorme talento jogado no lixo.

Como a temporada hípica brasileira vai de 1° de julho a 30 de junho, os clubes promotores de corridas têm que fixar as dotações antes do período. O Jockey Club de São Paulo já havia fixado os valores de 6,500 para o 3 anos, 6,200 para os 4, e 5000 para os 5 e mais foi uma demonstração importante de coragem e confiança no futuro, pois alvitra–se um prazo da ordem de cerca de 2 anos para o clube paulista poder se reerguer.

Os vaidosos delírios de uma administração equivocada deixaram profundas marcas.

A nova Diretoria, com 2 meses de vigência, promoveu um bom G.P.São Paulo, e vem trabalhando muito e corretamente para recuperar as corridas e o clube em si.E os números anunciados para a próxima temporada turfística agradaram a todos. Uns tantos dias depois era aguardada pelos cariocas um determinação das dotações condizente com a boa situação financeira do clube, imaginava–se pelo menos a manutenção das dotações acompanhado a mudança de idade, isto é, 7260 para os mais novos. O JCB, sem quaisquer explicações aceitáveis como justificativas, simplesmente copiou as novas dotações paulistas. A rigor, o fato não seria de se estranhar, pois enquanto a Diretoria do JCSP é composta maciçamente por criadores e proprietários, a do JCB é quase que totalmente composta por sócios que não pagam trato, não sabe quanto custa.

Que o JCSP voltará a ser o turfe líder brasileiro, não há quem duvide, o que feriu os cariocas foi uma submissão triste, sem luta. Não serão necessários cerca de dois anos de espera para SP ultrapassar o Rio, a diretoria do JCB já demonstrou que reconhece a tendência e resolveu se entregar logo. Parabéns ao ainda financeiramente trôpego JCSP, pelo trabalho e arrojo. Quanto ao JCB, além da tristeza, apenas uma indicação será que os recursos ora negados ao turfe estão sendo guardados para gastos em lazer e / ou não turfísticos?

No dia 1° de março, a então oposição venceu limpamente e com sobras a eleição no Jockey Club do Paraná, só que a diretoria antiga, a derrotada, negou–se desde logo a entregar o clube aos novos dirigentes. Naturalmente o caso foi para a Justiça, e isso se arrasta até hoje, passados cerca de 4 meses. Não há o que ser discutido, um direito legítimo obstaculado por pelo menos absurdas vaidades.

È absolutamente sem sentido, sem defesa, sem nexo essa inusitada e equivocada posição da antiga diretoria, que está se apoiando na inJustiça paranaense. Coisas desse tipo são comuns no turfe do Paraná, interesses pessoais se sobrepondo aos da coletividade, impedindo, bloqueando um legítimo processo democrático. O turfe paranaense está sendo morto.



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