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Magic Citizen – Coudelaria Jessica

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Lawrence D´Arabia – Sinval Domingues de Araujo

Japanese Morning – Stud Capitão

Querida Niquita – Stud Cariri do Recife






Uma história de amor: Victória Mota e Afetuoso [28/03/2017]

Gerson Martins

A praxe do turfe é voltar os olhos para os produtos adquiridos pelos proprietários, a qualidade do animal, o trabalho do treinador e o desempenho dos jóqueis, sabidamente importantes. No entanto, às vezes, a relação e a sintonia existente entre cavalo e jóquei fazem toda a diferença. Victória Mota é uma aprendiz de joqueta, neta de treinador, filha de ex-treinadora e de um jóquei e tanto. Estreiou no turfe com o cavalo Afetuoso, escolhido por seu avô e treinado por ele. Afetuoso que fez campanha na Gávea e por último no Cristal, reapareceu ao Rio de Janeiro nas mãos da Victória. Victória em sua primeira monta como profissional, levou Afetuoso a uma incrível vitória. A partir daí, montou sempre o cavalo e corriam os páreos de claiming, ganhando, fazendo segundo, terceiro ou quarto lugar, nunca deixando de sair da quadrifeta. Na última apresentação de 2016, mais uma vitória para a dupla Victória / Afetuoso, Victória que estava contente com mais uma vitória, recebeu a informação de que o cavalo havia sido vendido no claiming e chorou, chorou muito. 

O cavalo passou  a ser treinado pelo competente Pedro Lima, com toda a infraestrutura necessária, e a ser montado por diversos jóqueis, também com qualidades profissionais inquestionáveis, mas não alcançou mais as boas colocações. Depois de duas corridas, o treinador sugeriu que a joqueta Victória Mota o montasse, e assim foi feito. Resultado: o cavalo alcançou o quarto lugar. 

No final da corrida, a joqueta sugeriu que o cavalo corresse pela variante. O treinador atendeu à sua sugestão e inscreveu-o nos 1.300 metros pela variante, com montaria da Victória Mota. Resultado: o cavalo venceu!!!

Ao final dessa corrida, com a joqueta radiante e explodindo de alegria, o treinador a informou que aquele cavalo, que a estreiou no turfe e com o qual mantinha tamanho carinho, era dela. Pela impossibilidade de ser proprietária de um cavalo – pela sua profissão -, passou o animal para a propriedade de sua mãe Juliana Dias, mas com a sua montaria. Resultado: a vitória espetacular e emocionante que ocorreu ontem, dia 27 de março. 

Para quem ama o turfe e, acima de tudo, os cavalos, essa é uma real história de amor.

Por LuizMelão



Páreo Corrido, por Paulo Gama [28/03/2017]

NEM MESMO COM NOTÍCIA RUIM TURFE SEDUZ A MÍDIA

O acidente sofrido por Jorge Ricardo no último final de semana, no Hipódromo de Palermo, que resultou na fratura do fêmur de sua perna esquerda não teve por parte da mídia esportiva brasileira qualquer repercussão. O turfista do dia a dia recebeu informações pelos sites especializados e na televisão do Jockey Club Brasileiro. Nada mais. O cidadão comum não tomou conhecimento do ocorrido. Afinal, as televisões, rádios e meios de comunicação de massa, em geral, nem tocaram no assunto. Aliás, eles estão divorciados do esporte há pelo menos três décadas. Uma pena. Ruim para nós, que vemos os atletas mais bem-sucedidos do esporte serem ignorados. Pior para toda a sociedade brasileira que abre mão de conviver com o turfe, um esporte maravilhoso. Esporte que representa a sétima ou oitava economia dos Estados Unidos. Eles, os americanos, devem ser mesmo muito burros para ter o maior rebanho de puros-sangues do mundo. E nós, brasileiros, à beira da falência econômica, somos os gênios do preconceito e da pouca inspiração.

Que o estigma do jogo prejudica a atividade turfística a gente até compreende. Isto acontece desde sempre. Mas, durante longos anos, o esporte teve cobertura obrigatória dos principais canais de comunicação da imprensa escrita, televisada e falada. E isto se explica por que a alta sociedade, a elite de políticos, empresários e executivos sempre foi proprietária de puros-sangues. Enquanto a criação nacional evoluiu, sofisticou-se e adquiriu alto nível de resultados, a ponto de ser respeitada em todos os cantos do mundo, a divulgação da atividade foi mixando. Sucumbiu diante da incompetência dos seus dirigentes que não conseguiram administrar com eficiência os clubes hípicos. Estes dirigentes não tiveram a capacidade de manter relacionamento amigável com a mídia. Pelo contrário. Se esquivam e administram os jockeys clubs como se fossem feudos. Área particular de interesse apenas de uns poucos indivíduos com sangue azul nas veias. Enquanto isso a gente observa alguns esportes chinfrins com enorme espaço na mídia esportiva.

Não vou citar Neymar, no futebol. Afinal trata-se de um esporte de massa. É até covardia. Mas tenho certeza que se fosse um jogador de basquete importante, ou de vôlei, talvez um tenista, ou um lutador do UFC, que tivesse quebrado a perna, teria espaço em todos os programas de esporte, e até no Jornal Nacional. E vale registrar que nenhum deles possui currículo a altura de Jorge Ricardo. Todos os monstros sagrados do esporte, como Pelé e Oscar, com resultados do nível de Ricardinho estão aposentados. E Ayrton Senna, infelizmente morreu. Mas o turfe continua a navegar nas melancólicas águas do esquecimento. Os clubes hípicos não possuem assessorias de imprensa. Quando o maior ídolo do seu esporte, em todos os tempos, sofre acidente e quebra a perna você precisa gritar para o mundo que isto aconteceu. O turfe segue calado, inerte, e isolado do mundo exterior como se estivesse numa bolha, tipo aquela do Michael Jackson. Esta distância do resto do mundo está nos levando, a passos largos, para a beirada do precipício.

ARROGATE, O MELHOR DO MUNDO

A Dubai World Cup de 2.017 sacramentou o fato de que Arrogate é o melhor cavalo de corrida do mundo. O pensionista de Bobby Baffert deu um show de poderio locomotor nas terras das mil e uma noites. Sinceramente eu compreendo Mike Smith. Depois de largar atrasado e sobrar para a última colocação, ele pensou de imediato em não procurar sarna para se coçar. Talvez seja melhor dizer, evitar riscos. Por saber melhor do que ninguém o avião em que estava montando, fez o percurso por fora para driblar outros incidentes. Afinal, tinha absoluta convicção de que o seu pilotado possuía sobras para dar vantagem e ainda ganhar com facilidade. Um show de poderio locomotor maravilhoso e emocionante para qualquer verdadeiro admirador do esporte dos reis. Arrogate, hoje, é imbatível no turfe mundial.

PSI MELHOR APRESENTADO

Domênica, do Stud Pixote, foi apresentada em forma exuberante por Júlio César Sampaio, e ganhou em belo final o Grande Prêmio Euvaldo Lodi. Boa direção de Vagner Borges, outra vez em grande forma. O treinador, minutos antes, havia completado a expressiva marca de 1.500 vitórias, com Elounda, castanha de propriedade do Stud Araré. Parabéns ao popular Alemão pelo feito notável.

JOQUEADA DA SEMANA

No dorso de Afetuoso, de propriedade de sua mãe, Juliana Dias, e treinado por seu avô, Odir Jorge Meneses Dias, a joqueta Victória Mota deu a melhor direção da semana. Correu com absoluta confiança, junto a cerca interna, na última posição, depois de ter largado pelo último boxe. Fez a curva sempre junto aos paus e arrancou o seu pilotado aos poucos para o centro da pista. Fez partida bem curta nos 300 metros finais e obteve vitória que fez lembrar a precisão de seu pai, Alex Mota, no dorso de um cavalo. Sensacional!

QUARTA A FIO – Não se pode deixar de registrar o quarto triunfo consecutivo da velocista Sou Giovanna, do Stud Monte Parnaso/Quintela. Direção perfeita do experiente Carlos Geovani Lavor, que continua em grande forma atlética. Preparo magnífico do sempre competente Roberto Solanês, treinador íntimo do pódio, e que faturou a Prova Especial Hyspanis para o seu currículo.






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As provas clássicas ao longo dos anos

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12.813

12.844























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  Associação Carioca dos Proprietários do Cavalo Puro-Sangue Inglês